<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660</id><updated>2012-02-16T03:45:14.226-08:00</updated><category term='AGENDA'/><category term='PENÉLOPE'/><category term='VÍDEO'/><category term='DE COSTA RICA'/><category term='VERTICE BRASIL'/><category term='CONTRIBUIÇÃO'/><category term='ESCRITOS'/><category term='TATÁ'/><category term='FOTOS'/><category term='DISSERTAÇÃO E PESQUISA'/><category term='IMPROVISAÇÕES'/><category term='OFICINAS'/><category term='ADÉLIAS'/><category term='DRAMATURGIA DO CORPO'/><title type='text'>Dramaturgia do Corpo</title><subtitle type='html'>Investigações relacionadas à Dramaturgia do Corpo, trabalhos e pensamentos, bem como divulgação sobre a prática cênica de Maria Falkembach e cursos ministrados.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8477404358945912764</id><published>2011-09-10T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-09-10T10:42:01.918-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TATÁ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>Sobre a Filosofia da Finitude – primeiros escritos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Filosofia da finitude.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cada  vez que leio mais, mais me aproximo de uma possibilidade de narrar o  trabalho que venho desenvolvendo. Um trabalho que foi se construindo.  Não sei exatamente como começou. Acho que foi do medo de virar  professora e nunca mais habitar um espaço cênico. Medo de virar  professora e não ter mais de onde tirar o que sei ensinar. Também,  coragem de encarar algo que acho que sei fazer e que nunca me arrisquei:  coreografar, dirigir. Parece que sei da vida. Parece que sei olhar o  mistério. É isso que me interessa, é a narrativa disso que acredito que  pode contribuir de algum modo para desendurecer o peito das professoras.  Para diminuir os saltos, amaciar as vozes metálicas, marejar os olhos  fixos, tremer os ombros crispados, mover as virilhas intactas. Como  escrever sobre isso sem cefaléias, tendinites e dores de minha  escoliose? Escrever pensando em vocês, meus colegas agora, nesta  contingência provocada pela Denise. Posso chamar isso de contingência?  Que sorte a minha ter decidido fazer uma disciplina neste momento. Por  que justo neste momento? E, a partir deste momento, torna-se  irreversível.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5MgtLHM83ks/Tmub1luGZUI/AAAAAAAAAt8/8gVawCvYKY0/s1600/IMG_6419.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5MgtLHM83ks/Tmub1luGZUI/AAAAAAAAAt8/8gVawCvYKY0/s400/IMG_6419.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650781502427260226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quando escrevi sobre  dramaturgia do corpo (minha dissertação), apontei como uma condição  fundamental para a configuração desta obra de arte, uma necessidade  profunda do ator-dançarino em realizá-la. Essa necessidade que surge da  busca pelo sentido da vida, de estar em cena e de criar. Nada se  sustenta, o “texto” não se sustenta, se não há necessidade de dizê-lo,  se não há sua vida implicada e imbricada em dizê-lo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Estar  em cena, esta ação de atualizar a dramaturgia corporal criada, é muito  frágil. É um ato impreciso, que demanda uma técnica imprecisa, pela &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;via negativa &lt;/i&gt;(Grotowski construiu em seu Teatro Laboratório uma proposta de técnica pela via negativa).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-YP884pJt7LU/Tmub1sa2C1I/AAAAAAAAAt0/Q7DLrpjBYi0/s1600/IMG_6413.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-YP884pJt7LU/Tmub1sa2C1I/AAAAAAAAAt0/Q7DLrpjBYi0/s400/IMG_6413.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650781504225545042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Minha leitura da Filosofia da Finitude de Mèlich me convoca a propor o estado de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;presentação&lt;/i&gt;  do ator-dançarino como uma experiência exemplar da experiência poética  da finitude. Vou me empolgando com as aproximações teóricas que começo a  fazer, tenho que me cuidar para não virar tudo poesia e ficção da  teoria. Mas tenho a experiência do hoje (hoje de manhã estivemos em mais  uma escola) que coloca em meu olho, o olho de cada criança e de cada  professora, que não me distancia do cheiro de escola, da poeira do chão  da sala de aula, do riso constrangido e provocativo dos guris e das  gurias.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-4jtRTpPcEQ4/Tmub2OHmIrI/AAAAAAAAAuM/1dvgtHjUTq0/s1600/IMG_6159.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-4jtRTpPcEQ4/Tmub2OHmIrI/AAAAAAAAAuM/1dvgtHjUTq0/s400/IMG_6159.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650781513271616178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1G0EzOp0SmU/Tmub13boSMI/AAAAAAAAAuE/rA3kRI31Ppk/s1600/IMG_6479.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1G0EzOp0SmU/Tmub13boSMI/AAAAAAAAAuE/rA3kRI31Ppk/s400/IMG_6479.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650781507181627586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estou falando do Tatá Dança Simões, uma obra de dança-teatro que começou  com a leitura de alguns textos do Simões Lopes Neto, autor pelotense,  que escreveu sobre essa cidade, esse povo, nossos avós (tataravós,  talvez). Não são quaisquer textos, são grandes obras, obras primas! Não  porque os doutores disseram, mas porque produziram o que produziram em  cada um dos alunos (dos cursos de Dança e de Teatro da UFPEL) que fazem  parte do grupo, porque permitiram que cada um de nós fizesse o exercício  da memória e da esperança. Exercício de reconhecer a herança da  tradição e de buscar sentidos para isto. A partir disto, permitir que  cada um seja narrador de sua experiência e da experiência do outro, um  com o outro.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-8Y6t2MozZlE/Tmub2V6xjSI/AAAAAAAAAuU/I9kmmaIJfp8/s1600/IMG_6240.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8Y6t2MozZlE/Tmub2V6xjSI/AAAAAAAAAuU/I9kmmaIJfp8/s400/IMG_6240.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650781515365322018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Volto para a fragilidade deste narrar. O próprio narrar, o estar em  cena, é uma atualização (transformada) da memória, da experiência. Como  construir a cada apresentação (ou presentação) um espaço e tempo outros  que produzem novos sentidos e novas transformações? Se não há a produção  deste se refazer de cada um dos atores-dançarinos, a experiência não  acontece, a narração se torna informação e o público vai ver movimentos  desprovidos de sentido e vida.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-gGtu-EZlbiA/TmuZmqElJfI/AAAAAAAAAtk/53MV-SJ7ujw/s1600/IMG_5759.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-gGtu-EZlbiA/TmuZmqElJfI/AAAAAAAAAtk/53MV-SJ7ujw/s400/IMG_5759.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650779046873998834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A cada dia, antes de começar o espetáculo, dá medo de não acontecer.  Tudo conspira pra não acontecer. O cansaço dos atores-dançarinos, o  despreparo de algumas professoras, a má vontade de outras, a falta de  espaço apropriado, a hora do recreio, a desconfiança, a vontade de não  se implicar. De repente, começa e acontece. Acredito que o que produz  esse acontecimento é a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;ética&lt;/b&gt; implicada em cada movimento, em cada passo, em cada olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-aWfylXD5_XE/TmuZmnv7X3I/AAAAAAAAAtc/ElpZN3JyIdU/s1600/IMG_5721.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-aWfylXD5_XE/TmuZmnv7X3I/AAAAAAAAAtc/ElpZN3JyIdU/s400/IMG_5721.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650779046250504050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-pvx9WFK9xvE/TmuZmWpDAGI/AAAAAAAAAtU/lDR-YDCCjMk/s1600/IMG_5711.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-pvx9WFK9xvE/TmuZmWpDAGI/AAAAAAAAAtU/lDR-YDCCjMk/s400/IMG_5711.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650779041658241122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Tatá Dança Simões é uma experiência de relação entre passado e futuro –  relação com mitos, ritos e narrativas. E cada ator-dançarino, em sua  presentação, vive a presença inquietante e a expõe. Se expõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-o0T7idpDFLw/TmuZmw4BDXI/AAAAAAAAAts/u291JruPvGg/s1600/IMG_5852.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-o0T7idpDFLw/TmuZmw4BDXI/AAAAAAAAAts/u291JruPvGg/s400/IMG_5852.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650779048700349810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E o silêncio dos  alunos que nos assistem? Torço para que seja da falta da palavra para  narrar a experiência. Neste momento fico em dúvida sobre a relevância de  fazer uma conversa com esses alunos depois.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-LhfQHvkS8zE/TmuZmCTOCcI/AAAAAAAAAtM/p78BP_UMndc/s1600/IMG_5182_1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-LhfQHvkS8zE/TmuZmCTOCcI/AAAAAAAAAtM/p78BP_UMndc/s400/IMG_5182_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650779036197980610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Todas as fotos são de Rodrigo Migliorin&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8477404358945912764?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8477404358945912764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8477404358945912764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8477404358945912764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8477404358945912764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2011/09/sobre-filosofia-da-finitude-primeiros.html' title='Sobre a Filosofia da Finitude – primeiros escritos'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5MgtLHM83ks/Tmub1luGZUI/AAAAAAAAAt8/8gVawCvYKY0/s72-c/IMG_6419.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4537006287284026052</id><published>2011-09-10T09:16:00.001-07:00</published><updated>2011-09-10T09:41:18.955-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>"De Adélia cada um tem seu fragmento", por Beatriz Rodrigues.</title><content type='html'>&lt;p&gt;O espetáculo cênico “Adélias, Marias, Franciscas”, concebido e encenado pela atriz nascida em Ijuí, graduada em Porto Alegre&lt;a title="Porto Alegre" href="http://www.ecult.com.br/topico/porto-alegre"&gt;&lt;/a&gt; e hoje moradora de Pelotas, Maria Falkembach, esteve em temporada no Teatro do COP,   em Pelotas, nos dias 13 e 14 de agosto. Como alguém que tem interesse   por esta arte da expressão, e também pela produção desenvolvida na   cidade, fui conferir o espetáculo e fiquei muito tocada, em vários   momentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este texto é a tentativa de mapear alguns elementos que considerei expressivos, não do lugar de “conhecedora” de teatro ou dança&lt;a title="dança" href="http://www.ecult.com.br/topico/danca"&gt;&lt;/a&gt;  (que não sou), mas pela produção de sensações que, durante aqueles  minutos, mantinha vivo o convite: viajar pelas palavras  da poetisa  Adélia Prado, num movimento em que a travessia do texto se  dava pelo  corpo da atriz. Com as imagens que aqui apresento, se o  espetáculo não  poderá regressar, fica a impressão de que o tempo foi  pinçado,  encontra-se suspenso, e, de um modo irônico, se mantém ainda  vivo. O  convite, agora, então, é para que também se possa mergulhar na  ambiência  da cenografia, da luz, do gesto. Que as imagens possam ser ao  menos  parte da beleza do acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-mGohR2FRZGo/TmuNc3nB5II/AAAAAAAAAsU/RlWi-GfhuRo/s1600/foto%2B1%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-mGohR2FRZGo/TmuNc3nB5II/AAAAAAAAAsU/RlWi-GfhuRo/s400/foto%2B1%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650765684569924738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma concepção plural: poderia assim referir o belíssimo trabalho de Maria Falkembach, que no espetáculo &lt;em&gt;Adélias, Marias, Franciscas&lt;/em&gt;, alia literatura&lt;a title="literatura" href="http://www.ecult.com.br/topico/literatura"&gt;&lt;/a&gt;,   música, teatro e dança.  Uma produção-experimentação que vem   acompanhando a atriz há mais de dez anos, trazendo tanto o belo como o   cruel da vida, na fala das muitas personagens que brotam dos textos e   das poesias de Adélia Prado.  Personagens que retratam o cotidiano de   muitas mulheres, na relação entre o material e o imaterial: o cuidado   com a casa, com os filhos, consigo mesma… às reflexões sobre Deus, sobre   a finitude do humano… Em meio ao preparo do bolo, palavras como   “Inauguro linhagens, fundo reinos – dor não é amargura. Minha tristeza   não tem pedigree, já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil   avô” *.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-_OwZOINi7Kw/TmuN0BEIkzI/AAAAAAAAAsc/CqCLVhMqIxw/s1600/foto%2B2%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-_OwZOINi7Kw/TmuN0BEIkzI/AAAAAAAAAsc/CqCLVhMqIxw/s400/foto%2B2%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650766082244907826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se são muitas as vozes habitando as letras de Adélia, Maria Falkembach   nos lembra o cotidiano de muitas Marias e Franciscas pelo Brasil – a   experiência frente aos problemas da vida do dia a dia, e colocando-os   não como problemas menores dentro da discussão sobre o feminino. As   dores do mundo são vivenciadas no corpo da atriz, no seu belíssimo   trabalho de interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-cVWeFDKqwCM/TmuOxT1i7uI/AAAAAAAAAsk/2-xSdCEgfRc/s1600/foto%2B3%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-cVWeFDKqwCM/TmuOxT1i7uI/AAAAAAAAAsk/2-xSdCEgfRc/s400/foto%2B3%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650767135256014562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas no cotidiano, não estão impressas apenas dores: as mulheres de  Adélia sentem fundo na carne também o que é carne. Nos meandros da  mimese, Maria Falkembach nos traz imagens de muita beleza e  visceralidade, como no momento em que o corpo e o prazer estão em  primeiro plano, produzindo uma das cenas mais sensuais que já vi em  teatro, sem trabalhar, no entanto, com a literalidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GhcNS5OIUy0/TmuOxYxUiEI/AAAAAAAAAss/sRf96za8ywU/s1600/foto%2B4%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GhcNS5OIUy0/TmuOxYxUiEI/AAAAAAAAAss/sRf96za8ywU/s400/foto%2B4%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650767136580470850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nas potencialidades do trabalho cênico da atriz, um elemento &lt;em&gt;salta&lt;/em&gt;,  no convite de conduzir o expectador através de sons e imagens: o gesto.  O corpo todo pulsante no momento presente: em cada segundo… O corpo  está imerso em uma relação íntima, em que a interpretação se dá na  fronteira entre teatro e dança – dançando a beleza de cada instante,  mesmo na dor (e existem várias). &lt;p&gt;Nesta relação entre teatro e dança, a partir do gesto, as expressões  se fundem através de um trabalho coreográfico encantador, e este tem  como base a trilha sonora composta por nomes como Elomar, Tom Zé,  Hermeto Paschoal, além de grupos de cordas e choro, entre outros. Cada  personagem com seu tom, nos produzindo diferentes intensidades de  sensações.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-480ZBkOMIpU/TmuOxgQV7eI/AAAAAAAAAs0/HrDEw70_e0Q/s1600/foto%2B5%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 269px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-480ZBkOMIpU/TmuOxgQV7eI/AAAAAAAAAs0/HrDEw70_e0Q/s400/foto%2B5%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650767138589634018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora, falando um pouco do lugar de quem se sente completamente afetada  pelas imagens produzidas pela dramaturgia, levanto também aqui a  cenografia do espetáculo, simples e relacional, além de portadora de  muitas delicadezas – em cada trama composta, como no tapete da vida,  trazendo um pouco a lembrança do filme Gabbeh**. Também aponto aqui o  trabalho de iluminação do espetáculo, pois mesmo o teatro do COP tendo  as suas limitações técnicas (já sabidas, pelo próprio tempo da sua  estrutura), a iluminação possibilitou registros fotográficos também  muito potentes.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-c5-opWEzY40/TmuOxjNb3sI/AAAAAAAAAs8/w9Tlad5SOCw/s1600/foto%2B6%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 269px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-c5-opWEzY40/TmuOxjNb3sI/AAAAAAAAAs8/w9Tlad5SOCw/s400/foto%2B6%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650767139382746818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E, no que tange à sua biografia, além de atriz e dançarina, Maria  Falkembach é também professora dos cursos de Teatro e Dança da UFPEL&lt;a title="UFPEL" href="http://www.ecult.com.br/topico/ufpel"&gt;&lt;/a&gt;,  e tem uma discussão muito aprofundada sobre as relações entre estes  dois campos, na possibilidade de habitar a sua fronteira. Como docente,  coordena o grupo &lt;strong&gt;Tatá&lt;/strong&gt;, que além de ter a proposta de reinvenção da obra de escritores locais &lt;em&gt;no&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;pelo&lt;/em&gt;  corpo dos atores-bailarinos –  que são seus alunos dos cursos de  graduação –, também se propõe a semear a beleza do movimento nas escolas  públicas da cidade de Pelotas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este primeiro momento, encenando Simões Lopes Neto, poderá ser  conferido neste final de semana, também no Teatro do COP (maiores  informações através do link: &lt;a href="http://www.ecult.com.br/noticias/apresentacao-do-tata-no-teatro-do-cop-com-entrada-a-precos-populares"&gt;http://www.ecult.com.br/noticias/apresentacao-do-tata-no-teatro-do-cop-com-entrada-a-precos-populares&lt;/a&gt;).  Fica a dica, então, para que os interessados não apenas compareçam, mas  se proponham a dialogar com as produções que nascem no cenário &lt;a title="cultural" href="http://www.ecult.com.br/"&gt;cultural&lt;/a&gt; da cidade de Pelotas…&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-JM-fzQoOYaQ/TmuOx9rf-JI/AAAAAAAAAtE/7aDzMU-KnxI/s1600/foto%2B7%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 269px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JM-fzQoOYaQ/TmuOx9rf-JI/AAAAAAAAAtE/7aDzMU-KnxI/s400/foto%2B7%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650767146488166546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Aos que desejam conhecer mais sobre o processo da atriz, é possível fazê-lo através do site&lt;a target="_blank" title="site" href="http://www.sigales.com/"&gt;&lt;/a&gt;  &lt;a target="_blank" href="http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/"&gt;http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/&lt;/a&gt;, e aos que tenham se envolvido com as imagens, é possível conhecer outras tantas através do endereço &lt;a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/bigatrice/"&gt;http://www.flickr.com/photos/bigatrice/&lt;/a&gt;.  Sabendo, é claro, que isto não substitui a expectativa por mais uma  temporada (dedos cruzados!), para poder transbordar vossos olhos com  luz, cor, belíssimos movimentos e uma intensa interpretação, isso tudo  sem contar as sutilezas do texto de Adélia Prado… Em suma: imperdível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Texto e Fotos&lt;a title="Fotos" href="http://www.ecult.com.br/topico/fotos"&gt;&lt;/a&gt;: Beatriz Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/bigatrice/"&gt;www.flickr.com/photos/bigatrice&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;* “Com licença poética”, por Adélia Prado. IN: &lt;a title="Poesia" href="http://www.ecult.com.br/topico/poesia"&gt;Poesia&lt;/a&gt; reunida.&lt;br /&gt;** Obra do iraniano Mohsen Makhmalbaf.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E por falar em mulheres…&lt;br /&gt;Para ler: “Dialogo sobre o corpo”, de Ivete Keil e Márcia Tiburi.&lt;br /&gt;Para ouvir: “As time goes by”, álbum de Billie Holiday.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;Originalmente este texto foi publicado em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 102, 102);" href="http://www.ecult.com.br/artes/de-adelia-cada-qual-tem-seu-fragmento-por-beatriz-rodrigues"&gt;http://www.ecult.com.br/artes/de-adelia-cada-qual-tem-seu-fragmento-por-beatriz-rodrigues&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4537006287284026052?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4537006287284026052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4537006287284026052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4537006287284026052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4537006287284026052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2011/09/de-adelia-cada-um-tem-seu-fragmento-por.html' title='&quot;De Adélia cada um tem seu fragmento&quot;, por Beatriz Rodrigues.'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-mGohR2FRZGo/TmuNc3nB5II/AAAAAAAAAsU/RlWi-GfhuRo/s72-c/foto%2B1%2B-%2Btexto%2BBeatriz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-741365118553588659</id><published>2011-07-29T14:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T14:41:44.489-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AGENDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Adélias em Pelotas - depois de quase dois anos...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-6jKGJX_glJM/TjMpAeI3c6I/AAAAAAAAAsE/90d7OpBYJUw/s1600/Cartaz%2BPelotas%2B1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 354px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-6jKGJX_glJM/TjMpAeI3c6I/AAAAAAAAAsE/90d7OpBYJUw/s400/Cartaz%2BPelotas%2B1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634892646837613474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-741365118553588659?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/741365118553588659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=741365118553588659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/741365118553588659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/741365118553588659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2011/07/adelias-em-pelotas-depois-de-quase-dois.html' title='Adélias em Pelotas - depois de quase dois anos...'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6jKGJX_glJM/TjMpAeI3c6I/AAAAAAAAAsE/90d7OpBYJUw/s72-c/Cartaz%2BPelotas%2B1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2558585110630116771</id><published>2011-01-06T09:04:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T09:40:06.116-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TATÁ'/><title type='text'>Tatá em 2010 ... retornos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX-FhGeOAI/AAAAAAAAArc/vjfJKjNd4wo/s1600/Depoimento%2BSandryeli.bmp"&gt;&lt;img style="display: block; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes; 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Me fazem acreditar nesse espaço concreto entre peles e devaneios. Me sinto uma chispa de idéia e de impulso no umbigo de cada criança.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX9HIyvrkI/AAAAAAAAArU/fXTQ8-NUDlo/s1600/Desenho%2Bdo%2BNatanael%2B-%2BEscola%2BMarcio%2Bdias.bmp"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 291px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX9HIyvrkI/AAAAAAAAArU/fXTQ8-NUDlo/s400/Desenho%2Bdo%2BNatanael%2B-%2BEscola%2BMarcio%2Bdias.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559127614119980610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;Impossível postar todos, aqui, apenas alguns, pra compartilhar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX7jUcFUpI/AAAAAAAAArM/lnunMdEt4Es/s1600/Janine%2B-%2Baluna%2B4%2Bserie%2BEscola%2BMachado%2Bde%2BAssis.bmp"&gt;&lt;img style="display: block; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt; 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O projeto começou como um espaço de criação e, no meio do ano, estávamos completamente metidos nas escolas, mexendo com o corpo de alunos e professores. Nesse sentido acredito que o projeto tem a minha cara: vai se construindo ao longo, criando metas e construindo resultados para muito além do que se imagina. É uma delícia saber que transcendemos burocracias e que nosso espaço real é esse lugar concreto entre nossa pele e a pele do público, entre a nossa imaginação e a imaginação de quem nos assiste e nos interpela.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX0k2Nh-nI/AAAAAAAAArE/g5j7hzSoZxg/s1600/Tata%2Bno%2Bcampo%2BXII.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSX0k2Nh-nI/AAAAAAAAArE/g5j7hzSoZxg/s400/Tata%2Bno%2Bcampo%2BXII.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559118228923480690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 70.8pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Importante deixar registrado aqui as pessoas que participaram deste longo e curto ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 70.8pt; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 70.8pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 70.8pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;EQUIPE DO PROJETO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 70.8pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Coordenação: Maria Falkembach&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Docentes Colaboradores: Alexandra Dias e Daniel Furtado &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Funcionária Colaboradora: Cátia Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Discente bolsista do projeto:Mônica Borba&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;Discentes integrantes do projeto:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Gessi de Almeida Könzgen&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Taís Chaves Prestes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Carlos Eduardo Machado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Vagner Vargas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Roberta Pires Rangel&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Alexandra Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Denise dos Anjos Azevedo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Tauana Oxley Pereira&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Thuani Ceroni Silveira&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;     Ellen de Medeiros Nunes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1477845131054457043?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1477845131054457043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1477845131054457043' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1477845131054457043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1477845131054457043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2011/01/tata-em-2010.html' title='Tatá em 2010'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TSXzWyDvRnI/AAAAAAAAAqs/c_ulBac8n98/s72-c/Tata%2Bno%2Bcampo%2BIII.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6455369540293863768</id><published>2010-08-04T13:39:00.001-07:00</published><updated>2010-08-04T13:47:10.030-07:00</updated><title type='text'>Mostra de Teatro Mulher em Cena</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TFnRiBqvrWI/AAAAAAAAAnY/PqF9MuLOsv8/s1600/GetAttachment+3.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 79px; DISPLAY: block; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501658802303249762" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TFnRiBqvrWI/AAAAAAAAAnY/PqF9MuLOsv8/s400/GetAttachment+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6455369540293863768?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6455369540293863768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6455369540293863768' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6455369540293863768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6455369540293863768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2010/08/mostra-de-teatro-mulher-em-cena.html' title='Mostra de Teatro Mulher em Cena'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TFnRiBqvrWI/AAAAAAAAAnY/PqF9MuLOsv8/s72-c/GetAttachment+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1205134893964844394</id><published>2010-08-04T13:39:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T13:44:02.435-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/TFnQgRJYt9I/AAAAAAAAAnQ/SX6Cv-DbGL4/s1600/_folder-1.jpeg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; 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MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/St4PmshmZ2I/AAAAAAAAAl0/kEkxTgYV6TQ/s320/Convite_Virtual_Adelias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6002317128869257433?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6002317128869257433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6002317128869257433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6002317128869257433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6002317128869257433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/St4PmshmZ2I/AAAAAAAAAl0/kEkxTgYV6TQ/s72-c/Convite_Virtual_Adelias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4468223999233164199</id><published>2009-08-02T07:08:00.000-07:00</published><updated>2009-08-02T07:45:53.563-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TATÁ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AGENDA'/><title type='text'>TATÁ DANÇA SIMÕES</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SnWfU0J5bEI/AAAAAAAAAlc/xq_hfrczzgA/s1600-h/Logo+Tata.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365369711028169794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SnWfU0J5bEI/AAAAAAAAAlc/xq_hfrczzgA/s320/Logo+Tata.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro trabalho (em processo, diga-se de passagem) do Tatá – Núcleo de Dança-Teatro estreou na sexta. Tatá Dança Simões pretende ser uma montagem cênica baseada na obra de Simões Lopes Neto. Foi surpreendente (e muito importante) pra gente o público presente. Também é minha estréia como diretora e acho que só me dei conta disso, de fato, depois que tudo passou. Peguei o gosto!!! Com essa apresentação o curso de Licenciatura em Dança da UFPEL também começa a mostrar a sua cara. Uma das caras. Logo logo vão começar a aparecer os outros trabalhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O Núcleo é um projeto de extensão, vinculado ao curso de Licenciatura em Dança, do IAD -UFPEL, o qual completa um ano este mês. O Tatá Núcleo de Dança-Teatro faz sua 1ª apresentação e terá continuidade no decorrer do próximo semestre. A comunidade está convidada desde já! O núcleo integra artistas do curso de Dança-Teatro, do curso de Teatro e da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Coreografia e Direção Geral: Maria Falkembach.&lt;br /&gt;Elenco: Alexandra Latuada, Denise Bohn, Gessi Könzgen, Horácio Martins, Jaciara Jorge, Maicon Barbosa, Paulinho Borges, Roberta Rangel, Taís Prestes, Tales Ferreira, Tatiana Duarte, Vivian Alt.&lt;br /&gt;Vídeos: Chico Machado.&lt;br /&gt;Trilha Sonora: Leandro Maia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365371367434522834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 142px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SnWg1Ov8kNI/AAAAAAAAAlk/nUdnMsb_yHA/s200/convite%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Data: 31 de julho, sexta-feira&lt;br /&gt;Horário: 20 hs&lt;br /&gt;Local: Sala 1 do Curso de Licenciatura em Dança (terceiro andar do Clube Caixeiral)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entrada franca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4468223999233164199?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4468223999233164199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4468223999233164199' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4468223999233164199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4468223999233164199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/08/o-primeiro-trabalho-em-processo-diga-se.html' title='TATÁ DANÇA SIMÕES'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SnWfU0J5bEI/AAAAAAAAAlc/xq_hfrczzgA/s72-c/Logo+Tata.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4861332216271085089</id><published>2009-04-14T15:48:00.001-07:00</published><updated>2009-04-14T15:51:10.072-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VÍDEO'/><title type='text'>Espaço Público</title><content type='html'>&lt;p&gt;Exercício de vídeo com câmera fotográfica. O teatro e a rua. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Imagens capturadas no ensaio e apresentação da Farra de Teatro, em Porto Alegre - RS (em 2007). Câmera, direção e edição: Têmis Nicolaidis - Captura de áudio: Gustavo Türck - Músicas: Primavera Porteña (de Astor Piazzola, por Yo Yo Man), Tom Zé (não achei o nome da música, to buscando) e Carne Negre (de Seu Jorge, Marcelo Yuca E Wilson Capellette, por Elza Soares). - todas as músicas do espetáculo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Coletivo Catarse (www.coletivocatarse.com.br). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oRBWOsvbmXY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/oRBWOsvbmXY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4861332216271085089?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4861332216271085089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4861332216271085089' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4861332216271085089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4861332216271085089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/04/blog-post.html' title='Espaço Público'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1307314257861675771</id><published>2009-03-29T18:36:00.000-07:00</published><updated>2009-03-29T18:43:27.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>Diálogos: marcas, dúvidas e urgências do tempo presente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Daggi Dornelles                                                                                 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;coreógrafa, bailarina,professora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;(Texto produzido no II Diálogos da Dança, promovido pelo SESC-Porto Alegre)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de escrever, fui revisar as palavras de Márcia Strazzacappa, com a simples finalidade de não repetir abordagens; apenas reforçá-las, quando necessário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Começamos, ambas, com a questão dos diálogos, especificamente, estes "da Dança", promovidos pelo SESC. Penso que a maior força da iniciativa é o fato de que ela se desenvolve sob a tutela de uma instituição que pode propor novos formatos, apostando em modelos de risco, e abrindo o espaço para que os mesmos sejam aprimorados por uma avaliação e reconstrução gradativa, privilegiando a questão da arte e suas possíveis inserções na sociedade contemporânea.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, diria que foi dado o primeiro passo, ainda um pouco acanhado, que merece uma cuidadosa avaliação, para que cresça e supra – a exemplo do que ocorre em São Paulo – ações essenciais para as quais a administração pública ainda não encontrou o espaço devido, inclusive, por falta de "diálogos" efetivos, que promovam um real conhecimento mútuo e o amadurecimento da teia que pode construir o produtivo e, quem sabe, surpreendente link entre as responsabilidades administrativas e o papel da arte no amplo quadro da sociedade e suas culturas.&lt;br /&gt;O programa que me coube avaliar e comentar, além da diversidade de estilos, já presente no primeiro final de semana de apresentações, foi marcado pela grande diferença de formato, proposta e modo de comunicação: na sexta-feira, dia 07, fui até a esquina democrática, observar o resultado do workshop &lt;span style="color:#993399;"&gt;"posso roubar seu Movimento?", conduzido por Maria Falkenbach;&lt;/span&gt; no sábado, dia 08, fui ao Teatro do SESC Centro, para assistir “Pátria Minha”, da Cia Art&amp;amp;Manhas, sediada na cidade de Rio Grande, com coreografias de Doris Ramis, Heloisa Bertoli e Vanessa Picaluga.&lt;br /&gt;Tentarei, inicialmente, separar os dois momentos, a exemplo da forma como os vivenciei. Mas, antes, faz-se necessário expor brevemente a ótica sob a qual “espio” as cenas.&lt;br /&gt;Não sou crítico de arte, mas me considero bastante exigente e com senso crítico apurado no que tange aos inúmeros questionamentos que podem permear as ações humanas, incluindo àquelas de arte, e incluindo-me entre os questionáveis. Não tenho vínculos acadêmicos e, nesta condição, afasto-me também dos modelos adotados pelas instituições de ensino, em suas análises de arte e tentativas de classificação. O lugar de onde observo é a condição do artista – pleno de instabilidades e sujeito a constantes intempéries – que, por momentos, se estabiliza e logo sucumbe em incertezas, alegrias e danos, coletados em 30 anos de ininterrupta atividade de produção artística e em peregrinações por lugares e culturas diversas, que me presentearam com a experiência viva da diversidade; esta, atingindo-me em carne, diluindo minha nacionalidade, fazendo de mim um corpo mundano e desprendido que, hoje, observa o quadro do mundo e da nação com uma carga menor de sentimentalismo, ou comprometimento para com estes ou aqueles. Então, é desta geografia talhada em arte, caminhos do mundo e desidentidade, que emana meu ponto de vista sobre ambos os eventos. Tentarei dividi-lo, chamando a atenção para o fato de que a tarefa é árdua e tudo nela é relativo. O que temos são oscilações, produzidas por experiências diversificadas que, ao fluírem em generoso e honesto intercâmbio, nos oferecem algumas chances de real crescimento que, este sim, processado por cada indivíduo, sem receios e despido de ilusões, pode refinar o quadro geral de nossas culturas, de forma que nele caiba a dignidade do fazer de nossas artes. E, aqui, enfim, encontro-me ante um comprometimento de vida, para bem além das culturas e independente das tantas nacionalidades.&lt;br /&gt;No longo trajeto, percorrido de metrô entre São Leopoldo e o centro de Porto Alegre, algumas vezes, assaltava-me a curiosidade com relação ao momento que viria a observar. Eu mesma, com uma ampla vivência em ações de arte para o meio urbano, tinha certo receio de presenciar algo que pudesse significar uma imposição ao ambiente, ao seu rítmo e cenário característicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperei algum tempo na Esquina Democrática. Tive receio de ter perdido a cena, ou estar enganada sobre o local, até o momento em que uma das pessoas da multidão chamou minha atenção para um gesto diferenciado. Pouco depois, identifiquei Maria Falkenbach e Diana Manenti (do SESC): sim, ali chegavam os corpos a roubar o movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo instalou-se de forma sutil, a despeito do gestual preciso e diferenciado: nada que pudesse agredir, exceto àqueles que já tem a agressão “na veia”, como fato consumado, em relação a tudo o que igual não seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permaneceram, ali, por um tempo bem mais longo do que se esperava, sem produzir desgaste ou sensação de excesso. Para mim, observador, um momento raro de contemplação da cena humana e suas nuances: o moço que “adere” ao movimento e o reproduz por longo tempo; as meninas com riso nervoso de desentendidas a planejar a fuga – indecisa e lenta – para longe “daqueles loucos”; o rapaz que gesticula esclarecimentos para o amigo e que me surpreende, tanto quanto a si mesmo, com um gesto similar ao do grupo. Por instantes, fiquei sem saber quem era quem; sincronicidades, momentos comuns dos corpos, semelhanças que geram enlaces e diluem o território de atuação, num breve instante de comunhão. Um gentil automóvel que desvia  sua rota, e um outro, nem tanto, que insiste em atropelar o ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o correr do tempo, a ação do artista parece desdobrar-se em ilimitada cena comum, onde aquilo que somos, em diversidade de postura e sensibilidade, passa a integrar a performance e entrelaçar as cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem qualquer desmerecimento ao palco, precisamos, em via paralela, refletir sobre a pertinência e urgência destas “artes que vão ao mundo” e seus significados em uma sociedade pontuada por preconceitos, bombardeios midiáticos e racismos de toda ordem. Aqui, o simples e delicado “estar no mundo” é já um manifesto pró-diversidade, sensibilidade e desformatação de nossas radicais idéias de arte e comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, fui ao teatro, para viver uma experiência completamente diversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconhecia a Cia. Art&amp;amp;Manhas que, segundo as poucas informações que pude coletar, é o grupo original de uma escola que, atualmente, tenta dar seus primeiros passos como formação independente de bailarinos: uma transição complexa, com todas as dificuldades inerentes ao amadurecimento, fato que fica evidente na apresentação do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, sob um aspecto, é gratificante a qualidade de movimento de grande parte dos integrantes, sob outro, evidencia-se a fragilidade da composição como um todo, no momento em que é proposto um tema, que parece ficar restrito à função de álibi para que o movimento se efetive, e sem abordagens de maior significado, a exemplo do texto – também confuso – incluído no release.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inúmeras realidades brasileiras, os tantos contrastes do país, ainda que apenas em pontos de contato entre o corpo em movimento e o universo cultural brasileiro, como esclarece a apresentação do trabalho, é tópico de amplitude assustadora. Diante dele, se desejarmos ser conseqüentes, ou abrimos os permeáveis portais da inspiração e ousamos em todos os sentidos, ou buscamos minúcias, num árduo processo de estudo e elaboração. Ali, o movimento parece não ter feito sua escolha, deixando o Brasil e sua memória à cargo da trilha sonora, e ausente nas possibilidades coreográficas ou dramatúrgicas. Devo ter causado desgosto ao dizer que abri as portas da imaginação e permiti que os movimentos seguissem ao som de Bach, New Age, ou silêncio, como forma de por à prova minha impressão de ausência de Brasil no movimento, exceção feita ao breve solo, onde uma bailarina traz à cena pinceladas leves da ginga nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, tenhamos que retornar ao histórico de transição do grupo, este momento delicado que já mencionei anteriormente, um “turning point” entre a situação anterior de escola e o desejo de profissionalização. É provável que uma análise mais profunda desta situação forneça dados relevantes para o alicerce futuro. As escolas, ou seus grupos representantes – por “n” motivos relacionados à situação geral da dança no país, e que não cabe, aqui, mencionar, ou discutir – vivem o lugar comum de expor seus trabalhos nos inúmeros festivais que se realizam, ao longo do ano, e de Norte a Sul. Não raro, (felizmente, esta realidade dá alguns sinais de desgaste e necessidade de reavaliação) estes encontros estimulam um modelo focalizado em lucros – aqui, simbolizados por troféus, medalhas, classificações diversas e prêmios em dinheiro –  que muito mais aborta o criativo e suas possibilidades do que o estimula, como seria de direito e de desejo de uma consequente iniciação nos caminhos da criação artística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na arte, como na economia, e em todas as ordens possíveis deste momento do mundo, estamos MARCADOS, irreversivelmente, pelas fartas cicatrizes herdadas de uma cultura que nos diz que é preciso ganhar. Ganhamos o quê? Estamos, mais do que nunca, viciados e trancafiados em modelos insustentáveis e inflexíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta, feita durante o “diálogo”, a me pedir ajuda para conquistar o público, ecoa e prolifera em dúvidas e mais dúvidas. Não tenho receitas ou soluções. Estamos todos no ápice da incerteza. Não posso compor uma obra que deseje de arte pensando em conquistar público: seria uma traição à arte e ao público. Estas coisas acontecem, e inúmeros sucessos de público acontecem “a posteriori”, antecedidos por rejeições radicais. Creio, sim, que precisamos ter um afeto para com o mundo, paralelo à uma coragem gigantesca de nos expormos ao ridículo, ao fracasso, à resistência e ao risco de criar. Não só a dança, mas todas as coisas por nós feitas, andam com urgência de adeptos da criatividade e do risco, que tanto mais preciosos serão quando seus riscos significarem ganhos amplos, encantos compartilhados, lucros reaproveitáveis na ousadia do sonho de espaços, tempos, e riquezas compartilhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dialogar é preciso, em corpo inteiro e escancarado à ilimitada diversidade de referências, informações, ignorâncias, carências e mais tanto daquilo que nos constitui como raça tão adepta dos prós e arredia aos contras que sobre o “si mesmo” se abatem. O certo e o errado andam doentes, a auto-estima tem urgências de fazer-se outra estima, onde o outro é foco e pode, subitamente, confundir-se entre ele e eu. Conhecer, dialogar, abrir caminhos de comunicação, investigar sem esperar ganhar e como diria o velho Einstein, imaginar, que a imaginação é mais preciosa que o conhecimento, pois que abre portas e possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio às tantas burocracias, velharias cansadas de um sistema pouco criativo e desconfiado, iniciativas como esta, do SESC, merecem ser levadas a sério e à frente, revistas com cuidado e boa vontade, para que tenhamos muitos campos de diálogos possíveis, sonháveis e, naturalmente, realizáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto tornou-se largo, entornou para fora do privilegiado círculo da dança e seus adeptos. Melhor assim, mais chances nos restam de refletirmos sobre as possibilidades de termos nossa arte entre os vitais entornos que, por alguma fresta, venham a arejar os tantos sufocos de um tempo presente, com urgências já quase irremediáveis de algum movimento vital, produzido pela renovação de todo o ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1307314257861675771?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1307314257861675771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1307314257861675771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1307314257861675771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1307314257861675771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/03/dialogos-marcas-duvidas-e-urgencias-do.html' title='Diálogos: marcas, dúvidas e urgências do tempo presente'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-706651501099961398</id><published>2009-02-05T16:21:00.001-08:00</published><updated>2009-02-05T16:21:35.299-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><title type='text'>Discurso do teatrólogo Augusto Boal, diretor artístico do Centro de Teatro do Oprimido, lido no dia 31 de janeiro durante o Fórum Social Mundial 2009</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A mídia costuma publicar só o que é espetacular, sensacional, mesmo que tenha que esconder a verdade. Hoje, fala-se mais da cor da pele de Barrack Obama do que do seu projeto político, como ontem falou-se mais dos seios da Carla Bruni do que das idéias direitistas do seu marido Sarkosy. A mídia tem dono, e reflete as opiniões do seu proprietário: o Fórum Social Mundial não tem dono, e deve refletir as nossas. Foro, Fórum, significa etimologicamente a praça pública, onde se pode discutir livremente. Este nosso Foro é mundial e deve, portanto, discutir os assuntos do mundo. Temos que saudar o fim da era Bush e seus parceiros, mas ficar atentos à nova era que começa. Aplaudir os primeiros atos de Barrack Obama, mas analisá-los com cuidado. Aplaudir sua decisão de fechar Guantânamo, mas lembrar que isso não basta: é necessário restituir Guantânamo ao seu legítimo dono, que é o povo cubano. Aplaudir a ordem de acabar com a tortura, mas lamentar que os torturadores não sejam punidos por esse crime de lesa-humanidade e continuem nos seus postos de comando. Aplaudir o desejo do novo presidente em dialogar com todos os países, mas explicar que não queremos, como ele promete ou ameaça, não queremos ver o seu país liderando o mundo - essa tarefa não compete nem aos Estados Unidos nem ao Paraguai, mas sim à Organização das Nações Unidas que para isso foi criada e tantas vezes tem sido desrespeitada pelo país de Barrack Obama. O Fórum é social, e temos que falar do genocídio dos palestinos. Temos que separar, de um lado, o cruel governo de Israel e, de outro, as centenas de milhares de judeus que com ele não concordam. Não devemos cometer a injustiça que se fez com os alemães, pensando que todos fossem nazistas, quando muitos morreram lutando contra Hitler e seus asseclas. Milhares de judeus, dentro e fora de Israel, condenam e se envergonham do que fez e faz o seu governo, que representa tão somente aqueles que o elegeram, mas não o judaismo. Dentro de Israel existem organizações como a dos Combatentes Pela Paz, de Chen Allon, que condenam a invasão e denunciam seus crimes. Tenho orgulho em dizer que, para isso, usam o Teatro do Oprimido entre outras formas de combate. No Oriente Médio já se inverteu a distribuição de papéis: se, ontem, Israel foi o pequenino David, hoje é o gigante Golias, filisteu. O novo Golias, apoiado pelos Estados Unidos, em 22 dias matou mais de 300 crianças e centenas mulheres e homens, civis ou combatentes. Eu chorei vendo a fotografia de um menino, um pequenino David palestino, jogando pedras contra um tanque de guerra. Se a lenda de David e Golias, ontem, foi apenas lenda, a história de Golias e David, hoje, é triste realidade: os 1.300 mortos ainda estão sendo retirados dos escombros, sem as solenes pompas fúnebres dos 13 soldados israelis. O Fórum e o mundo não podem esquecer esse crime antes mesmo que sejam enterradas suas vítimas. Nosso Fórum é pluralista, e deve se manifestar contra o colonialismo italiano que ofende a nossa soberania, que tenta interferir nas decisões da nossa Justiça, como está sendo o caso da concessão de asilo a Cesare Battisti. Existe uma lei brasileira que proibe a extradição de pessoas condenadas em seus países à pena de morte ou à prisão perpétua. É este o caso, é esta a lei! O ministro Tarso Genro apenas cumpriu a lei - a lei brasileira. O presidente Lula foi claro explicando aos italianos as sólidas bases da nossa decisão, mas parece que eles não entenderam, nem disso são capazes. Por quê? A Itália, que foi o berço do fascismo e deveria ser também a sua sepultura, mostra agora que a ideologia colonialista ainda está viva e pretende anular decisões soberanas do Brasil, invadindo o nosso Judiciário e querendo nos ensinar a diplomacia da obediência e da submissão. Temos que repudiar essa ofensa e libertar o prisioneiro! Nosso Fórum é social, e a economia também. A maioria dos países que estão em crise, ou dela se aproximam, sempre disseram não ter dinheiro para melhorar a Educação, a Saúde, a Previdência Social. De repente, para socorrer seguradoras, bancos e montadoras, esses governos descobriram que tinham bilhões e trilhões de dólares, euros, iens e libras. Nosso Fórum tem a obrigação moral de interrogar os senhores da Davos: de onde veio esse dinheiro? Quem os escondia? Quanto sobrou? Onde estão? O nosso Fórum Social também é brasileiro e é camponês: devemos saudar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, que é o mais democrático e bem organizado movimento de massas que o Brasil já teve, e que completa agora 25 de lutas pela terra, luta que continua. O Fórum Social Mundial não é daqueles que dizem Hay Gobierno? Soy Contra, e porque assim não é, deve se alegrar em receber tantos presidentes de tantas Repúblicas sulamericanas juntos neste evento: Evo, Correa, Kirchner, Chavez, Lugo e Lula. Nunca se viu fraternidade igual. Queremos agora ver os resultados concretos dessa irmandade. Devemos, muito cordialmente, lembrar aos nossos presidentes que a Política não é a arte de fazer o que é possível fazer, mas sim a arte de tornar possível o que é necessário fazer! Caminhar não é fácil! As sociedades se movem pelo confronto de forças, não pelo bom senso e justiça. Temos que avançar e, a cada avanço, avançar mais, na tentativa de humanizar a Humanidade. Não existe porto seguro neste mundo, porque todos os portos estão em alto mar e o nosso navio tem leme, não tem âncoras. Navegar é preciso, e viver ainda mais preciso é, porque navegar é viver, viver é navegar! Eu sou homem de teatro e não posso deixar de falar de Arte e Cultura quando falo de Política, porque a Política é uma Arte que a Cultura produz. Temo que, mesmo entre nós, muita gente ainda pense em arte como adorno, e nós dizemos: não é! A Palavra não é absoluta, Som não é ruído, e as Imagens falam. São esses os três caminhos reais da Estética para o entendimento: a palavra, o som e a imagem. São também os canais de dominação pois estão os três nas mãos dos opressores, não dos oprimidos: a Palavra dos jornais, o Som das rádios, as Imagens da TV e do cinema estadunidense, dominam nossos meios de comunicação e invadem nossos cérebros com seu pensamente único, seus projetos imperiais e suas mercadorias. Acabou-se o tempo da inocência... o tempo da contemplação já não é mais. Temos que agir! Palavra, imagem e som, que hoje são canais de opressão, devem ser conquistados pelos oprimidos como formas de libertação. Não basta consumir Cultura: é necessário produzi-la. Não basta gozar arte: necessário é ser artista! Não basta produzir idéias: necessário é transformá-las em atos sociais, concretos e continuados. A Estética é um instrumento de libertação. Eu felicito o nosso Ministério da Cultura pela criação de mais de mil Pontos de Cultura no Brasil inteiro, onde o povo tem acesso não só à Cultura alheia, mas aos meios de produzir sua própria Cultura sem servilismos, sua Arte sem modismos, porque entendemos que Arte e Cultura são formas de combate tão importantes como a ocupação de terras improdutivas e a organização política solidária. Sonho com o dia em que no Brasil inteiro, e no inteiro mundo, haverá em cada cidade, em cada povoado ou vilarejo, um Ponto de Cultura onde a cidadania possa criar e se expressar pela arte, afim de compreender melhor a realidade que deve transformar. Nesse dia, finalmente, terá nascido a Democracia que, hoje, só existe em Fóruns como este! Ser cidadão, meus companheiros, não é viver em sociedade: é transformar a sociedade em que se vive! Com a cabeça nas alturas, os pés no chão, e mãos à obra! Muito obrigado.&lt;br /&gt;Augusto Boal&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-706651501099961398?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/706651501099961398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=706651501099961398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/706651501099961398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/706651501099961398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/02/discurso-do-teatrologo-augusto-boal_05.html' title='Discurso do teatrólogo Augusto Boal, diretor artístico do Centro de Teatro do Oprimido, lido no dia 31 de janeiro durante o Fórum Social Mundial 2009'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2784387656985277292</id><published>2009-02-05T14:50:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T16:19:36.851-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 7/11/08, na Esquina Democrática - Porto Alegre</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Fotos de RodrigoMigliorin&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYuAMOiBJFI/AAAAAAAAAfY/AOGHnWBtuEw/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+107.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299470334079083602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYuAMOiBJFI/AAAAAAAAAfY/AOGHnWBtuEw/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+107.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYuAL5_OUKI/AAAAAAAAAfQ/M1iVhdlZCHk/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+098.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299470328564437154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYuAL5_OUKI/AAAAAAAAAfQ/M1iVhdlZCHk/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+098.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-vEfE-EI/AAAAAAAAAfI/DNiK8Ln8ewE/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+097.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299468733654562882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-vEfE-EI/AAAAAAAAAfI/DNiK8Ln8ewE/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+097.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-u0otODI/AAAAAAAAAfA/5kszKw4nd-w/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+079.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299468729399982130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-u0otODI/AAAAAAAAAfA/5kszKw4nd-w/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+079.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-uj-2DyI/AAAAAAAAAe4/d2s53wpAp4o/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+074.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299468724929433378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYt-uj-2DyI/AAAAAAAAAe4/d2s53wpAp4o/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+074.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2784387656985277292?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2784387656985277292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2784387656985277292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2784387656985277292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2784387656985277292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/02/posso-roubar-seu-movimento-fotos-do-dia_05.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 7/11/08, na Esquina Democrática - Porto Alegre'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYuAMOiBJFI/AAAAAAAAAfY/AOGHnWBtuEw/s72-c/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+107.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8197792515678045781</id><published>2009-02-05T14:06:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T14:49:27.718-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 7/11/08, na Esquina Democrática - Porto Alegre</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Fotos de Rodrigo Migliorin&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtry0SAbHI/AAAAAAAAAew/IAhheRf9_1M/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+076.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299447907303320690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtry0SAbHI/AAAAAAAAAew/IAhheRf9_1M/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+076.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtrysHJ0pI/AAAAAAAAAeo/DCNPLL5RyAQ/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+060.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299447905110315666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtrysHJ0pI/AAAAAAAAAeo/DCNPLL5RyAQ/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+060.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtn5ZzKrZI/AAAAAAAAAeg/vxPX-tUAZJM/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+022.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299443622407220626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtn5ZzKrZI/AAAAAAAAAeg/vxPX-tUAZJM/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtn4_W_R0I/AAAAAAAAAeY/-nThYDEtOpk/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+012.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299443615309711170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtn4_W_R0I/AAAAAAAAAeY/-nThYDEtOpk/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtmwhBX5SI/AAAAAAAAAeQ/9tTk-i8rTm0/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299442370215404834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtmwhBX5SI/AAAAAAAAAeQ/9tTk-i8rTm0/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtmwWTZkgI/AAAAAAAAAeI/RaS8rVLjef0/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299442367338222082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtmwWTZkgI/AAAAAAAAAeI/RaS8rVLjef0/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8197792515678045781?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8197792515678045781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8197792515678045781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8197792515678045781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8197792515678045781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/02/posso-roubar-seu-movimento-fotos-do-dia.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 7/11/08, na Esquina Democrática - Porto Alegre'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SYtry0SAbHI/AAAAAAAAAew/IAhheRf9_1M/s72-c/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoII+076.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1151471352707228227</id><published>2009-01-27T15:53:00.001-08:00</published><updated>2009-01-27T16:52:11.871-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 9/11/08, no Parque da Redenção</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Fotos de Rodrigo Migliorin&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-r9bQcdLI/AAAAAAAAAeA/xq2d5HbqJsA/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+042.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296140758588093618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-r9bQcdLI/AAAAAAAAAeA/xq2d5HbqJsA/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+042.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-r9MKyVUI/AAAAAAAAAd4/-vs5_I72_tU/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+091.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296140754537829698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-r9MKyVUI/AAAAAAAAAd4/-vs5_I72_tU/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+091.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-p7zxzIVI/AAAAAAAAAdw/EkMW1hTIaVg/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+090.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296138531787448658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-p7zxzIVI/AAAAAAAAAdw/EkMW1hTIaVg/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+090.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-p7rzwA1I/AAAAAAAAAdo/4OdniLdb-SM/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+019.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296138529648149330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-p7rzwA1I/AAAAAAAAAdo/4OdniLdb-SM/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+019.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-n7BTmY1I/AAAAAAAAAdg/YA26WjWRgUM/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+106.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296136319215756114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-n7BTmY1I/AAAAAAAAAdg/YA26WjWRgUM/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+106.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-n6mKsY3I/AAAAAAAAAdY/8bc2nriIqCk/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+111.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296136311930643314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-n6mKsY3I/AAAAAAAAAdY/8bc2nriIqCk/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+111.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-l9hfpUTI/AAAAAAAAAdQ/PXE-lRe_gq8/s1600-h/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+034.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296134163192697138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-l9hfpUTI/AAAAAAAAAdQ/PXE-lRe_gq8/s400/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+034.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1151471352707228227?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1151471352707228227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1151471352707228227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1151471352707228227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1151471352707228227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/01/posso-roubar-seu-movimento-fotos-do-dia_27.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 9/11/08, no Parque da Redenção'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-r9bQcdLI/AAAAAAAAAeA/xq2d5HbqJsA/s72-c/Maria_Performance_Posso_roubar_seu_MovimentoIII+042.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5321993158550814718</id><published>2009-01-27T15:35:00.000-08:00</published><updated>2009-01-27T17:33:27.389-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 9/11/08, no Parque da Redenção</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Fotos de Pâmela Capeletti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296125081184203458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-ds4YFcsI/AAAAAAAAAc4/Ku4YAQ09hoU/s400/Gurias+perto+do+espelho+dagua+-+foto+Pamela.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-ds3p-wDI/AAAAAAAAAcw/KG9-5gx2n-4/s1600-h/Debora,+Aline+e+Alessandro+-+foto+PAmela.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296125080990826546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-ds3p-wDI/AAAAAAAAAcw/KG9-5gx2n-4/s400/Debora,+Aline+e+Alessandro+-+foto+PAmela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-dsz41z8I/AAAAAAAAAco/ctBh7U7qghA/s1600-h/Foto+trabalhada++-+com+Joba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296125079979413442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-dsz41z8I/AAAAAAAAAco/ctBh7U7qghA/s400/Foto+trabalhada++-+com+Joba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296125079287892834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-dsxT-C2I/AAAAAAAAAdA/eSTXLxUVWCw/s400/Nana+de+costas+no+chao+-+foto+Pamela.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-bPRL21uI/AAAAAAAAAcg/AsiMffxhPRM/s1600-h/Nanda+e+Juliana+-+foto+Pamela.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296122373424469730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-bPRL21uI/AAAAAAAAAcg/AsiMffxhPRM/s400/Nanda+e+Juliana+-+foto+Pamela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296125087012218162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-dtOFl5TI/AAAAAAAAAdI/9x4O-muCVEY/s400/Nana+e+Aline+no+peixinho+-+Foto+Pamela.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-bPAWuq9I/AAAAAAAAAcY/RFiMQszNmb0/s1600-h/Foto+Preto+e+Branco+-+todos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296122368906669010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-bPAWuq9I/AAAAAAAAAcY/RFiMQszNmb0/s400/Foto+Preto+e+Branco+-+todos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-bPI8W1AI/AAAAAAAAAcI/HFG2ibE3IZg/s1600-h/Foto+posso+roubar+Pamela+1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5321993158550814718?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5321993158550814718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5321993158550814718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5321993158550814718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5321993158550814718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2009/01/posso-roubar-seu-movimento-fotos-do-dia.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO? Fotos do dia 9/11/08, no Parque da Redenção'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SX-ds4YFcsI/AAAAAAAAAc4/Ku4YAQ09hoU/s72-c/Gurias+perto+do+espelho+dagua+-+foto+Pamela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1393529040445137522</id><published>2008-11-09T09:52:00.000-08:00</published><updated>2008-11-09T10:05:19.867-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Jesus podia curar os cegos sem mover uma pálpebra, por um ato de sua vontade, no entanto cospe na poeira e passa o barro no olho sujo do homem, para que o milagre sobrevenha. É humano usar o barro, a mão, o gesto. A excepcionalidade do teatro é esta, sua justificação ontológica, não é? o destaque do humano." &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Adélia Prado (Proza reunida, p. 229)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1393529040445137522?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1393529040445137522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1393529040445137522' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1393529040445137522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1393529040445137522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/11/jesus-podia-curar-os-cegos-sem-mover.html' title=''/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8227067165254369900</id><published>2008-11-07T04:26:00.000-08:00</published><updated>2008-11-07T04:29:37.334-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AGENDA'/><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO?  AMANHÃ, DIA 7/11, ÀS 12HS NA ESQUINA DEMOCRÁTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRQz-5rafZI/AAAAAAAAAb4/GDXIGeM7pI4/s1600-h/Performance_Posso_roubar_seu_Movimento+Divulgacao+SESC.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265891020030770578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRQz-5rafZI/AAAAAAAAAb4/GDXIGeM7pI4/s400/Performance_Posso_roubar_seu_Movimento+Divulgacao+SESC.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8227067165254369900?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8227067165254369900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8227067165254369900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8227067165254369900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8227067165254369900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/11/posso-roubar-seu-movimento-amanh-dia_07.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO?  AMANHÃ, DIA 7/11, ÀS 12HS NA ESQUINA DEMOCRÁTICA'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRQz-5rafZI/AAAAAAAAAb4/GDXIGeM7pI4/s72-c/Performance_Posso_roubar_seu_Movimento+Divulgacao+SESC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5592520982227816833</id><published>2008-11-06T10:12:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T10:14:16.001-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AGENDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRMzyZNrJSI/AAAAAAAAAbw/jU-O6FCEpP4/s1600-h/Divulgacao+Adelias+Pelotas+jpg+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265609330180957474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 309px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRMzyZNrJSI/AAAAAAAAAbw/jU-O6FCEpP4/s400/Divulgacao+Adelias+Pelotas+jpg+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5592520982227816833?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5592520982227816833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5592520982227816833' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5592520982227816833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5592520982227816833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/11/blog-post_06.html' title=''/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SRMzyZNrJSI/AAAAAAAAAbw/jU-O6FCEpP4/s72-c/Divulgacao+Adelias+Pelotas+jpg+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6899487835404389339</id><published>2008-11-06T09:10:00.001-08:00</published><updated>2008-11-06T09:12:04.172-08:00</updated><title type='text'>POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO?  AMANHÃ, DIA 7/11, ÀS 12HS NA ESQUINA DEMOCRÁTICA</title><content type='html'>Mudou o horário da performance - será às 12hs!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6899487835404389339?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6899487835404389339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6899487835404389339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6899487835404389339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6899487835404389339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/11/posso-roubar-seu-movimento-amanh-dia.html' title='POSSO ROUBAR SEU MOVIMENTO?  AMANHÃ, DIA 7/11, ÀS 12HS NA ESQUINA DEMOCRÁTICA'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-382720752884431409</id><published>2008-11-04T04:21:00.001-08:00</published><updated>2008-11-04T04:22:46.900-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VÍDEO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Salão de Idéias: "Filosofia poética: a arte de escrever e o exercício do pensar", com Rubem Alves e Adélia Prado. No 8ºSalão de BH.</title><content type='html'>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/c3vry_xGmCk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/c3vry_xGmCk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-382720752884431409?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/382720752884431409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=382720752884431409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/382720752884431409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/382720752884431409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/11/blog-post.html' title='Salão de Idéias: &quot;Filosofia poética: a arte de escrever e o exercício do pensar&quot;, com Rubem Alves e Adélia Prado. No 8ºSalão de BH.'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1748383467975423732</id><published>2008-10-31T17:00:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T17:11:29.424-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>Posso Roubar seu Movimento? mais informações</title><content type='html'>&lt;span style="color:#663366;"&gt;Oficina Montagem, ministrada por Maria Falkembach, na qual os alunos participarão da construção e da realização de uma performance. Uma reflexão na trama do movimento.&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições pelo fone 3284.2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;De 3 à 611 das 18h30 às 21h30&lt;br /&gt;no SESC (av. Alberto Bins, 665)&lt;br /&gt;Dia 7/11 às 15h na Esquina Democrática&lt;br /&gt;Dia 09/11 às 17h no Parque Farroupilha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(atividade da MOSTRA SESC DIÁLOGOS DA DANÇA)&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Maria é atriz, bailarina, professora, Mestre em Teatro pela UDESC. Foi professora do Departamento de Arte Dramática da UFRGS e atualmente é professora convidada do curso de Mestrado Profissional em Dança da Universidade Nacional da Costa Rica. Foi fundadora do grupo Depósito de Teatro, com o qual realizou 9 espetáculos entre dança e teatro. Desenvolve as pesquisas sobre dramaturgia do corpo, transcriação e sobre a intertransculturalidade na criação cênica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Argumento da performance:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;            Nossas relações acontecem no espaço, entre a matéria. Uma trama de significados é construída no vazio e no silêncio. O movimento revela o invisível e essas relações. A vida, mais ínfima, sutil e frágil, é Movimento.&lt;br /&gt;Atores e bailarinos improvisam, a partir de movimentos codificados e movimentos roubados do público. Os movimentos codificados são o resultado da reflexão do grupo durante a criação. Reflexão que constrói conhecimento e pensamento no e pelo corpo.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que agem-dançam e expressam suas reflexões, compartilham este processo com o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Objetivos da Oficina Montagem:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- promover uma reflexão, através da linguagem performática, sobre os padrões de movimento contemporâneos (tanto na vida, quanto na arte);&lt;br /&gt;- aproximar o público do processo de busca pela invenção da linguagem, e do processo de reflexão, da dança contemporânea;&lt;br /&gt;- promover uma intensa experiência para bailarinos, provocando, no processo criativo, a ampliação do pensamento sobre dança, na relação com a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt; Princípios de reflexão que orientam a performance:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- confronto entre movimentos codificados e movimentos ditos “naturais”;&lt;br /&gt;- compreensão do outro a partir da compreensão do movimento;&lt;br /&gt;- relação entre padrões de movimento, padrões de discurso e padrões de visão de mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Princípios técnicos de criação:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- improvisação a partir da técnica de viewpoints;&lt;br /&gt;- princípios de análise do movimento de Rudolf Laban;&lt;br /&gt;- transcriação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1748383467975423732?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1748383467975423732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1748383467975423732' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1748383467975423732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1748383467975423732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/10/posso-roubar-seu-movimento-mais.html' title='Posso Roubar seu Movimento? mais informações'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4923337751169705415</id><published>2008-10-24T11:01:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:13:15.397-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DRAMATURGIA DO CORPO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VÍDEO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>RETRATO DA ATRIZ ENQUANTO CORPO: na criação de Molly Bloom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIPANJYJ8I/AAAAAAAAAYQ/7llCp1L4fQA/s1600-h/Movimento+na+Rua_4+-+baixa+resol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260783810925569986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIPANJYJ8I/AAAAAAAAAYQ/7llCp1L4fQA/s320/Movimento+na+Rua_4+-+baixa+resol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vídeo-Documentário sobre o meu processo de criação na montagem do espetáculo Penélope Bloom. Foi construído com imagens de ensaio, de mostras de processo e de apresentações (de junho de 2007 à maio de 2008), tendo como fio condutor o meu caderno de anotações de ensaios.&lt;br /&gt;O documentário propõe apresentar a construção de um modo de conhecimento específico no trabalho de uma atriz-dançarina. Por ser uma atriz que vive a experiência de problematizar a própria prática (que vive entre o espaço cênico e a academia), constato e aposto na contribuição deste conhecimento para a compreensão do mundo e do sujeito contemporâneo. A arte tem contribuído com o discurso científico, justamente por colocar-se onde a linguagem discursiva não é suficiente e nos limites entre os diferentes discursos das diferentes ciências. A arte (a dramaturgia do corpo, aqui de maneira específica) pode ser a ponte entre diferentes “verdades”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o vídeo passa por conceitos tais como DRAMATURGIA DO CORPO, TRANSCRIAÇÃO e INTERTRANSCULTURALIDADE. &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260784714731768914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIP00FkTFI/AAAAAAAAAYY/pJD8Txnf-do/s320/Movimento+na+Rua+_2+-+baixa+resol.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;Mesmo antes de ser finalizado, O RETRATO DA ATRIZ ENQUANTO CORPO já foi apresentado em duas ocasiões: no VI Simpósio de Arte-Educação, no dia 24 de setembro, na UNICENTRO (Guarapuava, Paraná) e Semana Da Pedagogia na FACOS (Osório, RS) no dia 15 de outubro.&lt;br /&gt;A recepção do público foi além de nossas expectativas. Isto aumentou a nossa vontade de buscar financiamento para finalizar, publicar e distribuir o vídeo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para introduzir o trabalho fizemos algumas imagens na rua, numa performance relâmpago, para apresentar o conceito de corpo como processo de trocas com o meio. As fotos aqui postadas, são deste dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260783809991095170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIPAJqlM4I/AAAAAAAAAYI/mdagDDEgFRY/s320/Movimento+na+Rua+_3+-+baixa+resol.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;FICHA TÉCNICA DO VÍDEO-DOCUMENTÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção: Maria &amp;amp; Cia e Catarse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câmera: Júlia Rodrigues e Gustavo Türck&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro e Edição: Maria Falkembach e Têmis Nicolaidis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha sonora: Leandro Maia. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4923337751169705415?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4923337751169705415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4923337751169705415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4923337751169705415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4923337751169705415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/10/retrato-da-atriz-enquanto-corpo-na.html' title='RETRATO DA ATRIZ ENQUANTO CORPO: na criação de Molly Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIPANJYJ8I/AAAAAAAAAYQ/7llCp1L4fQA/s72-c/Movimento+na+Rua_4+-+baixa+resol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4322686841391550952</id><published>2008-10-24T04:20:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:51:10.003-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>MOSTRA SESC DIÁLOGOS DA DANÇA - 3ª Edição</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Estarei participando desta Mostra com uma &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;OFICINA MONTAGEM&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;INSCREVAM-SE!!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260793539212819090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIX2d1zOpI/AAAAAAAAAZA/ybZbtcEZUps/s400/divulgacao+mosta+sesc.bmp" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260793546912236546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 233px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIX26hfBAI/AAAAAAAAAZI/8Fh7Y-sIpQI/s400/divulgacao+mosta+sesc+cont.bmp" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Debates após os Espetáculos e Produção de Críticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debates com a presença de Márcia Strazzacappa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Licenciada em Pedagogia (1986) e Bacharel em Dança (1990) pela Universidade Estadual de Campinas, possui Mestrado em Educação pela UNICAMP (1994) e Doutorado em Artes - Estudos Teatrais e Coreográficos pela Universidade de Paris, França (2000). Foi pesquisadora do LUME (1986/1995) Atualmente é professora doutora colaboradora da Faculdade de Educação da UNICAMP, atuando nas graduações de pedagogia, dança e teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 01 e 02/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate com a presença de Daggi Dorneles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1989, tranferiu-se para Alemanha onde trabalhou como professora, bailarina e assistente de diversas produções, além da composição de trabalhos solo, e residências de estudo na Folkwang Hochschule-Essen, incluindo a concessão da Bolsa Virtuose, do MinC, em 1999/2000. Atualmente dedica-se a ações de arte para a cidade, que resultaram em seu projeto “o passar em branco – poemas urbanos”, contemplado no Brasil com a Bolsa VITAE de Artes 2003/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 08/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apresentações Artísticas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Espetáculo “Entrecorpo”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Companhia Municipal de Caxias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de um diálogo poético entre dança, teatro e música nasce ENTRECORPO, trabalho sutil, sensível, de uma profundidade capaz de acordar outros corpos com questões como: que espaço o meu corpo ocupa em relação ao outro e o nosso em relação ao todo e a tudo? Quantas falas, idéias, discursos, pensamentos, conceitos percorrem entre estes corpos criando diferentes formas de diálogos. O que surge é uma dança totalmente presente, atenta também a todos e a tudo, onde a atenção se impõe e se coloca a mercê de ações que estabelecem a dramaturgia desta criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coreografia de Cláudia Palma criada para a Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 01/11 às 20h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Teatro Sesc Centro – Avenida Alberto Bins, 665&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Espetáculo Bundaflor, Bundamor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Severino Cia de Dança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendação etária: aconselhável para maiores de 18 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chamada “preferência nacional” dos brasileiros é um dos temas de criação para o novo trabalho coreográfico da Eduardo Severino Companhia de Dança – “Bundaflor, Bundamor” -, que discorre sobre a Bunda, a bunda como produto nacional e cultural. Utilizamos como inspiração para a pesquisa coreográfica de textos do livro do historiador francês Jean Luc Henning, “A breve história da bunda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espetáculo propõe um olhar diferenciado a essa parte do corpo humano, atentando para a sua constituição, o seu desenho e as suas possibilidades motoras. A bunda brasileira, formada graças à herança genética africana, é massa carnal rebolante que mostra a nossa alegria mestiça, em algumas manifestações mais originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cena, Eduardo Severino, Luciano Tavares, Mônica Dantas, Dani Boff e Luciana Hoppe abordam com humor o imaginário brasileiro, brindando nos movimentos de seus corpos para além da banalização dos elementos que compõem o real e o simbólico desse universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concepção coreográfica: Eduardo Severino / Luciano Tavares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção artística: Eduardo Severino / Bia Diamante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 02/11 às 21h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Sala 209, Usina do Gasômetro (Av. João Goulart, 551).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Performance “Posso roubar seu Movimento?”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Direção e concepção: Maria Falkembach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas relações acontecem no espaço, entre a matéria. Uma trama de significados é construída no vazio e no silêncio. O movimento revela o invisível e essas relações. A vida, mais ínfima, sutil e frágil, é Movimento.&lt;br /&gt;Atores e bailarinos improvisam, a partir de movimentos codificados e movimentos roubados do público. Os movimentos codificados são o resultado da reflexão do grupo durante a criação. Reflexão que constrói conhecimento e pensamento no e pelo corpo.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que agem-dançam e expressam suas reflexões, compartilham este processo com o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 07/11 às 15h na Esquina Democrática (Rua dos Andradas com Av. Borges de Medeiros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 09/11 às 17h no Parque Farroupilha&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Espetáculo PÁTRIA MINHA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cia Art&amp;amp;Manhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pátria Minha surgiu como um impulso diante dessa imensidão de contrastes que é o nosso Brasil. É uma busca significativa entre a Dança Contemporânea e as diversidades das realidades brasileiras. Muito mais do que nomear, definir ou encenar, a pesquisa colhe os pontos de contato entre corpo em movimento e o universo cultural brasileiro, sem a necessidade de fundir uma história na outra, apenas expô-las juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção Geral: Doris Ramis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção de Palco: Luís Henrique Drevnovicz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coreógrafos: Doris Ramis, Heloisa Bertoli e Vanessa Picaluga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 08/11 às 20h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Teatro Sesc Centro – Avenda Alberto Bins, 665&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desenvolvimento Artistico e Cultural&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Oficina Montagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Construção e apresentação da Performance “Posso roubar seu Movimento?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção e concepção: Maria Falkembach&lt;br /&gt;Currículo resumido:&lt;br /&gt;Atriz, bailarina, professora, Mestre em Teatro pela UDESC. Foi professora do Departamento de Arte Dramática da UFRGS e atualmente é professora convidada do curso de Mestrado Profissional em Dança da Universidade Nacional da Costa Rica. Foi fundadora do grupo Depósito de Teatro, com o qual realizou 9 espetáculos entre dança e teatro. Desenvolve as pesquisas sobre dramaturgia do corpo, transcriação e sobre a intertransculturalidade na criação cênica.&lt;br /&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;“Posso roubar seu Movimento?” Oficina Montagem, ministrada por Maria Falkembach, na qual os alunos participarão da construção e da realização de uma performance. Uma reflexão na trama do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição das atividades:&lt;br /&gt;Vagas: 20 pessoas, a partir dos 14 anos.&lt;br /&gt;Performance: 02 apresentações de 1 hora, uma na rua da praia, outra no Parque da Redenção.&lt;br /&gt;Total da carga horária da atividade: 15 horas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;MOSTRA SESC DIÁLOGOS DA DANÇA&lt;br /&gt;Ingressos no dia ou 2h antes na Bilheteria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;R$ 10,00 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Usuário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;R$ 8,00 empresário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;R$ 5,00 Comerciários e dependentes, classe artística, estudantes e idosos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Inscrição para Oficina Montagem “Posso roubar seu Movimento?”. (DE 27/10 A 03/11)Ministrante: Maria Falkembach &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;R$ 20,00 Usuário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;R$ 15,00 empresário&lt;br /&gt;R$ 10,00 Comerciários e dependentes, classe artística, estudantes e idosos.&lt;br /&gt;Data: 03 a 06 de Novembro de 2008, das 18:30 às 21:30. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4322686841391550952?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4322686841391550952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4322686841391550952' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4322686841391550952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4322686841391550952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/10/mostra-sesc-dilogos-da-dana-3-edio.html' title='MOSTRA SESC DIÁLOGOS DA DANÇA - 3ª Edição'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SQIX2d1zOpI/AAAAAAAAAZA/ybZbtcEZUps/s72-c/divulgacao+mosta+sesc.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6836821814957152709</id><published>2008-09-05T10:54:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:14:09.223-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VÍDEO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Fragmentos de "Adélias, Marias, Franciscas..."</title><content type='html'>&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5AnorjNtXEY"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5AnorjNtXEY" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6836821814957152709?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6836821814957152709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6836821814957152709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6836821814957152709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6836821814957152709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/09/fragmentos-de-adlias-marias-franciscas.html' title='Fragmentos de &quot;Adélias, Marias, Franciscas...&quot;'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6970594114513542428</id><published>2008-09-05T07:21:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:14:27.512-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VÍDEO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Penélope Bloom - imagens de ensaio</title><content type='html'>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/E4l7yp1DOJA&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/E4l7yp1DOJA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6970594114513542428?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6970594114513542428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6970594114513542428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6970594114513542428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6970594114513542428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/09/penlope-bloom-imagens-de-ensaio.html' title='Penélope Bloom - imagens de ensaio'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6386155410083142654</id><published>2008-08-27T04:40:00.000-07:00</published><updated>2009-03-29T18:46:23.871-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='VERTICE BRASIL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>MADALENAS NO BRASIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLlYhYfJoRI/AAAAAAAAAIs/9HT7P9XPUd0/s1600-h/DSCN1224.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240316971954315538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLlYhYfJoRI/AAAAAAAAAIs/9HT7P9XPUd0/s320/DSCN1224.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para maiores informações sobre este encontro, acessar os sites &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.verticebrasil.net/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.verticebrasil.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLU-T0UeXFI/AAAAAAAAAH0/oPOcp8Mt_zo/s1600-h/DSCN1224.JPG"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.themagdalenaproject.org/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.themagdalenaproject.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLU-UEO6wQI/AAAAAAAAAH8/x-Dptk-z5ew/s1600-h/DSCN1193.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239163761002448658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLU_rq6mhxI/AAAAAAAAAIc/7rq25y2yss8/s320/DSCN1207.JPG" border="0" /&gt;Então, agora somos Madalenas? Um riso frouxo escapou de cada uma depois da pergunta da Natália (Araújo), tímida, mas inquieta, refletindo o inefável que ligava nossos estômagos naquele começo de fim de encontro. Delícia de pergunta, que saiu certeira (percebi porque meu corpo se avivou e então vi, junto com o suspiro sonoro, a mudança de postura no corpo das mulheres da roda). A pergunta da Natália soou como o passo que demos juntas, no primeiro dia de oficina da Jill (Greenhalgh). Uma manhã inteira para darmos um passo juntas. Pensando agora, parece pouco tempo, tem gente que passa a vida e não consegue isso. E conseguimos mais: estar juntas antes do passo. Fui aprendendo a conhecer essas mulheres pelo primeiro passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é essa vontade de ser Madalena?&lt;br /&gt;Encontrei algumas respostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. É a vontade de conhecer o ser humano na ação e na relação, no passo. Essa é a possibilidade do teatro, talvez a única possibilidade de conhecer o humano. Por isso o teatro é tão importante. Pena que tanta gente ainda não descobriu isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. É a vontade de inventar critérios críticos e linguagens. E a vontade de acabar com essa fofoca de que mulheres não conseguem ser amigas. Quem foi o malandro que inventou isso? E quem inventou o modelo de amizade? Outro malandro? Ou foi uma tal avó que tinha aprendido com... não importa neste momento. De repente, ficou evidente que se tratam de critérios. Anotei quando a Jill falou: “o Projeto Magdalena é um lugar onde meu trabalho pode ter vida e encontrar critérios críticos diferentes (...). Nós mulheres temos gasto muita energia para nos inserir nesse mundo masculinista. (...) A arte tem que ser fiel às experiências políticas, sociais e biológicas para que seja autêntica. E estas experiências são diferentes para mulheres e homens.” Gostei da palavra critério por ser uma regra que a gente mesmo inventa, ou que ela mesma se inventa na necessidade. A própria palavra critério, tão apagadinha, revelou-se a partir de outros critérios. O perigo? Esconder-se atrás de critérios de proteção e fugir da crítica? Esse perigo não existe, pois se a necessidade desses novos critérios é justamente para construir espaços de exposição, do risco. Nesses cinco dias pude compartilhar a experiência de outros critérios de crítica, experiência do risco e da exposição. Como se constrói isso? Acho que dando o primeiro passo, juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. É a afirmação do pensamento e do conhecimento de atriz. Não anotei, mas não precisei, pois não esqueci do que a Júlia (Varley) falou sobre o conhecimento tácito do teatro, da construção de conhecimento e pensamento pela via da experiência teatral.&lt;br /&gt;Tenho estudado muito e às vezes tenho uma sensação que nós, ao fazer teoria da arte, do teatro, da dança, estamos nos tornando semióticos, neurofisiologistas, antropólogos... nada espantoso para os tempos da interdisciplinaridade. Cheguei a me perguntar (e escrevi em algum papelzinho pra depois desenvolver) se não seria possível construir uma teoria a partir de critérios artísticos. Por isto foi tão revelador quando a Júlia explicou a relação entre a periferia e o centro a partir da noção de equilíbrio de luxo. Estar na periferia é estar fora do centro, portanto em equilíbrio instável e em risco. Foi esse o seu modo de explicar o Projeto Magdalena, que, ao longo dos seus 22 anos foi conformando-se de um modo que encontrou seu “equilíbrio” fora do centro, no teatro desenvolvido por mulheres na periferia. As Madalenas vivem o risco e a disponibilidade para o movimento.&lt;br /&gt;Talvez a necessidade do apego à semiótica, à neurofisiologia, à antropologia, seja porque o mundo não tem idéia da complexidade do conhecimento de uma atriz. A compreensão da vida e do humano que faz parte de nosso ofício é, às vezes, assombrosa. E o mundo perde quando não aproveita isso.&lt;br /&gt;Agora, seguindo o modo de pensamento da Júlia, vou pensar como atriz: Cada nova personagem nos exige novos critérios. Compor uma personagem significa passar por um processo de reconstruir o próprio corpo a partir de outros padrões, de outros pontos de vista, de outros critérios de relação com o mundo. Para construir uma personagem não posso julgar, tenho que encontrar a sua forma dinâmica, o seu corpo em relação (extensão do que a personagem é). Está implícito no trabalho da atriz a possibilidade de escolher e inventar critérios. É inerente ao nosso ofício as múltiplas perspectivas, que nos convocam a cada dia inventar um novo modo de cortar cebola. Também é próprio do conhecimento da atriz conter o mistério, a familiaridade com as epifanias.&lt;br /&gt;Acho que cabe aqui um parêntese sobre a cebola. Tudo começou com a cena “A Cebola”, que a Maysa (Lepique) apresentou naquela tarde forte em que cada uma de nós se descascava mais um pouquinho. Não chorei com a cebola, mas não controlei quando tentei contar que a querida Maria Lúcia Raymundo não estava ali por motivos maiores. É inacreditável (não é esse o adjetivo, mas não encontro outro) que a Lucinha esteja nesse coma a cinco anos. Difícil recomeçar o texto, como foi difícil começar a cena depois de evocá-la. Mas sigo... Mais que a cebola, o que aparecia na cena da Maysa era a faca e as suas pernas (é disso que lembro agora). Mas lá no meu modo de fazer associações e construir conhecimento, pensei que naqueles dias minhas camadas foram ficando mais transparentes. E no sábado, naquela roda no sol, quando chegou minha vez de falar sobre a experiência do encontro, pensei que eu estava entendendo, de fato, esse tal empoderamento, palavra apropriada pelo discurso político. Lembrei que quando eu era casada com o meu diretor teatral, ele discutia comigo quando eu não cortava a cebola da “maneira certa”. Isso não era em cena, era em casa mesmo, quando eu cortava cebola pra fazer comida. Eu nunca consegui aprender qual era a tal “maneira certa”. De qualquer modo que eu cortasse, os pedaços iam ficar iguais. Não entendia. E juro que me esforçava para entender a lógica dele. Eu tentava decorar, mas sempre esquecia qual era a “maneira certa”. E várias vezes me senti burra porque não sabia. Depois de algum tempo separada, fui cortar cebola, e foi indescritível a sensação de liberdade por poder cortar a cebola do modo que eu queria. Hoje, cada dia, invento um jeito diferente. Aprendi, neste ano, a ralar a cebola. É ótimo! Qualquer dia desses meto do liquidificador.&lt;br /&gt;No Vértice, a cada dia eu conseguia perceber um pouquinho mais de cada uma, sem ter que dissecá-las, pois não há diferença entre interno e externo, assim como não há diferença entre as camadas da cebola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. É a vontade de ser impura.&lt;br /&gt;Tenho lido muito sobre hibridismo, linguagens híbridas. Parece necessidade de quem é puro. E um dos conceitos relacionados ao híbrido é justamente a impureza, junto com cruzamento de fronteiras, mas também mestiço, bastardo. Linguagem pura pra mim é tão difícil de entender quanto cortar cebola da maneira certa. Pureza cheira fascismo e ignorância. Eu já sou mestiça e bastarda desde um meu bisavô e uma minha tataravó (desses existe conhecimento, talvez eu já tenha sido antes). E através de minhas linhagens cruzei diversas vezes as fronteiras, por vários motivos: desbravadora, fugitiva, escrava. É bom pensar em ser impura, não ter que carregar a imagem da Maria Imaculada. Pensar em Madalenas, no plural. Impuras e capazes de ver e viver no desequilíbrio da vida, construindo um equilíbrio dinâmico.&lt;br /&gt;Deslocar o centro.&lt;br /&gt;Viver a periferia para ser múltipla.&lt;br /&gt;Compor entre, em trânsitos.&lt;br /&gt;Encontrando novas conformações a partir das novas relações entre as periferias: variação de distância entre o calcanhar e a palma da mão, o cotovelo e o joelho... (pensando como atriz). Criando a expressão, na dinâmica da periferia, do centro que se desloca. Um centro fluído, instável.&lt;br /&gt;No Vértice Brasil ser Madalena talvez signifique essa impureza, de raça, de culturas, de poéticas. &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240322442147451218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLldfyi00VI/AAAAAAAAAJE/Ci8ZRAO-SBo/s320/DSCN1203.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240322440586315666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLldfsunx5I/AAAAAAAAAI8/I1d5lvrP-r0/s320/DSCN1328.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240323122622306658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLleHZgrGWI/AAAAAAAAAJM/_tH_-G5GsTA/s320/DSCN1319.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240322434702839746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLldfWz5D8I/AAAAAAAAAI0/Ewf1C4b46GA/s320/DSCN1257.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6386155410083142654?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6386155410083142654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6386155410083142654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6386155410083142654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6386155410083142654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/08/madalenas-no-brasil.html' title='MADALENAS NO BRASIL'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SLlYhYfJoRI/AAAAAAAAAIs/9HT7P9XPUd0/s72-c/DSCN1224.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4206073134948750879</id><published>2008-08-18T10:06:00.000-07:00</published><updated>2008-09-05T10:13:40.925-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>Participação no Projeto Interseções - Curitiba</title><content type='html'>FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, COORDENAÇÃO DE LITERATURA/FEIRA  DO  POETA&lt;br /&gt;CONVIDAM PARA O&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;PROJETO INTERSEÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;ENCONTRO SOBRE LITERATURA E DANÇA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;COM MARIA FALKEMBACH (Porto Alegre)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 21 de agosto (quinta-feira)às 19:30Palacete Wolf - Pç. Garibaldi, 07Informações: 3321-3317&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SKmsNC9fH6I/AAAAAAAAAHs/m0m9b4-sUJs/s1600-h/LITERATURA+E+DANCA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235905381927952290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SKmsNC9fH6I/AAAAAAAAAHs/m0m9b4-sUJs/s320/LITERATURA+E+DANCA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4206073134948750879?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4206073134948750879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4206073134948750879' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4206073134948750879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4206073134948750879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/08/participao-no-projeto-intersees.html' title='Participação no Projeto Interseções - Curitiba'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SKmsNC9fH6I/AAAAAAAAAHs/m0m9b4-sUJs/s72-c/LITERATURA+E+DANCA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2389081397823138952</id><published>2008-06-30T20:34:00.000-07:00</published><updated>2008-06-30T20:51:01.063-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Alunos da Monte Cristo assistem Penélope Bloom</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmpC4JmJFI/AAAAAAAAAHk/yu9BtN19tVQ/s1600-h/penelope7+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217887510182896722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmpC4JmJFI/AAAAAAAAAHk/yu9BtN19tVQ/s320/penelope7+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia 03 de junho, no Teatro Renascença, alguns alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Vila Monte Cristo, foram assistir o espetáculo Penélope Bloom. Eram todos estudantes das etapas finais da Educação de Jovens e Adultos (EJA), turmas T4, T5 e T6, sob responsabilidade do professor Mateus Gonçalves. Importante falar que o Mateus foi meu colega na faculdade e que atuamos juntos da peça Agora é Festa (escrita por mim em 1997). Mas mais importante é falar na seriedade que o Mateus conduz o trabalho teatral no colégio e no empenho dele em ampliar o espaço para o conhecimento artístico dos alunos.&lt;br /&gt;Duas semanas depois da apresentação, fui à Escola Monte Cristo conversar com os alunos. E encontrei um grupo atento e entusiasmado para saber mais. Haviam elaborado perguntas, em grupo, depois de terem conversado e escrito sobre suas impressões, percepções.&lt;br /&gt;E me fizeram muitas perguntas sobre o fazer teatral, sobre aquele espetáculo que não contava uma historinha com começo, meio e fim.&lt;br /&gt;E então o teatro ainda tem sentido.&lt;br /&gt;Pedi permissão para colocar no blog alguns escritos de alguns dos alunos. E o professor Mateus, responsável e cuidadoso de seus alunos, me pediu pra ter cuidado, pois esses “Jovens e Adultos” ainda não tem escrita fluente e totalmente correta. Peço, então, para que os leitores leiam esses escritos como eu, como lemos Joyce, percebendo a construção do texto que está nas entrelinhas. Percebendo o sujeito que segura a caneta e que faz cada voltinha, percebendo o atrito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se tu clicares em cima da imagem, ela se amplia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmq3xN-SI/AAAAAAAAAG8/ZDz7iCN3tk4/s1600-h/penelope1+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217884898740533538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmq3xN-SI/AAAAAAAAAG8/ZDz7iCN3tk4/s320/penelope1+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrPFhVjI/AAAAAAAAAHE/-QRvPeSD7WU/s1600-h/penelope3+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217884904999704114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrPFhVjI/AAAAAAAAAHE/-QRvPeSD7WU/s320/penelope3+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrX76gCI/AAAAAAAAAHM/YEcNjlFyZCY/s1600-h/penelope4+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217884907375329314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrX76gCI/AAAAAAAAAHM/YEcNjlFyZCY/s320/penelope4+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrbNwLPI/AAAAAAAAAHU/y3d-6U-SRlk/s1600-h/penelope41+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217884908255456498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrbNwLPI/AAAAAAAAAHU/y3d-6U-SRlk/s320/penelope41+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrnQHteI/AAAAAAAAAHc/9-pKsJk4WMw/s1600-h/penelope5+-+textos+alunos+Mateus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217884911486612962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmmrnQHteI/AAAAAAAAAHc/9-pKsJk4WMw/s320/penelope5+-+textos+alunos+Mateus.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;“Na terça-feira passada tive o privilégio de, juntamente com meus colegas de turma, ir ao teatro Renascença assistir ao espetáculo, Penélope Bloom, peça esta que é parte de um romance, um dos mais importantes do século 20. Cheguei ao teatro ansiosa, para ver como nos seria apresentado o monólogo vivido por duas atrizes. Durante o espetáculo, aos poucos percebi que a peça tratava-se de uma esposa à espera de seu marido que havia partido para a guerra, ela faz um balanço de sua vida, recorda e fala com o corpo, que por sinal é quem mais parece falar (seu corpo). Molly Bloom lembra do dia do seu casamento, e o tempo da cena são as primeiras horas do dia seguinte. Parece querer provar que ainda é uma mulher desejável capaz de seduzir muitos homens, ao contrario do que seu marido pensa, uma vez que se envolve com mulheres bem mais jovens. Confesso que para mim a peça foi de difícil entendimento, embora tenha um razoável conhecimento de espanhol, tive dificuldades de entender, não pelo idioma, como falei, mas pela linguagem do texto mesmo, talvez por ser apenas um capítulo de tantos outros do romance. Sai com vontade de ver mais, adorei o “dueto” embora fosse um monólogo, Maria falava basicamente com o corpo achei encantador, enquanto a fala mais expressiva era feita pela Vicky, se fechássemos os olhos teríamos apenas uma atriz no palco, elas de fato eram uma só personagem, Molly Bloom. Chamou-me atenção o cenário, não é preciso mobiliário farto quando se tem um bom texto, não nos detivemos nesse detalhe, pois as personagens nos detiveram a atenção, uma escada, um piano e uma cama, esta basicamente, foi o suficiente para completar o cenário. Não lembro no momento de nada que já tenha visto, relacionado a peça, talvez algum filme de romance mais antigo, como “E o Vento Levou”. Vou procurar obter mais conhecimentos, sobre este clássico da literatura mundial, que é este romance de Ullises. Embora não tenha entendido muito bem a linguagem do texto, achei muito interessante o espetáculo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2389081397823138952?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2389081397823138952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2389081397823138952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2389081397823138952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2389081397823138952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/06/alunos-da-monte-cristo-assistem-penlope.html' title='Alunos da Monte Cristo assistem Penélope Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SGmpC4JmJFI/AAAAAAAAAHk/yu9BtN19tVQ/s72-c/penelope7+-+textos+alunos+Mateus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8286884283450472292</id><published>2008-05-29T12:00:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T12:18:47.066-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>Memorial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O devaneio poético nos dá o mundo dos mundos, é um devaneio cósmico, é um fenômeno de solidão libertadora, que liga o sonhador ao seu mundo (BACHELARD, 2001, p. 14).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sou Maria. Nome que meus pais me deram. Já muito me perguntaram: só Maria? Sim, a resposta de sempre. Mas logo vem o sobrenome complicado, que sempre tenho que soletrar: F,A,L; K,E; M (de Maria); B,A,C,H (como o compositor, Bach). O Fonseca quase sempre suprimo, porque: Maria Fonseca tem uma perna grossa e outra seca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aviso aos navegantes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sempre em minha vida busquei o prazer nas tarefas, que imediatamente deixavam de ser tarefas, para tornarem-se criação e crescimento. É isto o que está acontecendo neste exato momento: o desafio desse memorial, que vem numa hora atribulada, nas vésperas de uma estréia (no momento a mais importante da minha vida), como mais uma das missões burocráticas para a inscrição em um concurso para dar aulas da Universidade, está tornando-se uma volta ao passado e, espaço de devaneio. Perdoem-me a poesia que possa fazer de mim mesma, mas hoje, principalmente hoje, no meio deste processo de transformar corpo em poesia (corpo que sou eu, no espaço cênico, mas também aqui), isso para mim é inevitável. É esta poesia que me dá prazer e extrema vontade de estar aqui me recriando.&lt;br /&gt;Livro importante pra mim (vários foram importantes: toda a coleção do Sítio do Pica-Pau Amarelo, de capa verde, da minha mãe, que ela lia pra mim e hoje lê pra minha sobrinha; O Menino Maluquinho, que meu pai me deu e eu levei muito tempo pra ler – estava sendo alfabetizada e o livro era muito grande. Não sigo a lista, é considerável) foi A Poética do Devaneio, de Gaston Bachelar. Segundo o escritor, existem devaneios tão profundos que ajudam o indivíduo a desembaraçar-se da sua história (que é contada pelos outros) e se re-encontrar com os seres que foi na infância. “[...] Fomos muitos na vida ensaiada, na nossa vida primitiva. Somente pela narração dos outros é que conhecemos nossa unidade. No fio de nossa história, contada pelos outros, acabamos, ano após ano, por parecer-nos com nós mesmos.” (Bachelard, 2001, p. 93). Aqui, eu outra, me conto, me ensaio e me apresento. Então, perdão pelos devaneios. E agora conto porquê o livro foi/é importante. Um dia, dançando, treinando, não..., improvisando ações para um espetáculo no limite entre a dança e o teatro, descobri que meu devaneio poético era corporal. Bachelard escreve que “o devaneio que o escritor experimenta na vida atual tem todas as oscilações dos devaneios de infância entre o real e o irreal, entre a vida real e a vida imaginária” (Ibd., p. 117-118). Minhas brincadeiras de criança sempre foram muito espaciais e corporais. O prazer extremo era sentido depois de um dia brincando, de chegar em casa imunda e muito cansada. Corpo cansado, suado e sujo sempre foi pra mim sinônimo de felicidade. É possível imaginar, então, um pouco de mim: um corpo que vibra quando transforma espaço e tempo em poesia e quando se reinventa. Isso tudo transborda um pouco pra minha escrita. Isso acredito e defendo: a continuidade entre espaço, corpo, linguagem, pensamento, emoção. Então, perdão pela linguagem, que, até aqui, nesse memorial, quer se inventar.&lt;br /&gt;Sigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os espaços para o corpo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nasci em Ijuí, noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Nasci lá, em 1972, porque foi lá que meus pais encontraram um lugar pra trabalhar (uma faculdade, hoje UNIJUÌ) longe dos porões da ditadura. Minha casa era imensa, tinha um pátio mais imenso ainda e, do outro lado da rua, tinha um bosque. Hoje, quando volto, não acho tão imenso assim, mas é grande: bastante espaço vazio para ser preenchido por corpos. Brincadeira boa era inventar aventuras, principalmente as perigosas, que exigiam subir em árvores, pular muros, ficar escondida. Estudar era mais um brinquedo. Enquanto a minha mãe lia e escrevia, quando trabalhava em casa, eu pedia “exercícios de matemática bem difíceis”, pra ficar do lado dela trabalhando também. Adorava ir pra escola. Uma escola singular. A gente voltava do recreio cansados e imundos, passava o restante da aula de pés descalços (fui criança de pés descalços), o caderno sempre sujava (a gente lavava bem a mão, mas às vezes um suor escorria, aí secava com a mão e... pronto). Acho que hoje mudou muito, mas na nossa época (o plural é porque incluo o meu irmão) a Escolinha (Escola Francisco de Assis) era formada por uma equipe de professores (as) corajosas (os) que nos amaram e brincaram muito conosco. Ali comecei a fazer teatro e a escrever. E lia muito.&lt;br /&gt;Na quinta série tive que ir pro CEAP (Colégio Evangélico Augusto Pestana) porque a Escolinha fechou por falta de verbas. Um dia, meus pais foram chamados na escola porque meus coleguinhas haviam reclamado que eu tirava o sapato na aula. Num dia desses, ano passado (2007), chegando pra dar minha aula no Departamento de Arte Dramática, lembrei desse episódio da infância. Minha vontade foi voltar para o passado pra dizer pras professoras e coleguinhas: Hoje, na minha sala de aula, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, os alunos só entram descalços.&lt;br /&gt;No ano seguinte (eu na sexta série) a Escolinha reabriu e, antes que meus pais soubessem, eu e meu irmão já estávamos matriculados.&lt;br /&gt;Para fazer o segundo grau voltei ao CEAP. Cheguei e fui diretamente procurar informações sobre o grupo de teatro: Perdidos no Palco. Por três anos, duas vezes por semana, às noites, o palco do colégio era o nosso espaço. Ali participei da criação de três montagens. Com a última recebi um prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, na etapa regional do Festival de Teatro Amador do Estado. No ano seguinte não pudemos ir para a etapa final porque eu e outros colegas já havíamos saído de Ijuí.&lt;br /&gt;Em 1990 eu já estava em Porto Alegre, fazendo Engenharia Química na UFRGS (sempre gostei de matemática e eu era ótima aluna de química).&lt;br /&gt;Outro espaço importante nessa memória do corpo foram as inúmeras horas dançando na Academia Adágio. Aos sete anos comecei a fazer aula de balé. E nunca parei. Cada ano que passava a dança ganhava mais tempo no meu dia. Fiz ballet, jazz, sapateado, dança moderna, flamenco, dança gaúcha, tudo o que vinha eu encarava. Aprendia a repetir os movimentos que me mostravam em frente a grandes espelhos. Os bastidores do mundo do espetáculo comecei a viver nas apresentações de final de ano da Academia. As primeiras viagens sozinha, ou em turma de colegas, foram para fazer curso de dança, em Porto Alegre, na Academia da Tony Petzhold, ou em Cruz Alta. Depois vieram as viagens para as apresentações. Eu e a Lise, minha vizinha e colega de dança, começamos a criar coreografias. Aos quinze anos, nós duas já estávamos dando aula de ballet, numa academia que a Raquel, nossa professora, abriu, bem próxima à nossa casa. No início deste ano, na Costa Rica, numa roda de músicos, que tocavam canções engajadas (esse adjetivo tem relação com o que quero expressar aqui, as músicas que tocavam não se limitavam a esta qualidade), depois de anos, ouvi Sobreviviedo, de Victor Heredia, e lembrei que esta foi a primeira música que escolhi para uma coreografia. Lembrei que esta escolha, naquela época, foi porque eu não queria apenas dançar passos (a praxi de coreografar era colocar os movimentos – passos formatados pelo estilo de dança – um depois do outro, no ritmo da música), queria expressar algo, mas como ainda não tinha clareza sobre as possibilidades da construção de significado na articulação do corpo, fui buscar o recurso na música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A escolha&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No final de fevereiro deste ano, na Costa Rica, depois de uma das apresentações de “Adélias, Marias, Franciscas...”, fui jantar com a Helena... Repito aqui o que escrevi nas minhas reflexões de viagem:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Elena Gutierrez, com toda sua história (sua dança, sua arte, sua fuga da ditadura do Chile, sua postura de mãe – concentrado de vida), me fez lembrar porque estou hoje aqui, nesse mundo de dança e teatro. Sempre dancei, sempre fiz teatro, desde niña, mas nunca pensava em ser bailarina ou atriz. Não tinha esse sonho... Muito estranho. Foi bem depois, já no último ano da engenharia, que num curso com o Fernando Peixoto, um curso que era de direção teatral, que eu não sei como fui parar lá não me lembro, mas um curso que era muita conversa, ele contando sobre sua história no teatro. A sua história era a história do Brasil. Foi naquele momento que decidi que era isso que eu queria. Não faço história do Brasil, até porque depois de estar na Costa Rica, descobri que o Brasil é grande demais. Mas tenho a sensação de estar fazendo a minha história e... sem modéstia... a história de bastante gente. Dá medo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Um ano antes desse curso com o Fernando Peixoto já estava fazendo aulas de dança contemporânea com Eneida Dreher, que havia estudado no Folkwang Tanzstudio de Pina Baush. Nas aulas da Eneida aprendi, entre muitas coisas, que há relação entre respiração e movimento, que o pé no chão deve ser “como bosta de vaca”, e voltei a encontrar sentido para a dança, motivo para a dança no meu corpo. Então, acabei a engenharia e pedi ingresso diplomado para o curso de Arte Dramática. De presente de formatura, ganhei dos colegas engenheiros o livro Obras Completas de Nelson Rodrigues.&lt;br /&gt;No primeiro ano de curso, Eneida me convidou para entrar no Terpsí-Teatro de Dança. Quando me dei conta eu já estava dançando profissionalmente, num dos grupos de dança mais importantes de Porto Alegre. No segundo ano de faculdade (1997), com alguns colegas, fundamos o grupo Maria e Cia. (embora eu tivesse vergonha do nome, eu não queria ser egocêntrica, mas os colegas insistiram, o nome era bonitinho) e encenamos uma peça que eu havia escrito, por encomenda de um grupo de teatro de uma escola em Panambi. A peça, Agora é Festa, falava de um grupo de adolescentes que preparava-se para uma festa, organizada pelo grêmio estudantil do colégio. Nos dirigiu, nesta montagem, Roberto Oliveira. Começou aí minha carreira profissional como atriz e dramaturga. Com Roberto e outros atores da cidade (Sandra Possani, Sergio Etchichury, Liane Venturela e Patrícia Fagundes), no ano seguinte, fundei o Depósito de Teatro, grupo do qual fiz parte até o início deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teoria e prática.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Então, no segundo ano de faculdade eu já estava trabalhando profissionalmente na dança e no teatro. Aulas: espaço para problematizar a prática que vivia nos grupos. A cena, os ensaios e apresentações: espaço para experimentar uma avalanche de conhecimento que até mim chegava todos os dias. Desde esse início, teoria e prática complementavam-se, a interface entre a academia e o palco permeáveis, eu tentando criar coerência no meu corpo que jogava com esses dois espaços.&lt;br /&gt;Como assim? Essa pergunta faço desde criança, quando não compreendo ou não me contento com uma dada explicação. Como assim? Sempre perguntei muito e hoje, como professora, no primeiro dia de aula, peço aos meus alunos que comecem a se fazer perguntas: pode ser uma única pergunta no semestre, mas ela deve acompanhá-los todos os dias de aula. Como uma pergunta sempre leva à outra...&lt;br /&gt;A primeira crise, que detonou a minha necessidade pela pesquisa e pela busca da reinvenção da linguagem nos processos criativos, chegou antes do fim da faculdade: Não sei dançar! Fiz a pergunta a mim mesma: como assim? Não me contentei, encarei o medo e a necessidade de me provar que eu dançava e, esbarrando nos limites entre dança e teatro criei Adélias, Marias, Franciscas..., meu projeto de graduação, minha primeira construção de dramaturgia corporal, baseada na obra da escritora Adélia Prado. Comecei a perceber que a explicação para o “como assim?” também poderia ser formulada num outro discurso, diferente do discursivo, conceitual. Poderia ser formulada no corpo, na articulação da linguagem estética na materialidade do corpo (da carne, segundo Artaud). E comecei a criar meu conceito e prática de dramaturgia do corpo. Isso foi em 2000.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CORPO: Unidade do organismo vivo, em que não existem as dicotomias corpo-mente, razão-sentimento. Uma anatomia que guarda sistemas complexos de desejos, medos e paixões; matéria constituída de mistério, que ciência, filosofia e religião tentam decifrar. Aqui, trata-se de um corpo inserido num campo cultural historicamente datado e constituído por técnicas formativas.O corpo é processo, o qual se constitui da complexa rede de trocas de informações, de relações dinâmicas entre o indivíduo com o meio e com os outros indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Mestrado em Teatro, realizado na UDESC, sob orientação do Professor Milton de Andrade, com dissertação defendida em 2005, foi espaço para muito estudar, para descobrir diferentes maneiras de construir conhecimento e distintos modos de compreensão do mundo: da filosofia, da sociologia, da semiótica. Escolhi a semiótica como a minha lente. Vó Francisca (a senhora carola e analfabeta, que foi minha babá), quando ganhou seus primeiros óculos de minha mãe, a qual percebeu que ela não via a agulha pra costurar, olhou pra sua costurinha e disse com alegria: tá tudo declarado! Foi assim a semiótica pra mim: ficou tudo coerente, explicável, redondo, visível, declarado.&lt;br /&gt;Transcrevo, aqui, parte da conclusão da minha dissertação, páginas 129 e 136:&lt;br /&gt;“&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Só agora nesse momento sinto o que sinto agora. Nesse aqui e agora entendo o que entendo e sinto que o que sentia era o que o que sentia. Como um sentimento de movimento. Algo que se repetia e pulsa e se repete e é agora. Um movimento que foi se fazendo de impulsos e pausas e mais impulsos e redes e saltos e socos e vazios cheios de outros movimentos que não juntava. Agora nesse momento agora o movimento nesse momento é outro que move em outros sentidos e ainda mais e mais e mais e agora e mais. Nunca mais aquele e agora esse que provoca e me coloca e me faz ser agora e com par partilhar. Brilhar talvez brilhar talvez amar. É só o mover é agora o corpo que pulsa e move e cria o agora o espaço nesse tempo que move e me move na direção do que me move. (E)motion.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(...) Somos feitos de traduções, de transcriação de gestos, de ritmos, de sussurros, de tons de voz, de odores, de toques, de distâncias, de olhares. O ator-dançarino pode agarrar essa idéia e trabalhar para aguçar seu sentido cinestésico, estimular a sinestesia e treinar as traduções em seu corpo, reconfigurando aquilo que lhe proporciona um lugar no mundo. Pode ser guloso por devaneios e provocar traduções de si próprio.&lt;br /&gt;No seu processo cognoscitivo, a possibilidade do artista é ir se construindo de obras: construindo um corpo formado pela tensão de um traço, pela congruência de um acorde e um gesto, pela oposição de uma sentença, pelo volume de uma palavra, pela leveza de uma textura, pela força de uma cor, pelo contraste de um movimento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que estou fazendo enxertos, aproveito pra fazer mais um: parte do texto do projeto Penélope Bloom – uma experiência intertranscultural na prática e pesquisa cênica, desenvolvido com o ator e diretor costarriquenho Gerardo Bejarano. Este projeto foi enviado ao Ministério da Cultura (pela empresa Maria &amp;amp; Cia. – agora aos 35 anos me assumo), concorreu e ganhou o Prêmio Myrian Muniz de montagem cênica, em 2007, e estréia dia 17 de abril de 2008. Trata-se de uma transcriação cênica do último capítulo do romance Ulisses, de James Joyce. Este enxerto foi escrito por mim, numa “linguagem de projeto” e colo aqui porque resume essa trajetória de pesquisa e criação:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desde a criação de “Adélias, Marias, Franciscas...”, espetáculo fruto do seu projeto de graduação, que Maria Falkembach persegue a concretização no corpo de dois conceitos, a fim de buscar clareza, precisão e acuidade na construção de signos estéticos pelo corpo cênico: 1. dramaturgia do corpo; 2. transcriação da linguagem literária para a linguagem cênica construída na materialidade do corpo.&lt;br /&gt;Neste primeiro espetáculo, a fonte foi Adélia Prado, sua poesia e sua prosa. A atriz criadora construiu a dramaturgia do espetáculo com base em ações dramáticas traduzidas do texto de Adélia, buscando a tradução tanto do conteúdo como da forma (congruência estética). O segundo espetáculo nesta linha criado foi o “Grávida”, este um espetáculo de dança que buscou traduzir para o corpo, desta vez, um texto oral, fruto de entrevistas com gestantes (ver programa do espetáculo em anexo). &lt;br /&gt;Assim, em seu mestrado, a atriz e bailarina Maria Falkembach, buscou sintetizar estas experiências e realizou uma pesquisa teórico-prática sobre a transcriação da obra da modernista Gertrude Stein (Dramaturgia do corpo e reinvenção de linguagem: transcriação de retratos literários de Gertrude Stein na composição do corpo cênico). Foi neste trabalho que pôde aprofundar e teorizar os conceitos anteriormente trabalhados de modo empírico. Além dos conceitos, pôde desenvolver uma idéia de treinamento e de princípios fundamentais na configuração do corpo cênico e na criação da ação dramática na escritura da dramaturgia do corpo.&lt;br /&gt;Stein, escritora americana que estudou medicina com William James, o criador do termo “fluxo de consciência” e desenvolveu sua literatura na busca por representar “o que as pessoas são”, também teorizou sobre sua composição, estimulou inúmeros artistas modernistas (principalmente os cubistas) e influenciou os jovens escritores, entre eles, Joyce.&lt;br /&gt;Então, o estudo aprofundado sobre a obra de Stein e seu modo de composição, realizado anteriormente, torna-se aqui fundamental para o processo de transcriação da obra de Joyce. Assim, a criação do espetáculo Penélope é evidentemente uma continuidade deste projeto de pesquisa e de criação da atriz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O projeto Penélope Bloom acabou levando-me para a Costa Rica&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um pouco mais sobre o ensinar&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dou aula de dança desde os 15. Na engenharia dava aula de cálculo I, fui monitora. Acho que sempre dei aula. Ensinar também era jogar, brincar. Ensinar e aprender sempre foram parte da vida, ações complementares. Em casa e na escola. E agora que penso em vida como movimento: ensinar e aprender é mover-se, melhor se feito com a coluna.&lt;br /&gt;Dei aula em projetos que buscam a democratização do acesso à arte e que buscam na arte o que chamam de resgate da cidadania, eu prefiro chamar de retomada do corpo, da vida (movimento) e das relações. Dei aula nas oficinas de teatro do Depósito de Teatro, workshops em diversos lugares e cidades...&lt;br /&gt;Dou aulas sem espelho e nem ensino passos. Procuro que a aula seja um espaço que promove experiências para o desenvolvimento de percepções e de auto-conhecimento, que provoca vivências para a ampliação das possibilidades de movimentos, de voz, de devaneios e de configuração de dramaturgia do corpo. E às vezes sofro porque na escola não há espaço para o corpo e tais experiências.&lt;br /&gt;Minhas últimas experiências como professora foram no Departamento de Arte Dramática da UFRGS (onde dei por dois anos as disciplinas Ateliê de Criação I e II e Laboratório de Técnicas Corporais I e II) e na Maestria Profesional em Danza da Universidade Nacional de Costa Rica (onde dei duas disciplinas concentradas: Análise do Movimento e Técnica de Dança III). Acredito piamente que meus alunos cresceram com esta experiência, pois a intensidade com que vivi este espaço e tempo me provocou grandes amadurecimentos. Descobri que a teoria (provocada pelas perguntas dos alunos) pode ser revelada pelo corpo.&lt;br /&gt;Isto é viável a partir da criação de um ambiente que é construído no limite entre o ensino, a pesquisa e a criação, entre a teoria e a prática e é possível a partir da capacidade de quem constitui esse ambiente suportar a indeterminação do processo, o risco, pois sonha e confia que linguagem, conceitos e pensamentos, os quais oscilam entre razão e devaneio, entre a ciência e a poesia, são construídos na experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu último texto, escrito para o programa do espetáculo Penélope Bloom, que estréia dia 17 de abril:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sobre o processo de criação e eu uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com Adélia Prado. Talvez tudo tenha começado com o meu medo de não saber dançar. Mesmo envergonhado, esse corpo procurou e encontrou Adélia. Que me deu coragem, e ainda dá.&lt;br /&gt;Na procura de compor como Gertrude Stein descobri um nome para o que fazia: transcriação. Uma reinvenção uma recomposição uma rearticulação no corpo de uma que queria ser uma daquela escrita que outra uma buscava para ser uma.&lt;br /&gt;Agora o desafio de destecer Joyce e tecer corpos num espaço-tempo cênico. Esse tecido está cheio de teoria teatral corporal o escambal. Mas nesse momento só lembro das noites paralelas à noite de Molly, meu corpo noite-vigília vivendo os movimentos desta uma. Neste agora bem aqui só penso no eu que esse processo produziu. No confronto constante com o masculino de Joyce e do diretor, na busca do meu feminino.&lt;br /&gt;Penélope Bloom: Reafirmação de meu corpo. Corpo Delícia. Constatação do meu poder. Mulher-vida-possibilidade-fertilidade. Afirmação desse modo complexo feminino de ser. Sim à não-razão. Molly transborda mulher. Possibilidade de reivindicar meu masculino femininamente. Duro e macio ao mesmo tempo. Uma mistura de ameixa e maçã.&lt;br /&gt;O recomeçar a tecer é retomar, todos os dias, os pequenos fatos, as pequenas (rel)ações, laços de afecto, infecções, que nos fizeram. E destecer é desconstruir, desfiar-se, desafiar-se para se reinventar. A busca do corpo que se faz e se re-faz, que se desmancha no outro para manchar-se em si mesma.&lt;br /&gt;Recomeçar. Reapaixonar-se. Remontar o tesão pelo existir. Sempre sempre sempre.&lt;br /&gt;Verdade ou mentira, meu corpo vive e enche o dia-a-dia e toda a minha vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Este projeto trata da montagem de um espetáculo que parte de uma pesquisa cênica de criação de linguagem teatral atravessada pela intertransculturalidade. Propõe uma experiência de intercâmbio cultural complexa a partir da criação de uma obra artística que não ignora (e evidencia) identidades e diferenças culturais nas escolhas que ocorrem durante o processo.&lt;br /&gt;Penélope Bloom, título da peça que será construída, é a personagem que protagoniza o último capítulo do romance Ulisses, de James Joyce, e o referido espetáculo, que será construído a partir da adaptação do texto citado.&lt;br /&gt;Aqui, esta personagem, a qual se situa entre as mais importantes da literatura ocidental, será composta por duas atrizes, uma brasileira, outra costarriquenha, portanto por dois corpos constituídos de múltiplos significantes culturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8286884283450472292?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8286884283450472292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8286884283450472292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8286884283450472292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8286884283450472292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/05/memorial.html' title='Memorial'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1229531329048486203</id><published>2008-05-22T13:24:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:15:01.844-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Fotos da Penélope no Renascença</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAAWrhGI/AAAAAAAAAGc/TyAjBqbmIxE/s1600-h/PenL13536kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203301339591574626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAAWrhGI/AAAAAAAAAGc/TyAjBqbmIxE/s320/PenL13536kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAQWrhHI/AAAAAAAAAGk/qet_xipNQog/s1600-h/PenL13540kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203301343886541938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAQWrhHI/AAAAAAAAAGk/qet_xipNQog/s320/PenL13540kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAwWrhII/AAAAAAAAAGs/sckMBtJwtgQ/s1600-h/PenL13586kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203301352476476546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAwWrhII/AAAAAAAAAGs/sckMBtJwtgQ/s320/PenL13586kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXBAWrhJI/AAAAAAAAAG0/T7rPI0yN9xc/s1600-h/PenL13678kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203301356771443858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXBAWrhJI/AAAAAAAAAG0/T7rPI0yN9xc/s320/PenL13678kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1229531329048486203?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1229531329048486203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1229531329048486203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1229531329048486203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1229531329048486203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/05/fotos-da-penlope-no-renascena.html' title='Fotos da Penélope no Renascença'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SDXXAAWrhGI/AAAAAAAAAGc/TyAjBqbmIxE/s72-c/PenL13536kiranfoto08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5285091554592680128</id><published>2008-05-14T07:43:00.000-07:00</published><updated>2008-05-14T07:45:16.270-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Penélope Bloom no "Segundas Dramáticas"</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;SEGUNDAS DRAMÁTICAS&lt;br /&gt;Dia 19 de Maio&lt;br /&gt;18 horas&lt;br /&gt;Sala Alziro Azevedo&lt;br /&gt;Av. Salgado Filho, 340&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexão sobre o processo de criação do espetáculo&lt;br /&gt;Penélope Bloom&lt;br /&gt;Composição de uma dramaturgia cênica dentro de uma pesquisa de transcriação e de intertransculturalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com: Maria Falkembach, Gerardo Bejarano,&lt;br /&gt;Leandro Maia e Júlia Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas e sua necessidade orgânica de se reinventar e, para isto, reinventar sua linguagem, confrontam os modelos vigentes. No teatro existem exemplos de artistas que chegaram a travar uma luta contra o teatro então vigente (Craig e Artaud foram dois dos mais inflamados).  Ao mesmo tempo, a redescoberta de tradições teatrais (como um exemplo: a commedia dell’arte) alimenta o movimento do ato criador da cena.&lt;br /&gt;Pois foi com esta necessidade, de se reinventar, que Penélope Bloom vai evidenciar o teatro como espaço privilegiado para “pensar, entender a complexidade humana numa perspectiva antropológica que integre o único e o múltiplo” (conceito de intertranscultural). Assim, duas culturas e poéticas teatrais distintas confrontam-se e complementam-se em cena, provocando os vazios necessários para um processo de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peça propõe uma leitura contemporânea de um dos maiores clássicos da literatura mundial: “Ulisses”, de James Joyce. Uma co-produção Brasil-Costa Rica que evidencia a multiplicidade de linguagens (teatro, dança, música e literatura) construídos dentro de uma experiência de intercâmbio cultural. A personagem Molly Bloom – marco do modernismo literário – é vivida ao mesmo tempo por duas atrizes: a brasileira Maria Falkembach, e a costarriquenha Vicky Montero. A direção é do costarriquenho Gerardo Bejarano e a trilha sonora é composta pelo brasileiro Leandro Maia.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Para ver fotos do espetáculo e textos relacionados, acessar o blog &lt;a href="http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/"&gt;http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Penélope Blooom retorna em cartaz no Teatro Renascença (av. Erico Veríssimo, 307), nos dias 20, 21, 22, 28 e 29 /05  e 3, 4 e 5/06, às 21h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDAS DRAMÁTICAS&lt;br /&gt;Encontros, leituras, debates, eventos.&lt;br /&gt;Sala Alziro Azevedo&lt;br /&gt;Av. Salgado Filho, 340&lt;br /&gt;ENTRADA FRANCA&lt;br /&gt;DAD/ CADi/PPGAC&lt;br /&gt;Instituto de Artes/UFRGS - 100 Anos&lt;br /&gt;Toda a semana, às 18 horas!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5285091554592680128?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5285091554592680128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5285091554592680128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5285091554592680128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5285091554592680128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/05/penlope-bloom-no-segundas-dramticas.html' title='Penélope Bloom no &quot;Segundas Dramáticas&quot;'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6025703069572848972</id><published>2008-05-13T12:35:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T13:41:28.857-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>PENÉLOPE BLUM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradecido pelo convite a participar nesta mesa¹, espero poder falar sobre uma declaração de amor.&lt;br /&gt;Antes, contudo umas notas para contextualizar o assunto. Estamos a falar de um romance, mas não de um romance qualquer, nem sequer de um entre outros maravilhosos romances. Estamos falando, senão do último romance, daquele que fecundou todos os que vieram depois: Ulisses, de James Joyce.&lt;br /&gt;Escrito entre 1914 e 1922, desenvolve-se em torno a três personagens o quais impregnam com seu selo às três partes do romance: Stephen Dedalus, Poldy e Molly, os dois últimos, respectivamente, hipocorísticos de Leopold Paula Bloom e Marion Bloom.&lt;br /&gt;Os que o consideraram o cume de todos os romances, chegaram a esta consideração devido a seu caráter de paródia de A Odisséia, de Homero. O substrato para tal estava contido em uma frase atribuída a Kierkegaard: toda fase histórica termina com a paródia de si própria. Era o que tinha acontecido com o Don Quixote em relação aos romances de cavalaria.&lt;br /&gt;Ulisses, dizem, nasceu com um estigma: o de difícil – ou mesmo impossível – leitura. Pode ser! Mas não se pode deixar de lembrar que as edições das duas traduções ao português estão esgotadas. E a segunda mal tem dois anos.&lt;br /&gt;As dificuldades parecem dever-se à duas vertentes: de um lado um certo desconhecimento da intimidade do mito grego e, de outro, o fato de utilizar um inglês impregnado de dialeto irlandês e também de outras ilhas britânicas, do slang americano, de dialetos não expressos literariamente, além de citações e alusões veladas, da Bíblia e dos escolásticos, de obras escritas em grego, latim, francês, italiano, hebraico, alemão, quando utiliza muitas vezes palavras no idioma original, sem a menor cerimônia.&lt;br /&gt;A relação com o clássico de Homero tem sido estabelecida assim: Os três primeiros capítulos da parte S, em que traz a cena o personagem de O retrato do artista quando jovem, Stephen Dedalus, compreende-se como uma referência ao filho de Odisseu, Telêmaco, e representa a arte. Os doze capítulos seguintes levam a marca de Leopold Bloom; uma paródia do próprio Odisseu a viver sua odisséia de 18 anos no único dia 16 de junho de 1904, e representa a ciência. Os três últimos capítulos têm como marca o M de Molly Bloom, onde encontraremos o último deles composto com 8 frases, sem nenhuma vírgula e um único ponto, distribuídas ao longo de 42 páginas. Representa a mãe-terra. Estou de acordo. Contudo, para mim, insiste uma frase do Fausto, de Goethe: "Nicht Kunst und Wissenschaft allein, Geduld will bei dem Werke sein." (Faust I). Se o filho e o pai representam a arte e a ciência, Molly por certo há de representar também a Geduld, a paciência.&lt;br /&gt;E é aqui que nos defrontamos com o monólogo que servirá de base a peça Penélope Bloom.É o capítulo 18.&lt;br /&gt;Chama-se Penélope. Uma homenagem ao capítulo XXIII de A Odisséia. Seu tema: o reencontro.&lt;br /&gt;Depois de 18-20 anos, Odisseu voltara vencendo todos os outros pretendentes. Disfarçado de mendigo, Penélope não conseguia reconhece-lo. Convenceu-a um segredo de alcova – o tálamo construído sobre o tronco de uma oliveira de folhas alongadas [XXIII:190-91].&lt;br /&gt;A metáfora de Homero é irretocável: é no inamovível tálamo que se sabe quem é quem.&lt;br /&gt;É sobre esta personagem, Penélope, citada sempre como exemplo da esposa fiel, que Joyce irá construir a figura parodística da mal dita infiel Molly Bloom.&lt;br /&gt;Conheçamos de Molly o que se pode conhecer. Veremos que não é muito. Seu monólogo não tem a mesma consistência do de Stephen Dedalus, um sujeito que veio d’a lus – permitam que o diga luz assim, com ‘s’ – inversamente para a sonora ‘ded’ (death), para a morte. Ela faz um balanço de sua vida, recorda, mas não se analisa. Enquanto Stephen se compara com outros buscando saber quem é, Molly, ao comparar-se com outras, fica restrita a um primário e alienante nível de identificação. Quem mais parece falar, é seu corpo.&lt;br /&gt;Antes de entrarmos no monólogo propriamente dito, lembremos que de sua mãe, Lunita Laredo, ela não sabe nada (p. 773), ou morreu muito cedo, ou então desertou. Casou-se com Leopold Bloom, um peripatético vendedor de anúncios para jornal, com quem teve uma filha, Milly, e um filho natimorto – Rudy; a partir dessa perda seu marido tornou-se praticamente impotente. Molly, por sua vez, trabalha como cantora em um bar, o Palace, e é amante de seu agente teatral, Blazes Boylan. Como não é difícil de perceber, Molly está sempre às voltas com a falta, - para citar Churchil – de fracasso em fracasso, mas sempre com entusiasmo. Mas é verdade que a frase de Antonio Maria e Fernando Lobo em Ninguém me ama, poderia estar também na boca de Molly, que então diria: - Vim pela noite tão longa, de fracasso em fracasso.Vamos então ao monólogo.&lt;br /&gt;Não é o mais difícil de ler. Se não tem pontuação, tem ritmo, o que facilita em muito a leitura. E também não tem tantas línguas, embora grande parte da gíria aí utilizada tenha que ver com o llanito. Pois lhes conto: Molly é originária de Gibraltar, uma península do território espanhol cedido ao Reino Unido pelo tratado de Utrech, em 1713. Aí, além do inglês, sua língua oficial, fala-se também o espanhol e o llanito, formado pelo inglês e o espanhol, porém com uma influência do árabe, do genovês, do italiano, do ladino, do maltês e do hebraico, mas não é nada difícil, tudo está dito com o mais conhecido de cada língua. Mas aqui, o que me chama atenção é o que o llanito tem em comum com este projeto Penélope Blum: outra vez a confluência do inglês com o espanhol, ainda que aqui o inglês esteja representado pelo português, o que certamente não será sem conseqüências.&lt;br /&gt;Eu lhes dizia que o monólogo de Molly Bloom constituía-se em uma declaração de amor. Pois vejamos.&lt;br /&gt;O cenário é uma cama e o tempo da cena o dia seguinte, as primeiras horas da madrugada do dia seguinte ao 16 de junho de 1904. O quê quer dizer isto? Que o que aí se descreve não tem lugar no dia [a dia]?&lt;br /&gt;Molly Bloom é uma mulher infiel, uma paródia da fida Penélope, diz-se. Pois então. Uma das origens do deus Pã, uma das figuras mais populares de todos os tempos, é atribuída aos amores de Penélope com Hermes. Vejam só! E outra ainda, atribui sua origem aos amores de Penélope com todos os seus pretendentes, daí o sentido de ‘todo’ atribuído ao deus. De modo que a fidelidade de Penélope não é assim tão indiscutível. E o adultério de Marion?&lt;br /&gt;Estamos lembrados que a cama é o lugar da verdade. E aí está Marion Bloom. Antonio Houaiss chama este monólogo de “solissômnio” – uma palavra que ele não incluiu nem no seu dicionário! – quem sabe para diferenciá-lo do monólogo de Stephen Dedalus. Ela está em um estado crepuscular, entre o sono e a vigília, entre o sono e o sonho. Seria uma maneira de interpretar a ausência de pontuação, uma forma de representar a atemporalidade onírica.&lt;br /&gt;Ela começa surpresa com a mudança do marido. Ele, que sempre a servira, viera para a cama encomendando para seu desjejum um café acompanhado de dois ovos. É o seu primeiro sim! Quando se sente desejada, é dessas mulheres que só dizem sim. Um carvoeiro? – Sim. Um bispo? – Sim. O padre Corrigan a quis? – Sim. Bartell dArcy quer beijá-la depois de ter cantado a Ave Maria, de Gounod? – Sim. Harold a persegue pela chuva até ela dizer sim? – Oh! Maria Santíssima, sim! E Gardner, circuncidado ou não? – Sim. Henri Doyle, pedindo com 8 papoulas, no dia oito? Não beija tão bem como Gardner, mas sim. Na segunda-feira, sim. E o velho Goodwin, de rosto gelado? – Sim. Val Dillon, grande e selvagem? – Sim. O velho Larry, por uma garrafa de clarete que ninguém mais queria? – Sim. Alguém mais? Quem sabe uma banana? – Isso não, pois teme pudesse quebrar e ficar perdida em algum lugar lá dentro (789). No mais, todos páginas viradas no seu folhetim.&lt;br /&gt;Com Boylan era diferente. Ele notava a forma de seu pé mesmo na presença de seu marido, o Poldy, querido! Uma cena que parecia excitá-lo. Quando se diz que dois é bom, três é demais, usa-se uma fórmula que não serve para todos os casos. Boylan, o terceiro, bem pode ser condição da felicidade conjugal. E então Molly lembra do dia em que foi pedida em casamento. Desde esse dia, ela só quer dizer sim. Em todas as perguntas, repete-se sempre esta que representou para ela a máxima expressão do desejo de um pelo outro, a máxima expressão do desejo de Leopold por Marion, a máxima expressão do desejo do homem pela mulher.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter visto a peça, poderemos dizer com S. João:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- E o Verbo se fez carne.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;[João, 1:14.]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Luiz-Olyntho Telles da Silva&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.tellesdasilva.com.br/"&gt;http://www.tellesdasilva.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Mesa na Livraria Cultura, em Porto Alegre, na companhia de Gerardo Bejanrano, Maria Falkenbach e Rubia Abs, respectivamente Diretor e Atriz da peça Penélope Bloom e a Advogada da ong Themis. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6025703069572848972?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6025703069572848972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6025703069572848972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6025703069572848972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6025703069572848972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/05/penlope-blum.html' title='PENÉLOPE BLUM'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5124461734312538794</id><published>2008-05-10T12:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-10T12:34:34.122-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Penélope Bloom retorna em cartaz</title><content type='html'>Dias 20, 21, 22, 28 e 29 /05  e 3, 4 e 5/06&lt;br /&gt;Às 21 horas&lt;br /&gt;No Teatro Renascença (av. Erico Veríssimo, 307)&lt;br /&gt;Ingressos R$15,00, R$10,00 (pessoas com 60 anos ou mais, convênio ZH e promoções a critério da produção) e R$ 7,50 (estudantes).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5124461734312538794?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5124461734312538794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5124461734312538794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5124461734312538794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5124461734312538794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/05/penlope-bloom-retorna-em-cartaz.html' title='Penélope Bloom retorna em cartaz'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5701998922878908590</id><published>2008-04-20T07:17:00.000-07:00</published><updated>2008-04-20T07:41:34.456-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Zero Hora, 19 de abril de 2008</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Odisséia feminina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Diretor costarriquenho encena na Capital o último capítulo do "Ulisses", de Joyce&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SAtSW_rEa5I/AAAAAAAAAGE/JsyOq1l0ubk/s1600-h/peNL1056kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191333550477306770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SAtSW_rEa5I/AAAAAAAAAGE/JsyOq1l0ubk/s320/peNL1056kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ler o romance Ulisses é uma verdadeira odisséia. Não é só um jogo de palavras: James Joyce (1882 - 1941) escreveu um dos romances mais importantes do século 20 variando sintaxes, idiomas e pontos de vista de acordo com o que o fluxo de consciência e emoção exigiam. Imagine encenar Ulisses ou uma parte dele que seja? O diretor costarriquenho Gerardo Bejarano topou a empreitada, que está em cartaz no Depósito de Teatro até 28 de abril.&lt;br /&gt;Para ser exato, a peça Penélope Bloom encena apenas o último capítulo de Ulisses, um longo monólogo da personagem Molly Bloom, que se estende por oito frases, nenhuma vírgula e um único ponto. Bejarano assume a multiplicidade proposta por Joyce e coloca em cena duas atrizes - a brasileira Maria Falkembach e a costarriquenha Vicky Montero. Elas dividem a cena por todos os 75 minutos de Penélope Bloom, repartindo falas em português e espanhol. Seus estilos de interpretação são diferentes e complementares - Maria privilegiando o corpo, Vicky se detendo na construção mais tradicional de uma personagem.&lt;br /&gt;- Tudo para alimentar o cubo - resume Bejarano, que se divide entre seu país e o Brasil há quase 20 anos. - Os conflitos inevitáveis de estilo que ocorrem em cena são usados para multiplicar os sentidos de Penélope Bloom.&lt;br /&gt;O espetáculo, inclusive a trilha sonora do gaúcho Leandro Maia, foram criados um pouco no Brasil, um pouco na Costa Rica. Como Joyce pregava, valeu especialmente a intuição. Vicky explica como descobriu sua linha de interpretação:&lt;br /&gt;- Estava em um ônibus na Costa Rica, e uma mulher falou por mais de 90 minutos sem pausa. Vibrei: ali estava a minha Molly.&lt;br /&gt;Maria, que conheceu Bejarano enquanto fazia mestrado na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em 2005, aponta ainda mais um fator de multiplicação. Segundo ela, o monólogo de uma mulher, vivida por duas mulheres dirigidas por um homem, tem tudo a ver (e ouvir) com a obra de Joyce:&lt;br /&gt;- As contradições de Molly estão em cena até de maneira física.&lt;br /&gt;Bejarano insiste na fidelidade a Joyce:&lt;br /&gt;- Ele enxergava o extraordinário na conduta humana mais simples. Penélope Bloom é assim, um olhar extraordinário.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SAtSXfrEa6I/AAAAAAAAAGM/Rmdkr61JMQo/s1600-h/peNL1095kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191333559067241378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SAtSXfrEa6I/AAAAAAAAAGM/Rmdkr61JMQo/s320/peNL1095kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Penélope Bloom&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De quinta a segunda, às 20h. Duração: 75 minutos.&lt;br /&gt;Depósito de Teatro (Câncio Gomes, 218, fone 51 3061-5251). Lotação: 70 lugares.&lt;br /&gt;A peça: Gerardo Bejarano dirige uma adaptação do último capítulo do romance Ulisses, escrito por James Joyce.&lt;br /&gt;Ingressos: R$ 15 e R$ 10 (Clube do Assinante, estudantes, maiores de 60 anos e classe artística). À venda somente na bilheteria do teatro.&lt;br /&gt;Preste atenção - A trilha composta por Leandro Maia usa piano, fagotes e percussão para interferir na peça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5701998922878908590?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5701998922878908590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5701998922878908590' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5701998922878908590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5701998922878908590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/zero-hora-19-de-abril-de-2008.html' title='Zero Hora, 19 de abril de 2008'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SAtSW_rEa5I/AAAAAAAAAGE/JsyOq1l0ubk/s72-c/peNL1056kiranfoto08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2190924129688200172</id><published>2008-04-15T08:49:00.000-07:00</published><updated>2009-03-29T18:47:54.291-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Sobre o processo de criação e eu uma</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SATjd0IZI0I/AAAAAAAAAF8/fi0EUh4KnCc/s1600-h/foto+1+ensaio+quase+geral.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189522771987211074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SATjd0IZI0I/AAAAAAAAAF8/fi0EUh4KnCc/s320/foto+1+ensaio+quase+geral.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo começou com Adélia Prado. Talvez tudo tenha começado com o meu medo de não saber dançar. Mesmo envergonhado, esse corpo procurou e encontrou Adélia. Que me deu coragem, e ainda dá.&lt;br /&gt;Na procura de compor como Gertrude Stein descobri um nome para o que fazia: transcriação. Uma reinvenção uma recomposição uma rearticulação no corpo de uma que queria ser uma daquela escrita que outra uma buscava para ser uma.&lt;br /&gt;Agora o desafio de destecer Joyce e tecer corpos num espaço-tempo cênico. Esse tecido está cheio de teoria teatral corporal o escambal. Mas nesse momento só lembro das noites paralelas à noite de Molly, meu corpo noite-vigília vivendo os movimentos desta uma. Neste agora bem aqui só penso no eu que esse processo produziu. No confronto constante com o masculino de Joyce e do diretor, na busca do meu feminino.&lt;br /&gt;Penélope Bloom: Reafirmação de meu corpo. Corpo Delícia. Constatação do meu poder. Mulher-vida-possibilidade-fertilidade. Afirmação desse modo complexo feminino de ser. Sim à não-razão. Molly transborda mulher. Possibilidade de reivindicar meu masculino femininamente. Duro e macio ao mesmo tempo. Uma mistura de ameixa e maçã.&lt;br /&gt;O recomeçar a tecer é retomar, todos os dias, os pequenos fatos, as pequenas (rel)ações, laços de afecto, infecções, que nos fizeram. E destecer é desconstruir, desfiar-se, desafiar-se para se reinventar. A busca do corpo que se faz e se re-faz, que se desmancha no outro para manchar-se em si mesma.&lt;br /&gt;Recomeçar. Reapaixonar-se. Remontar o tesão pelo existir. Sempre sempre sempre.&lt;br /&gt;Verdade ou mentira, meu corpo vive e enche o dia-a-dia e toda a minha vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2190924129688200172?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2190924129688200172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2190924129688200172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2190924129688200172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2190924129688200172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/sobre-o-processo-de-criao-e-eu-uma.html' title='Sobre o processo de criação e eu uma'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/SATjd0IZI0I/AAAAAAAAAF8/fi0EUh4KnCc/s72-c/foto+1+ensaio+quase+geral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4643142772649243576</id><published>2008-04-08T19:29:00.000-07:00</published><updated>2008-04-08T19:33:34.597-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>RELEASE</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_wqa9xIRNI/AAAAAAAAAF0/CR2Rq9FuB48/s1600-h/Release+Estreia+Penelope.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187067513569559762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_wqa9xIRNI/AAAAAAAAAF0/CR2Rq9FuB48/s320/Release+Estreia+Penelope.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4643142772649243576?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4643142772649243576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4643142772649243576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4643142772649243576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4643142772649243576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/release.html' title='RELEASE'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_wqa9xIRNI/AAAAAAAAAF0/CR2Rq9FuB48/s72-c/Release+Estreia+Penelope.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1892615246251676376</id><published>2008-04-07T15:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T13:42:12.016-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Presente de Donaldo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O monólogo feminino opõe-se ao solilóquio protéico de Stephen. O sistema é geocêntrico. Se Molly se movesse, aderiria ao conflituado heliocentrismo dos homens, não seria a Terra. Molly é Penélope mais todas as mulheres que perturbaram a mente de Ulisses na sua longa viagem: é saber, é mistério. A cantora (sereia?) afirma a vida: juventude, paixão. Molly descende de Mefistófeles? Então, o diabo é mulher, Lilit, a primeira companheira de Adão, sedutora, diabólica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Donaldo Schüler&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1892615246251676376?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1892615246251676376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1892615246251676376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1892615246251676376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1892615246251676376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/presente-de-donaldo.html' title='Presente de Donaldo'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6957404683072887890</id><published>2008-04-07T15:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T13:41:09.657-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>O monólogo de Molly Bloom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O fluir da consciência que detinha Stephen Dedalus em suas decisões permite agora a Molly fazer um balanço de sua vida. Não é certo que o fluir da consciência tenha a forma de monólogo. Se todo discurso se edifica sobre outro discurso, em todo o discurso o diálogo se estabelece. Presente, passado e futuro se mesclam. A primeira lembrança que lhe vem à mente é a da manhã do dia que termina, o desjejum. O que foi visto na perspectiva diurna de Bloom é revisto na perspectiva noturna de Molly.&lt;br /&gt;Embora Molly esteja continuamente preocupada com a sua existência corpórea, ela conceitualiza. Não recorda apenas os fatos, ela os comenta e, de alguma forma, procura ordená-los. Não o faz como o faria um pensador, e nisso ela contrasta Stephen. O jovem tenta compreender-se na vida individual e no universo, analisa Shakespeare para compreender-se.&lt;br /&gt;Molly fica presa ao que experimentou. Podemos ver no monólogo dela a diferença de quem experimenta e daquele que pensa. Falta, por outro lado, a Molly o padrão metafísico que carateriza o monólogo da Justine do Marquês de Sade. Justine enlouquece porque ideologia e realidade não coincidem. Há um ingrediente quixotesco em sua personalidade. Justine perde a razão, Molly adormece. Stephen reorganiza: mata simbolicamente a mãe, e simbolicamente edifica a realidade sobre o filho (ele próprio) que tomou o lugar do pai. Verbalizar não é ainda pensar. Pensar é aviliar, encontrar um sistema de idéias que sustente o vivido. Molly revela sentimentos de mãe e de amante em relação ao marido e em relação a Stephen que espera conhecer melhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Donaldo Schüler&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6957404683072887890?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6957404683072887890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6957404683072887890' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6957404683072887890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6957404683072887890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/o-monlogo-de-molly-bloom.html' title='O monólogo de Molly Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2970734896776672860</id><published>2008-04-07T15:55:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T16:04:31.117-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DRAMATURGIA DO CORPO'/><title type='text'>Contribuição do Cao</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Oi, Maria,&lt;br /&gt;Nos meus estudos internéticos sobre o clown, encontrei um texto da Denise Stoklos que é pura Dramaturgia do Corpo.&lt;br /&gt;Abaixo, um pequeno extrato, selecionado e grifado por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O gesto do performer corresponde a que ênfase deseja imprimir para distanciar-se do convite primordial dos corpos que é descansar na inércia, cair ao solo, juntar-se com a terra, parar. Nenhum gesto significará nada em si mesmo. A leitura será sobre a atitude do ator em relação a suas decisões sobre onde colocar seu corpo fora da força gravitacional que exige o não-gesto, a não-ação.&lt;br /&gt;Todos os temas que encontrem no corpo do ator o empenho necessário para realizar seu esforço serão interessantes pontos de partida e de chegada.A matéria espaço é seu instrumento. O corpo é sua borracha do espaço pintado a crayon. Ele antes, apaga o espaço vazio com seu corpo. Toma lugar apagando o escuro. Ilumina com a tomada de posição de seu corpo naquele espaço antes ocupado pelo vazio.A voz entra no silêncio, como um apagador do silêncio, não como enunciação. O ator não é ativo. O espaço e o silêncio são ativos, ele é passivo entrando em ação. Isso lhe custa. A imposição é do escuro, da força gravitacional, do silêncio.Quando se empurra o chão, se está exercendo uma ação optativa, diferente do convite: o convite é para ceder ao chamamento da gravidade que estava ali antes e existirá depois da existência do performer. Sua única identidade é o percurso que ele desenhará ao discernir-se do chamamento imantado da terra. Sua tensão com o próprio eixo da terra é o fundamento de sua expressão corporal e oral, uma vez que sua oralidade estará se realizando também quanto ao esforço muscular de seu diafragma e não quanto ao desenho das palavras escritas cuja vida em cena não existirá sem o pessoal empenho, a pessoal opção da qualidade aplicada: ritmo, intensidade, harmonia, continuidade, ruptura, ângulo, círculo. Quanto custa a vida original do perfomer, a organicidade é o que comporá seu poema recitativo, sua coreografia, não o que já está escrito ou desenhado de antemão. A atualidade é seu barro.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O texto completo está em: &lt;a href="http://www.clowns.com.br/site/escritos2.php?id=5" target="_blank"&gt;http://www.clowns.com.br/site/escritos2.php?id=5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações saudáveis a seu joelho.&lt;br /&gt;Um beijo,&lt;br /&gt;Cao&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2970734896776672860?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2970734896776672860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2970734896776672860' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2970734896776672860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2970734896776672860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/contribuio-do-cao.html' title='Contribuição do Cao'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2149236729030525201</id><published>2008-04-03T12:35:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:18:12.603-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>MOLLY</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá!&lt;br /&gt;Por favor, uma definição de você. De ti mesmo!&lt;br /&gt;Quero saber mais que nome e profissão, quero saber como você é.&lt;br /&gt;E?&lt;br /&gt;Como tu pensas? Como te moves no mundo? Como te relacionas?&lt;br /&gt;Difícil definir alguém, né?&lt;br /&gt;Maravilhosamente complexo.&lt;br /&gt;Assim é Molly.&lt;br /&gt;Tenho me aproximado mais dela a cada dia. A cada ensaio mais sutilezas, contradições e detalhes desta mulher. Não sei definir Molly. Sei experimentá-la em meu corpo e saberei vivê-la 1 hora e 30 minutos a cada dia que fizermos o espetáculo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MNxIRII/AAAAAAAAAFM/0AKz8-UVGl8/s1600-h/penL7364kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185107930445792386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MNxIRII/AAAAAAAAAFM/0AKz8-UVGl8/s320/penL7364kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MdxIRJI/AAAAAAAAAFU/tVjU-JS0DmQ/s1600-h/penL7268kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185107934740759698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MdxIRJI/AAAAAAAAAFU/tVjU-JS0DmQ/s320/penL7268kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MdxIRKI/AAAAAAAAAFc/l20_DC_qNNM/s1600-h/penL7378kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185107934740759714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MdxIRKI/AAAAAAAAAFc/l20_DC_qNNM/s320/penL7378kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MtxIRLI/AAAAAAAAAFk/Y-v0exfHg_4/s1600-h/penL7167kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185107939035727026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MtxIRLI/AAAAAAAAAFk/Y-v0exfHg_4/s320/penL7167kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0M9xIRMI/AAAAAAAAAFs/zGhzqG10yXw/s1600-h/penL7367kiranfoto08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185107943330694338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0M9xIRMI/AAAAAAAAAFs/zGhzqG10yXw/s320/penL7367kiranfoto08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2149236729030525201?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2149236729030525201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2149236729030525201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2149236729030525201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2149236729030525201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/molly.html' title='MOLLY'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_U0MNxIRII/AAAAAAAAAFM/0AKz8-UVGl8/s72-c/penL7364kiranfoto08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-6965194030996274100</id><published>2008-04-01T19:10:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T13:42:39.305-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTRIBUIÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Um presente da Luci, pra nós</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;RETRATO DA DIVA ENQUANTO MUDA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imitação: uma espera que ele volte da guerra, a outra espera que ele volte da rua; uma enreda entretece e destrabalha, a outra envermelha, envereda e entretém.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A ficção de Molly é ser Marion é ser Milly é ser Penélope é ser Nora é ser virgem é ser a própria odisséia numa flor encontradiça. Sim, floreios e umidades, assim é que a gibraltarina do canto inversão de sereia enganará a todos menos o marido. A todos, mas jamais a si. Eternamente fiel aos que lhe habitam Sim os minutos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O por dentro o porventura: mãe primeira mãe de filho morto mãe do infinito mistério e nunca – o que é certo: esposa. Molly sangrando vermelhos brota em orgástico fluxo. Da consciência, fique claro. Cama mundo morada Sem pontos Meus pensamentos Sem medos Suas policromias. Eternamente infiel aos que lhe desabitam Sim vãos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No fim, as frases. As sentenças todas. Uma palavra ruidosa uma palavra feminina. Um encantamento Eu uma flor da montanha Tu uma flor nos cabelos como Elas as garotas andaluzas usavam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fêmea molhada vinga desabrocha. Ei-la em sendo o mistério do corpo na floração os corpos que se desejar: sim fazendo o impossível do nunca voltar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luci Collin&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-6965194030996274100?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/6965194030996274100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=6965194030996274100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6965194030996274100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/6965194030996274100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/04/um-presente-da-luci-pra-ns.html' title='Um presente da Luci, pra nós'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-458186546677637577</id><published>2008-03-31T13:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T13:40:00.212-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>ESTRÉIA DIA 17 DE ABRIL!!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_FQeNxIRGI/AAAAAAAAAE8/WPDKidrx2Uw/s1600-h/cartaz-para-web.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184013126102172770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_FQeNxIRGI/AAAAAAAAAE8/WPDKidrx2Uw/s400/cartaz-para-web.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-458186546677637577?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/458186546677637577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=458186546677637577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/458186546677637577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/458186546677637577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/03/estria-dia-17-de-abril.html' title='ESTRÉIA DIA 17 DE ABRIL!!!!'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R_FQeNxIRGI/AAAAAAAAAE8/WPDKidrx2Uw/s72-c/cartaz-para-web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-3711411968772143434</id><published>2008-03-16T21:16:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T11:15:43.863-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IMPROVISAÇÕES'/><title type='text'>IMPROVISAÇÃO NA PALAVRARIA em 2007</title><content type='html'>Antes tarde do que nunca, as fotos que a Carla fez da improvisação que eu e o Leandro experimentamos.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178562029853250354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yupy6kzI/AAAAAAAAAEc/SPEYViHQgyE/s200/leandro+e+maria+011.jpg" border="0" /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yuJy6kyI/AAAAAAAAAEU/IENFuWSPqKg/s1600-h/leandro+e+maria+006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178562021263315746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yuJy6kyI/AAAAAAAAAEU/IENFuWSPqKg/s200/leandro+e+maria+006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yu5y6k0I/AAAAAAAAAEk/6QCvOtcCMEY/s1600-h/leandro+e+maria+017.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178562034148217666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yu5y6k0I/AAAAAAAAAEk/6QCvOtcCMEY/s200/leandro+e+maria+017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yvJy6k1I/AAAAAAAAAEs/T5cr1z0KHnw/s1600-h/leandro+e+maria+031.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178562038443184978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yvJy6k1I/AAAAAAAAAEs/T5cr1z0KHnw/s200/leandro+e+maria+031.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yvZy6k2I/AAAAAAAAAE0/JqTk6RJGC7s/s1600-h/leandro+e+maria+036.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178562042738152290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yvZy6k2I/AAAAAAAAAE0/JqTk6RJGC7s/s200/leandro+e+maria+036.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-3711411968772143434?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/3711411968772143434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=3711411968772143434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3711411968772143434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3711411968772143434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/03/improvisao-na-palavraria-em-2007.html' title='IMPROVISAÇÃO NA PALAVRARIA em 2007'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R93yupy6kzI/AAAAAAAAAEc/SPEYViHQgyE/s72-c/leandro+e+maria+011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8287375169975452294</id><published>2008-03-11T13:15:00.001-07:00</published><updated>2008-10-24T11:18:59.648-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Penelope Bloom já tem data de estréia - dia 17 de abril</title><content type='html'>Aqui, fotos que a Lu Mena fez da primeira mostra de processo que fizemos, em setembro de 2007. Sem figurino, sem cenário, sem texto. Mas a Molly já estava aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqipy6kuI/AAAAAAAAAD0/ydZDywoYJyc/s1600-h/foto+molly+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176582702764823266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqipy6kuI/AAAAAAAAAD0/ydZDywoYJyc/s320/foto+molly+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqjZy6kvI/AAAAAAAAAD8/kssPoGj2eBY/s1600-h/foto+molly+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176582715649725170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqjZy6kvI/AAAAAAAAAD8/kssPoGj2eBY/s320/foto+molly+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqjpy6kwI/AAAAAAAAAEE/ZnFta7xBbXo/s1600-h/foto+molly+5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176582719944692482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqjpy6kwI/AAAAAAAAAEE/ZnFta7xBbXo/s320/foto+molly+5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqj5y6kxI/AAAAAAAAAEM/SlBVDcmRKVs/s1600-h/foto+molly+6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176582724239659794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqj5y6kxI/AAAAAAAAAEM/SlBVDcmRKVs/s320/foto+molly+6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bojZy6ksI/AAAAAAAAADk/y7o4ja76E-c/s1600-h/foto+molly+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176580516626469570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bojZy6ksI/AAAAAAAAADk/y7o4ja76E-c/s320/foto+molly+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bojpy6ktI/AAAAAAAAADs/TTZaqVVi3w8/s1600-h/foto+molly+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176580520921436882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bojpy6ktI/AAAAAAAAADs/TTZaqVVi3w8/s320/foto+molly+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8287375169975452294?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8287375169975452294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8287375169975452294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8287375169975452294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8287375169975452294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/03/penelope-bloom-j-tem-data-de-estria-dia.html' title='Penelope Bloom já tem data de estréia - dia 17 de abril'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R9bqipy6kuI/AAAAAAAAAD0/ydZDywoYJyc/s72-c/foto+molly+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-161042143990026553</id><published>2008-02-28T21:12:00.000-08:00</published><updated>2009-03-29T18:54:23.419-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DE COSTA RICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>Desde Costa Rica, quase Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Escritos mais confessionais, desta vez. Mas, foda-se, estou num momento de me expor, mesmo. Pode ser chato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;25.02.2008&lt;br /&gt;Casulo.&lt;br /&gt;Já levantei, já tomei café, já lavei roupa, mas sempre volto pra cama. Sensação de vazio e cheio ao mesmo tempo. Sensação de assombro com o poder da minha pecinha de teatro. Pessoas mexidas, perguntantes, expondo-se com coragem depois da minha exposição. Meu medo de estar chegando perto do que acredito. Mistura de vida e morte. Me sinto muito mulher. Como era aquele papo com o Dôdo sobre sentimentos exprimíveis ou não, sobre o conhecimento de um (uma) que pode ser compartilhado, ou não? Qual era a conclusão? Podemos compartilhar todo nosso conhecimento, de todas essas sensações? Parece, às vezes, que não. Me sinto só. Me sinto inteira no meu corpo e com medo do não poder (ou não necessitar) compartilhar. É forte. Me disseram coisas fortes, olho no olho. Me sinto responsável pela vida. Me sinto parte dessa parte da vida que se importa com o outro. Numa dessas noites, depois da peça, fui jantar com a Helena e a Marlen. Helena, com toda sua história (sua dança, sua arte, sua fuga da ditadura do Chile, sua postura de mãe – concentrado de vida), me fez lembrar porque estou hoje aqui, nesse mundo de dança e teatro. Sempre dancei, sempre fiz teatro, desde niña, mas nunca pensava em ser bailarina ou atriz. Não tinha esse sonho... Muito estranho. Foi bem depois, já no último ano da engenharia, que num curso com o Fernando Peixoto, um curso que era de direção teatral, que eu não sei como fui parar lá não me lembro, mas um curso que era muita conversa, ele contando sobre sua história no teatro. A sua história era a história do Brasil. Foi naquele momento que decidi que era isso que eu queria. Não faço história do Brasil, até porque depois de estar na Costa Rica, descobri que o Brasil é grande demais. Mas tenho a sensação de estar fazendo a minha história e... sem modéstia... a história de bastante gente. Dá medo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;26.02.2008&lt;br /&gt;Percebo, pelos abraços, que a Costa Rica entrou em mim e eu nela. Quando cheguei pela primeira vez, no ano passado, era um aperto de mão, às vezes 1 beijo e “mucho gusto”. Agora tenho recebido cada abraço apertado... No último dia da oficina que eu e o Leandro demos pra alguns alunos de teatro e dança, uma das meninas se aproximou: “deixa eu te abraçar de novo, parece que não te abracei” ... “agora sim”.&lt;br /&gt;Por esses abraços, pelas conversas sinceras, pelas confissões, pelas vozes frágeis que buscam o discurso preciso, pelo vinho que se comunga, pela música que se compartilha e pela vontade que temos de estar juntos, encontro nossa identidade. Nós, latino-americanos somos assim. Vejo notícia sobre o terrorismo norte-americano (eles não chamam assim, a manchete do jornal era mais ou menos assim: “matou 5 e se suicidou porque não tomou seus medicamentos”), jovens que compram balas, matam de punhado e depois e se matam. Parece falta de sentido. Parece “tanto faz”. Tenho raiva desse tanto faz com a vida, que pra mim é tão cara. E não se parece nada com a falta de perspectiva de nossos jovens que conhecem a violência desde cedo, ou cuja única perspectiva é mais violência. Corpo carne sem poesia. Corpo que no contato com outro corpo só produz medo. Mas não é medo de ser transformado, de afectar e ser afectado, é medo de não ser. Medo de morte. Mas não de morte etapa da vida, mas morte do nada. Pois, nós, latino-americanos, sim ia falar sobre o contrário da morte e sobre como encontramos sentido e cheguei justo onde não há. Consigo sempre me contradizer. Como fica difícil construir uma tese quando estás disposto a escutar, a observar, a perceber a percepção do outro.&lt;br /&gt;A tese que ia construir é de que nós, latino-americanos, construímos sentido para nossas vidas nas relações que vamos construindo uns com os outros: amigos, família. Compartilhar momentos, coisas, linguagens, cheiros, sabores, achados, dores... basta. Frase que meu pai fala tanto e que o Caetano também canta: “é só isso!”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;27.02.2008&lt;br /&gt;O limbo devia ser mais ou menos isso. Nem lá nem cá. Tempo espesso, sons densos e o exponencial grosso de tudo isso quando refletido no estômago. Mais que o julgamento, dar-se conta do que passou. Dar-se o tempo para absorver toda a experiência e sofrer todas as dores e êxtases.&lt;br /&gt;Uma vez meu pai me perguntou se em algum momento da minha vida eu teria pensado “agora eu poderia morrer”. Pergunta difícil, buscando a minha verdade. Meu pai tem um truque que faz a gente respirar, e ser sincero: depois da resposta automática diante da saudação “Tudo dem?”, “Ele olha e pergunta: de verdade?”. Hehe. Eu já desmascarei o truque, mas faço de conta que esqueço pra que continue funcionando. Então, depois da tal pergunta sobre o morrer... respirei... e meu peito lembrou-se de momentos em que não cabia em mim, em que o tórax ficava pequeno e ele se transbordava pros membros, até quase os pés saírem do chão. Momentos a mim proporcionados pelo teatro. Momentos de extrema comunhão, nos quais eu não era uma só. Nunca perdi filho, meus contatos com a morte sempre foram no gozo.&lt;br /&gt;Agora, aqui, nesse limbo ensolarado, coloco meu peito no sol, pra perder a marca do biquíni e ensolarar a alma. Quero perder a alvisse, expor minha carne negra, meu sangue índio, que me permitem, antes de julgar, admirar.&lt;br /&gt;E viva o teatro e a dança! Que fazem esse corpo mexer-se e fazem todos esses sofridos idos se movimentarem, se revolucionarem. Meus músculos, coitados, sem paz, vivem essa revolução diária. Num tempo em que se fala tanto em paz, eu aqui, pregando a (re)volta em mim mesma. A guerra em si mesmo. O fim da pasmacera. O corpo cansado de pelear na busca do outro corpo encontra sossego.&lt;br /&gt;Sossego: 1. sujeito só; 2. descanso da guerra de si mesmo.&lt;br /&gt;Meu eu sossego quer pelo menos mais um. Sossego em dois, só em dois. Descanso pra nova luta, pra nova busca, sem paz. A paz me soa morte.&lt;br /&gt;Por que em dias de sol não consigo ficar dentro? Como nossa casa tinha um pátio grande, em dias de sol se podia estudar em baixo da árvore. Se estou dentro, em dias de sol, fica aquela sensação na orelha de que estou perdendo algo. Sensação de falta. Talvez o útero da minha mãe fosse muito iluminado. Ainda é.&lt;br /&gt;Telefonema da Mayra, que, com o carinho de seus errres bem pronunciados, me conta que “embora criticamos este periódico, tua peça será conhecida em toda Costa Rrrrica. Adélias, Marias, Frrrranciscas. O título é Poética do Cotidiano”. A ponta da língua como a metralhadora que não usou na sua revolução pela poesia.&lt;br /&gt;Eu queria ter escrito sobre a eclipse lunar. Mas o Dionísio nos leu seu poema-canção tão forte, que fiquei com vergonha. Saiu uma foto linda na capa do periódico no dia seguinte. Alguns disseram que ela ficou vermelha. Mentira. Eu vi uma Lua marrom. Não era Flicts, era Terra. O jornal vendeu todinho nesse dia. Todos queriam guardar a Lua escondida no escuro da nossa sombra. Isso tira a gente do chão. Seres vooíferos. Com pés fincados, com medo de mais. Nessa altura, a briga por um pedaço de terra me parece irônica. Mas mata. Nossos “levantados do chão”, diz Saramago, canta Chico. Seres v(o)oláteis, matéria dispersa, que busca um chão pra condensar e produzir. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-161042143990026553?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/161042143990026553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=161042143990026553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/161042143990026553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/161042143990026553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/desde-costa-rica-quase-brasil.html' title='Desde Costa Rica, quase Brasil'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2347071308262654238</id><published>2008-02-27T12:05:00.000-08:00</published><updated>2008-02-27T12:14:49.314-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>BOLSAS PARA OFICINA DO DEPÓSITO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8XENqfQXwI/AAAAAAAAACU/I146RRq8uno/s1600-h/Bolsas_2008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171755486127611650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8XENqfQXwI/AAAAAAAAACU/I146RRq8uno/s320/Bolsas_2008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2347071308262654238?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2347071308262654238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2347071308262654238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2347071308262654238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2347071308262654238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/bolsas-para-oficina-do-depsito.html' title='BOLSAS PARA OFICINA DO DEPÓSITO'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8XENqfQXwI/AAAAAAAAACU/I146RRq8uno/s72-c/Bolsas_2008.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5215088331305901715</id><published>2008-02-27T11:23:00.000-08:00</published><updated>2008-02-27T11:39:37.956-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Crítica de danza: Poética de lo cotidiano</title><content type='html'>&lt;div&gt;Mezcla: La puesta de María Falkembach conjuga varias expresiones de autores brasileños&lt;br /&gt;Marta Ávila  &lt;a class="autoremail" title="Click para escribirle un email" href="mailto:mavila21@gmail.com"&gt;mavila21@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8W6y6fQXvI/AAAAAAAAACM/9N4qCEHI3rY/s1600-h/Adelias+imagem+CR.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171745130961460978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8W6y6fQXvI/AAAAAAAAACM/9N4qCEHI3rY/s320/Adelias+imagem+CR.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Actuación. La actriz y bailarina brasileña María Falkembach retrató situaciones que viven muchas mujeres en toda América Latina. Carlos León&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde Brasil llegó la propuesta del grupo Depósito de Teatro titulada Adelias, Marías, Franciscas… , que fue interpretada por la actriz y bailarina María Falkembach.&lt;br /&gt;Esta puesta en escena está inspirada en varios textos de la poetisa Luzia Adelia Prado (1935), quien es oriunda de Divinópolis, Minas Gerais, Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Los poemas fueron utilizados por Falkenbach para construir una dramaturgia fundamentada en la combinación de la corporeidad y la palabra. Movimiento corporal y voz se fundieron para dar ritmo a la obra, de casi una hora de duración.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;En la poesía de Prado se puede ver la presencia de lo cotidiano, la religiosidad y el erotismo en constante diálogo.&lt;br /&gt;La escritura de Prado muestra un juego entre los aspectos de la vida de la gente común redimensionados hasta ser llevados a lo sublime, para luego caer en lo sórdido.&lt;br /&gt;Estas palabras le permitieron a Falkenbach crear imágenes que recuerdan el gozo de la sensualidad y la necesidad del ser humano, de apoyarse en la espiritualidad.&lt;br /&gt;La estructura de la obra no intenta una narración lineal: son varios fragmentos de diferentes duraciones, mediante los cuales los personajes expresan su sentir sobre Dios, la muerte, los miedos, el erotismo y la educación.&lt;br /&gt;Esas mujeres ( Adelias, Marías, Franciscas... y muchas más) hablaron de sus hijos, de su condición social, de sus dolores, soledad y frustraciones.&lt;br /&gt;De esta forma, la visión de la dramaturga, la poetisa y la intérprete coincidieron en presentar un mundo de gran complejidad por las fuertes contradicciones entre lo humano y lo divino.&lt;br /&gt;Para la puesta, Falkenbach utilizó los recursos plásticos de los lenguajes de la danza contemporánea combinados con el teatro. Con estos elementos emergieron diferentes perfiles de mujeres que se enfrentan a situaciones cotidianas teñidas de intimidad.&lt;br /&gt;En su interpretación, María Falkenbach fue convincente y dio contraste a los esbozos de las personalidades.&lt;br /&gt;El guión musical estuvo constituido por creaciones de varios compositores brasileños como Hermeto Pascoal, Tom Zé, Marcello Lessa, Elomar, entre otros.&lt;br /&gt;En los aspectos visuales de la obra, Bibiana Coronel contribuyó con la escenografía sugerente (un telón blanco hecho de retazos con emblemas femeninos) y un vestuario austero. Las luces del espectáculo resultaron demasiado simples. Estas pudieron ser más dinámicas y así haber podido dotar a la puesta de ambientes disímiles.&lt;br /&gt;El público que llenó el auditorio universitario pudo seguir los textos de Prado, reproducidos en el programa de mano, traducidos al español por Mayra Jiménez.&lt;br /&gt;Adelias, Marías, Franciscas… es un espectáculo redondo que entretiene y hace pensar sin derroche de recursos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adelias, Marías, Franciscas…&lt;br /&gt;Depósito de Teatro (Brasil) .&lt;br /&gt;Dramaturgia e interpretación: María Falkembach.&lt;br /&gt;Fecha: Domingo 24 de febrero de 2008, 5 p. m.&lt;br /&gt;Lugar: Teatro Atahualpa del Cioppo , Heredia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5215088331305901715?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5215088331305901715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5215088331305901715' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5215088331305901715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5215088331305901715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/crtica-de-danza-potica-de-lo-cotidiano.html' title='Crítica de danza: Poética de lo cotidiano'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R8W6y6fQXvI/AAAAAAAAACM/9N4qCEHI3rY/s72-c/Adelias+imagem+CR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-9163114590832087122</id><published>2008-02-21T09:21:00.000-08:00</published><updated>2008-02-21T09:34:49.860-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Matéria "Adélias, Marias, Franciscas..." no periódico La Nación</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R720kqfQXuI/AAAAAAAAACE/X7pn5wMsC_8/s1600-h/Adelias+foto+la+nacion.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169486489264873186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R720kqfQXuI/AAAAAAAAACE/X7pn5wMsC_8/s320/Adelias+foto+la+nacion.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Creación se inspiró en textos de la poeta Adelia Prado&lt;br /&gt;Una mujer de varios personajes&lt;br /&gt;Personal La actriz y profesora brasileña María Falkembach presenta la obra Adelias, Marías, Franciscas... , en Heredia&lt;br /&gt;Melvin Molina &lt;a class="autoremail" title="Click para escribirle un email" style="FONT-SIZE: 13px" href="mailto:mmolina@nacion.com"&gt;mmolina@nacion.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;La obra surge a partir de textos de la poeta brasileña Adelia Prado. Se estrenó en el año 2002 como parte del Depósito de Teatro de Brasil, agrupación teatral a la que pertenece la actriz y profesora.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;En la obra, la mujer es protagonista. Ella es el centro de todo y cada personaje va descubriendo muchas de las maravillas que tiene la vida misma, a pesar de lo contradictoria que resulta en ocasiones.&lt;br /&gt;De pronto, aparece un personaje que necesita ayuda para cubrir su cuerpo y el del hijo que espera. También se ve a otra mujer que encuentra que el placer sexual y el dolor son casi lo mismo para ella.&lt;br /&gt;Luego de presentarla en unas 100 ocasiones, la experiencia le dice a Falkembach que sí hay una reflexión que el público capta al ver la puesta en escena.&lt;br /&gt;De sus públicos, es en las mujeres en las que su trabajo causa mayor impacto. La razón es que las hace plantearse cuestionamientos como ¿qué estoy haciendo con mi vida?, entre otros&lt;br /&gt;Límites en escena. La obra surgió a partir de una investigación que hizo a inicios de este siglo en torno al teatro y la danza.&lt;br /&gt;Ella buscaba responder para sí misma preguntas que tenían que ver con los límites entre el teatro y la danza.&lt;br /&gt;“Cuando trabajaba con teatro me parecía que era danza, cuando hacía danza me terminaba pareciendo teatro. Por eso, trabajé en los límites entre el teatro y la danza”, detalló la actriz brasileña.&lt;br /&gt;El resultado de esa investigación es una propuesta que deja de llamarse teatro o danza, para pasar a ser acciones dramáticas. En ocasiones se actúa, en otras se baila.&lt;br /&gt;La creación del texto mismo fue parte de esa investigación. María Falkembach tomó muchas de las poesías de Adelia Prado y las fue uniendo hasta dar forma a un texto completo que le funcionara.&lt;br /&gt;Le interesó mucho la forma en que la poetisa trataba temas como la relación con Dios de una manera muy confesional; es Prado misma la que se muestra a través de sus rimas y sus prosas. “Para ella, Dios está en todo, en la exaltación a la vida, en la gente sencilla y todo se torna muy bello y maravilloso”, añadió.&lt;br /&gt;El fin de semana será la primera vez que la obra se presente fuera de Brasil. La actriz la interpretará en su idioma original para no perder la belleza del portugués en verso, pero con una traducción del texto al castellano para que el público lo entienda por completo.&lt;br /&gt;Su grupo. El Depósito de Teatro de Brasil es una agrupación radicada en la ciudad de Porto Alegre. Tiene 12 años de trabajo.&lt;br /&gt;Los ocho miembros actuales trabajan desde su sede en la formación teatral.&lt;br /&gt;También buscan desarrollar nuevos lenguajes escénicos para sus obras. Les resulta igualmente importante llevar su trabajo a lugares donde la pobreza impera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Monólogo&lt;br /&gt;Obra: Adelias, Marías, Franciscas...&lt;br /&gt;Dónde: Teatro Atahualpa del Cioppo, en la UNA, Heredia.&lt;br /&gt;Cuándo: Viernes y sábado, a las 7 p. m., y domingo, a 5 p. m.&lt;br /&gt;Entradas: ¢1500 (general). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Investigación&lt;br /&gt;Propuesta de dos países&lt;br /&gt;Ganadores. María Falkembach está en el país para trabajar en la etapa final de montaje de la obra Penélope Bloom , proyecto ganador de un premio en Brasil y que cuenta con la participación de los actores nacionales Gerardo Bejarano y Vicky Montero.&lt;br /&gt;Propuesta. La obra explora en la construcción de nuevos lenguajes escénicos. Usa el último capítulo de la novela Ulises , de James Joyce, como punto de partida. El montaje se estrenará el 7 de abril en Porto Alegre, Brasil, y en setiembre próximo en Costa Rica. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-9163114590832087122?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://www.nacion.com/viva/2008/febrero/21/viva1432959.html' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/9163114590832087122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=9163114590832087122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/9163114590832087122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/9163114590832087122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/matria-adlias-no-peridico-la-nacin.html' title='Matéria &quot;Adélias, Marias, Franciscas...&quot; no periódico La Nación'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R720kqfQXuI/AAAAAAAAACE/X7pn5wMsC_8/s72-c/Adelias+foto+la+nacion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-7013737823504611514</id><published>2008-02-19T13:17:00.000-08:00</published><updated>2008-02-19T13:55:15.419-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>Adèlias, Marias, Franciscas... desde Brasil, na Costa Rica</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clica em cima pra ver a imagem&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R7tH2afQXoI/AAAAAAAAABE/34B6c9WXbNs/s1600-h/adelias+una.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168803997486702210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R7tH2afQXoI/AAAAAAAAABE/34B6c9WXbNs/s320/adelias+una.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Información De Las Funciones:&lt;br /&gt;Viernes 22 , sįbado 23 de febrero, 7 pm&lt;br /&gt;Domingo 24 de febrero 5 pm&lt;br /&gt;Teatro Atahualpa del Cioppo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Info. 277-3386 / 399-3690&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirección: UNA, CIDEA, de Burger King 800 m noreste, Diagonal a Musmanni&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-7013737823504611514?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/7013737823504611514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=7013737823504611514' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/7013737823504611514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/7013737823504611514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/ad.html' title='Adèlias, Marias, Franciscas... desde Brasil, na Costa Rica'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R7tH2afQXoI/AAAAAAAAABE/34B6c9WXbNs/s72-c/adelias+una.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-5670821979410574979</id><published>2008-02-13T06:23:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T06:42:04.585-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>OFICINAS DO NÚCLEO DE FORMAÇÃO DE ATORES DO DEPÓSITO DE TEATRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1. DRAMATURGIA DO CORPO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta oficina é parte do treinamento dos atores do Depósito de Teatro. Serão abertas algumas vagas para pessoas que já tem alguma experiência em teatro, que buscam aprofundar seu trabalho como ator criador da cena. Promove experiências para o desenvolvimento de percepções e de auto-conhecimento, e vivências para a ampliação das possibilidades de movimentos, de voz e de configuração (criação da dramaturgia do corpo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministrante: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Maria Falkembach&lt;/span&gt; (atriz do Depósito e Mestre em Teatro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início: 12 DE MARÇO&lt;br /&gt;Quartas-feiras, das 19h30' às 22h30'&lt;br /&gt;Preço: R$ 100, 00 mensais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. OFICINA DE FORMAÇÃO DO ATOR – 2008 (MÓDULO BÁSICO, MÓDULO 2 e MONTAGEM).&lt;br /&gt;Oficina de 1 ano que proporciona ao aluno desde as técnicas básicas e elementares para a formação do ator (jogo, improvisação, expressão corporal e vocal, interpretação e o movimento no espaço cênico) até a montagem e apresentações de um espetáculo. A oficina oferece ao aluno uma base substancial para desenvolver sua capacidade criativa, sua visão do teatro e do mundo, e suas possibilidades expressivas.&lt;br /&gt;Ministrantes: Roberto Oliveira (diretor do Depósito), Sandra Possani, Daniel Colin e Plínio Marcos Rodrigues (atores do Depósito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INÍCIO: 11 DE MARÇO.&lt;br /&gt;Terças e quintas, das 19h30' às 22h30'&lt;br /&gt;Preço: R$ 180,00 mensais (o mesmo preço do 2007), sem taxa de inscrição ou matrícula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:&lt;br /&gt;51 3061.5251 * 51 8401.5251&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.depositodeteatro.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.depositodeteatro.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:depositodeteatro@terra.com.br"&gt;depositodeteatro@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rua Câncio Gomes, 218 – Floresta &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-5670821979410574979?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/5670821979410574979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=5670821979410574979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5670821979410574979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/5670821979410574979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/oficinas-do-ncleo-de-formao-de-atores_13.html' title='OFICINAS DO NÚCLEO DE FORMAÇÃO DE ATORES DO DEPÓSITO DE TEATRO'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-7946257999677623374</id><published>2008-02-11T16:58:00.000-08:00</published><updated>2009-03-29T19:02:53.698-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DE COSTA RICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>De Costa Rica - Centro América 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sigo com meus escritos que quero compartilhar com vocês. Não consigo escrever assim, só pra mim mesma. Tem um conto Livro dos Abraços do Galeano no qual um guri, no alto da montanha, pede pro pai ajudá-lo a olhar. Nossa necessidade de compartilhar o belo, o novo, ou o comum mesmo. Então, tento abraçá-los me compartilhando assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04.02.08&lt;br /&gt;Dani, talvez este sonho seja preenchido daquilo que já li e já suguei do Saramago, esse hijodeputa, que não deixa espaço para aqueles rasgos de romantismos aos quais estamos (coloco no plural pra falar de mim, pra disfarçar minha auto-condenação) acostumados, o melodramático que enfeita a vida e faz crer que ela é um pouco mais do que carne. E talvez tu tenhas razão, aqueles escritos de além-mar muito devem ter contribuído para minhas tentativas de amadurecer: virar alimento, apodrecer, misturar-se, mover-se, feder, incomodar. Como encontrar o sentido na vida mesma, nessa trança de momentos (para não dizer corpos) em apodrecimento?&lt;br /&gt;Agora chove aqui uma chuva de outro lugar. Quem traz é o vento. E esse monte de verde se embebe dos restos que o vento traz. Soa piegas pra caralho... tenho que parar o pensamento pra fazer uma denúncia: no dicionário do word não tem caralho! ... soa piegas pra caralho, mas são esses restos que fazem o arco-íris possível. Eu vi. Nada de melo. Todas as cores ali, um arco perfeito. Igual aqueles que eu nunca vi mas que desenhei porque era modelo de paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;br /&gt;Vida que se afirma&lt;br /&gt;caligrafia dinâmica&lt;br /&gt;firma impressa em bruto ferro&lt;br /&gt;Marcas com brasa sobrepostas na mesma pele&lt;br /&gt;Firmamos nossos nomes&lt;br /&gt;Meu nome que me dão todos os dias&lt;br /&gt;Fu(n)didos os humns ahãaams aiaiais&lt;br /&gt;Arde&lt;br /&gt;Se firma&lt;br /&gt;Fome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;Ruído&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rruiiim&lt;br /&gt;No meu ouvido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.02.08&lt;br /&gt;Viva os rastros que vamos deixando por aí! Lindo ler nas tuas entrelinhas, Carol, o mosaico de cacos que criamos, com estilhaços uns dos outros. Cacos para um Vitral é um livro da Adélia Prado. Essa idéia do vitral, do mosaico transparente também é cheia de metáforas. As igrejas daqui da Costa Rica são cheias de vitrais. São lindas, coloridas. E o piso parece um mosaico de lajotas. E são muito diferentes das nossas brasileiras, pesadas, nas quais o sangue escravo se mistura com algo transcendente. Eu sempre tenho a sensação de que as nossas igrejas são as mais lindas (embora o sangue, a dor desnecessária, o banzo) e que todas as outras queriam ser iguais a elas. Num dia desses descobri que o barroco está em mim. Hehe, num dia sou romântica, no outro sou barroca.&lt;br /&gt;Traços barrocos ao compor esse mosaico de mim. Sublime e grotesco. Por isso sinto as palavras de Adélia tão aqui, nas voltas da minha costela.&lt;br /&gt;E ontem fomos ao Museu do Ouro. O sangue índio. Cada peça daquelas, maravilhas... sei lá quantos minutos de silêncio são necessários. Tudo desapareceu depois dos espanhóis. Por que não havia mais sentido, dizia uma das plaquinhas explicativas. Definitivamente não precisava ser assim. Genocídio. Muitas das obras são para seus rituais de cura, de nascimento, de morte. Está ali o sagrado também. E sem intermediação de padres que querem anjos gordinhos tocando trombetas. Mas, diferente das nossas igrejas, no museu está tudo maquiado, muito longe do seu lugar, com muita maquete e explicação pra fazer gringo e europeu entender. Talvez porque meu mosaico tenha índio, negro e branco, me desmontei um pouco. Essa frase que estava tão pequenininha ficou batendo aqui: porque não tinha mais sentido.&lt;br /&gt;Um caco leva ao outro.&lt;br /&gt;Em Cahuita, um povoado na beira de uma reserva ecológica, na beira do Mar do Caribe, conhecemos Ferguson, 88 anos, quase cego: não quer mais tocar o Calypso porque está triste e pra ele cantar é viver sua alegria. Ele tem vários convites pra gravar disco e fazer show. Ele diz que não. E eu, inconformada digo: mas suas músicas vão se perder. E ele diz: si, se perderán. E parece que isso é algo natural pra ele. É um pouco duro me convencer de que sim, sou parte desta sociedade do consumo, da informação, que não admite que algo não seja acessível. Talvez pela moda do resgate da cultura e da arte tradicional, ou por ainda viver no tempo em que se busca uma identidade no passado. Gosto do passado. Gosto de saber que aquilo que sei e que sou são cacos do antes, dos (antes)passados. Mas não há como resgatar os sentidos de certos cacos. A música de Ferguson, El Rei del Calypso, é ele. Cheguei tarde e não vi sua alegria. Ele tem dois discos, que compramos e que estão autografados com sua letra triste. Foram gravados a pouco tempo, tem um agradecimento no disco para uma clínica de oftalmologia. Mas foi divino tomar café da manhã ouvindo ele contar, na sua língua também feita de cacos (Limón, uma das províncias de Costa Rica, é bilíngüe: se fala inglês e espanhol), como era bom matador de passarinho, mesmo proibido por sua mãe, como conseguiu seu primeiro violão e como fugia pra tocar nos bares. Preciosidades. Ah! E este lugar também está preparado pra receber gringos e europeus, cegos, eles, pra música de Ferguson, coitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha tia, tantos sapos! E sapos em ouro! A tua cara.&lt;br /&gt;A saudade é algo incrível. Talvez meu pai possa explicar como a falta da terra-mãe. De um “útero” onde nos entendemos, onde sei me virar, onde os sons me confortam, onde a cor da gente e modo de caminhar (lê-se: modo de rebolar) me fazem dançar assim como danço. E também a falta do conviver, do participar desses sons e colocar meus pedacinhos nesse mosaico rebolante, nesse colo que nos embala com as cadeiras. E aí é foda (não tem foda no dicionário do Word!!!!). É foda a falta das preciosidades que a gente tem entre a gente e só a gente entende. Como assim, no dia em que a Joana cheirou meu braço e disse: tem cheiro da casa da Ia. Nossa! Quero sempre isso, essa mistura de carne, lugar e palavra.&lt;br /&gt;08.02.08&lt;br /&gt;Tenho pena dos tantos que não participam dos momentos de ensaio, de criação... as pérolas, pepitas, preciosidades que vivemos. Ontem tive a oportunidade de, mais uma vez, viver a alegria de ser humana, de admirar nossa possibilidade de/da arte. Foi num taller para professores do curso de Teatro da UNA. Un honor! Construíram com seus corpos coisas impossíveis. Adoro essa idéia de que a arte torna o impossível, o impensável, possível e pensável. E, mesmo assim, fazendo tanto, sempre se chega num ponto e... a paixão é tanta... é tão entranhas... que só resta a uno recolherse a si mismo y llorar o escuchar su corazón. Tun tun, tun tun. E voltamos baratinados buscando uma ação, um gesto, pelo-amor-de-Deus algo para expressar ISSO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva Laura! Ainda bem que não entendo como as pessoas escolhem algumas profissões. Como dentista, por exemplo. Deve haver alguma coisa de sublime aí que não alcanço. Entendo a importância de uma boca saudável ou bela, embora o falar do nosso povo desdentado soe tão familiar, mas não entendo a escolha. Embora o riso desdentado pareça tão ingênuo, entendo a vergonha gerando submissão, entendo as relações de poder implícitas no número de dentes. Começo a entender a escolha. Desviei meu raciocínio. Eu ia em direção ao psicólogo e ao ator. À psicóloga e à atriz. À escolha da Laura. Pensava que entendia o porque de nossas escolhas. Que medo de, nesse desvio, me perder e dês-entender. Às vezes me parece que ser atriz é um presente muito grande que ganhei do mundo, do Brasil, dos meus pais, de cada pessoa. Tenho passado a vida promovendo eventos para me entender melhor para produzir melhor com essa matéria que sou eu mesma. De personagem à personagem, situação à situação, o que faço é sacar de mim mais de mim. Parece que psicólogos também se gastam em querer entender-se ao entender os outros. De paciente à paciente, um canto de si que se revela. É assim? Devia ser. A diferença é que nós, atrizes, expomos esse nosso entender-se. O psicólogo fica ali no silêncio e faz do seu corpo um espaço cênico neutro, talvez o corpo-expressão mais aberto (vide obra-aberta dos semiólogos), onde o paciente cria tudo, significa tudo. O psicólogo é o personagem que cada paciente cria. E este se transforma a partir de sua própria criação, da leitura que faz de si nesse corpo em branco que acolhe sem preconceitos tantas imagens impossíveis. E aí? É assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento o Leandro está ensaiando com um quarteto de fagotes, de uma professora da UCR. Vai ter fagote na trilha da Penélope. Estamos num ponto difícil dos ensaios: encaixar o meu corpo com o da Vicky – duas linguagens muito diferentes. Como fazer pra produzir coerência, a mesma lógica que tece um mesmo discurso? Sinto falta do modo Depósito de Teatro de entrar num ensaio. Por outro lado é experiência de me construir sem os hábitos. Tenho me alimentado muito da leitura. Sim!!! Estou lendo Ulysses inteirinho!! Ali tem imagens imagináveis de sobra pro corpo se inspirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Não posso deixar de contar do Pôr-do-Sol daqui. Uma tarefa difícil para uma portoalegrense (18 anos já) que sou. Sim, o Pôr-do-Sol no Guaíba é fantástico (vide as fotos que o Kiran tirou da última Farra. Gentes, quem não viu vale a pena conferir – &lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/kiranfoto/Farra_nov2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/kiranfoto/Farra_nov2007&lt;/a&gt; ), mas a bola vermelha que colore todo o céu de rosas e alaranjados... é de ficar assim... de boca aberta, só olhando.&lt;br /&gt;São dez horas da manhã, mas gostei da idéia de acabar essa carta imensa com o Pôr-do-Sol.&lt;br /&gt;Beijos e abraços com todos esses matizes de saudade,&lt;br /&gt;Maria. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-7946257999677623374?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/7946257999677623374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=7946257999677623374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/7946257999677623374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/7946257999677623374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/de-costa-rica-centro-amrica-2.html' title='De Costa Rica - Centro América 2'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8251899114657164779</id><published>2008-02-11T16:57:00.000-08:00</published><updated>2009-03-29T19:04:36.401-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DE COSTA RICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESCRITOS'/><title type='text'>De Costa Rica - Centro América 1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;San Luis de Santo Domingo, 18 de janeiro de 08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou vivendo agora uma outra Costa Rica. Assim como tantos eus dentro de mim mesma, vários países neste aqui tão pequeno (o Rio Grande do Sul é maior que a Costa Rica e El Salvador juntos). E dentro de cada um desses, outras possibilidades para o que cada eu quer inventar. O fato de estar numa casa com pátio grande e lareira me faz retornar muito à infância, aos tempos de Ijuí. Talvez o silêncio ajude. E o som dos animais: muito passarinho, cantos diferentes em horários diferentes, e os galos na sua rotina de nos acordar. Mas também tem animais fora de sua natureza: porcos que gritam de dentro de suas cocheiras quando homens vêm alimentá-los ou quando meninos vêm fazer arte, tudo isso faz parte da minha paisagem. E também cachorros domesticados e dependentes. Não há mais natureza em nós, só nos resta admirá-la ou assombramirá-la. Aqui me assustam os insetos que se auto-consomem. Fora os mosquitos há de tudo. E se, depois de um grito agudo, vários espasmos de nojo, mas com uma determinação espantosa, que me faz transcender meu instinto feminino, consigo matar uma barata, e a deixo ali, porque daí é demais ter que colocar aquela coisa gosmenta e achatada no lixo, em seguida não há mais barata, talvez uma pata, uma antena ou uma asa, as queridas formigas dão contado recado. Tudo isso mais o mundo das palavras têm me possibilitado sonhar muito. Agora, por exemplo, o Leandro foi dar uma entrevista em uma rádio e posso ficar aqui no silêncio e nas palavras. Ah, sim, porque quando ele está chegam com ele muitos sons, que muitas vezes desviam a cadeia das palavras e atrapalham a materialização das sensações desconhecidas e inexplicáveis que fazem o diálogo entre os sonhos e essa totalidade que vivo aqui. Se aqui consigo ficar só e em mim, nos meus sonhos há super população. Nesta noite foi demais, tanta gente e festa e aula e prova e conversa, família, amigos, colegas, todos de antes e de mais antes ainda. Mas quero contar é o sonho de ontem. Mas antes quero repetir uma frase do livro infantil do Donaldo... talvez o fato de eu estar lendo livro para crianças – ontem também li um livro de poesias escrito por crianças com câncer, mas isso é outra história que conto depois - contribui para esses meus retornos ao passado... O “Finnício Rioven”, do Donaldo, é uma transcriação de Joyce para crianças, ou pra qualquer um que gosta de palavras, estou achando uma delícia e estou louca pra ler com a Joana. A tal frase é: “Idéias saem de uma língua, dão um giro por outras línguas e voltam muito mais ricas”. Acho que é muito isso que vivo hoje, transcriando uma obra Irlandesa na Costa Rica.&lt;br /&gt;Então, o sonho de ontem:&lt;br /&gt;De repente, com muita força, assustadoramente, chegou quebrando tudo. Nuvens amarelas quebravam-se no céu. Da cor e com a mesma força do Rio Sucio. Como algo sobrenatural que vinha arrastando tudo, uma correnteza de nuvens amarelas que vinham ocupando e estilhaçando o céu. Sons de estilhaços e terror. Todos fugíamos corríamos sem onde esconder-se porque os vidros explodiam com o vento que a correnteza de nuvens produzia. Até que alguém disse que devíamos nos abrigar em lojas. Entrei na primeira e me escondi com mais uma pessoa e o vendedor atrás do balcão de madeira. A vitrine do balcão explodiu, se estilhaçou. E as nuvens passaram e tudo se acalmou. Mas algo havia acontecido. Ninguém sabia o que era. A sensação e a visão do céu amarelo que se movia e se quebrava ficou. Ficou no ar, ficou... ficou em todos. E uma sensação de que algo havia mudado... a sensação no ar... a sensação em todos... de que algo havia mudado... Mas ninguém sabia explicar, era pura sensação. Tudo estava diferente, mas tudo era igual. E não eram os vidros quebrados. As pessoas foram pra rua. Sentadas em frente de suas casas, nas pracinhas, na grama, se olhavam, conversavam, e não entendiam o que estava diferente. Passei dando macarrão pros cachorros que tinham fome e as pessoas, sentadas em frente de suas casas e nas pracinhas e na grama, diziam que os cachorros não comiam desde que o céu ficou amarelo e se quebrou. E então os cachorros comeram, talvez não tivessem comido porque ninguém lembrou-se de dar comida a eles, tão preocupadas e ocupadas que estavam em entender o que havia mudado, compreender aquela sensação. Mas era necessário arrumar a bagunça e carregar de volta pro escritório do meu pai as cadeiras que tinham voado pelas janelas estilhaçadas e que foram arrastadas pelo vento e que também quebraram vidros. E me pediram pra que eu recolhesse as cadeiras que estavam pela rua, talvez perdidas. E fui. E encontrei uma cadeira. E quando cheguei com esta cadeira de volta no escritório estremeci com o que vi. Era assustadora a compreensão do que havia mudado. Tudo ficou esclarecido, entendi aquela sensação inexplicável que todos compartilhávamos: quando cheguei no escritório, chegaram, ao mesmo tempo que eu, mais três eus, cada uma carregando um pedaço de cadeira. E essas quatro eus nos olhamos e compreendemos e eu fui correndo contar e explicar a todos o que havia acontecido e qual era aquela sensação que ninguém conhecia: quando o céu se partiu, quebrou-se, ele também nos despedaçou. Passamos a ser vários estilhaços de nós mesmos. Cada um se dividiu em vários eus, como se tivéssemos quebrado, mas cada pedaço de nós era autônomo e continha a sensação do todo, tanto que não percebíamos nem enxergávamos que estávamos divididos, partidos repartidos. Não era como o “Visconde Partido ao Meio” porque não havia dicotomia nem corte físico. Era uma divisão no ser. Contei isso para algumas pessoas e sim, todos entendiam que ninguém sabia explicar era a sensação disso: havíamos sido quebrados, vivíamos com nossos pedaços separados, os pedaços não se encontravam e estávamos vivendo simultaneamente através de diferentes eus, mas cada pedaço tinha a sensação do todo e por isso sentíamos aquilo que não sabíamos explicar.&lt;br /&gt;E bota sonho doido. Mas tem muito a ver com tudo o que tenho vivido e também com a peça que estamos construindo: uma personagem feita por duas atrizes, onde cada uma de nós constrói faces dela e o público vai montando a unidade, a totalidade de Molly Bloom.&lt;br /&gt;E por falar na peça, ontem recebemos uma carta (decreto, sei lá o que é) assinada pelo Presidente da Costa Rica, o Prêmio Nobel da Paz (vejam só) Sr. Oscar Arias Sánchez – e pela Ministra de Cultura e Juventud -, declarando de Interesse Cultural o projeto “Penélope Bloom”. Ainda não sei exatamente o que isso significa em termos práticos e na viabilização do projeto (leia-se em termos de grana), mas é muito chique!&lt;br /&gt;A casa maravilhosa na qual estamos, que tem até um estúdio em cima onde estamos ensaiando, é da Maira: uma senhora de boina, poetiza e professora aposentada, que vive na casa ao lado e que nos deu de presente pó de café e o tal livro de poesias escritas por crianças nicaragüenses com câncer. Parece triste, mas é lindo, é a construção da metáfora, a brincadeira com palavras e a materialização do pensamento daquelas crianças. Pra explicar: esse livro é fruto de uma oficina de poesias coordenada pelo poeta Ernesto Cardenal, que foi Ministro da Cultura da Nicarágua durante a revolução. Aí está: Maira foi guerrilheira e foi a coordenadora de todas as oficinas de poesia que faziam por todo o país, com crianças e com adultos. É claro que lembrei de um livro de contos sobre a revolução da Nicarágua que minha mãe nos deu quando éramos criança e no qual havia um relato que me deixou, criança, comovida-entusiasmada-encantada: a batalha que um grupo de crianças de uma aldeia (onde só haviam crianças e mulheres pois os homens estavam todos fora, na guerrilha) venceu, apenas com bombinhas e panelas que faziam sons de metralhadora.Gosto de imaginar que talvez estas crianças tenham participado dessas oficinas... o mundo dando voltas. E minha colega Vicky, o lado outro da Molly, naquela época também viveu quatro anos na Nicarágua trabalhando com as oficinas de arte. Com este povo que acabei me metendo. Muito familiar.&lt;br /&gt;Agora a fome começou a apertar. Então, o jeito é fazer comida. Aqui a comida é bem mais cara que no Brasil.&lt;br /&gt;Todos merecem um tempo assim com espaços vazios para todas essas imagens surgirem. O relógio determina nossa imaginação e nosso pensamento. Acordar com o sol e dormir com as estrelas provoca outro metabolismo de imagens. Aí a gente pode criar o tempo, a cadência, o ritmo, as durações, aqui no texto, ou na canção, ou na ação cênica.&lt;br /&gt;A Costa Rica é linda, tem muita mata, mas também é simples, não tem calçada, é assustada, tem muitas grades, tem gente maravilhosa e gente grossa, tem um rio amarelo que se encontra com um rio verde, tem um mercado público que vende peixe, ervas, frutas, flores e gallopinto (mexido de arroz com feijão) e casado (prato feito), tem um teatro nacional chiquérrimo da época dos senhores de café, tem um café delicioso, tem plantação de café em todo canto, e tem muito mais coisa que eu ainda não conheci, mas a Costa Rica é isso tudo o que estou sentindo também.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8251899114657164779?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8251899114657164779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8251899114657164779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8251899114657164779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8251899114657164779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/de-costa-rica-centro-amrica-1.html' title='De Costa Rica - Centro América 1'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1946403651865377281</id><published>2008-02-08T10:45:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T06:42:30.628-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OFICINAS'/><title type='text'>Dramaturgia del Cuerpo – El actor criador de la escena</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tenho pena dos tantos que não participam dos momentos de ensaio, de criação... as pérolas, pepitas, preciosidades que vivemos. Ontem tive a oportunidade de, mais uma vez, viver a alegria de ser humana, de admirar nossa possibilidade de/da arte. Foi no taller para professores do curso de Teatro da UNA. Un honor! Construíram com seus corpos coisas impossíveis. Adoro essa idéia de que a arte torna o impossível, o impensável, possível e pensável. E, mesmo assim, fazendo tanto, sempre se chega num ponto e... a paixão é tanta... é tão entranhas... que só resta a uno recolherse a si mismo y llorar o escuchar su corazón. Tun tun, tun tun. E voltamos baratinados buscando uma ação, um gesto, pelo-amor-de-Deus algo para expressar ISSO. Obrigada Arnoldo, Gian Carlo y Marco por el día de ayer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se do curso Dramaturgia del Cuerpo – El actor criador de la escena, para los profesores de la Escuela de Teatro de la Universidad Nacional de Costa Rica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descripción&lt;br /&gt;La propuesta del curso es promover una experiencia teórico-práctica para analizar y entender los principios específicos de configuración de la dramaturgia del cuerpo.&lt;br /&gt;A partir del conocimiento de tales principios, el actor tendrá elementos para construir una cena cuyo principal elemento de significación es el cuerpo escénico.&lt;br /&gt;O curso todavía propone investigar el procedimiento de composición de otras artes como una manera de ampliación de las posibilidades de creación de lenguajes del actor. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1946403651865377281?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1946403651865377281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1946403651865377281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1946403651865377281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1946403651865377281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/02/dramaturgia-del-cuerpo-el-actor-criador.html' title='Dramaturgia del Cuerpo – El actor criador de la escena'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-1573568957360359770</id><published>2008-01-30T09:25:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T06:15:23.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Cartas de James Joyce</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em algumas cartas que Joyce escreveu à Frank Budgen, ele comenta sobre o último capítulo de Ulisses e sobre a personagem Molly Bloom. Aqui, alguns recortes destas cartas, publicadas pelo Editorial Lúmen. JOYCE, James. Cartas Escogidas. Vol II . Seleción de Richard Ellman. Traducción de Carlos Manzano. Barcelona: 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pg. 96&lt;br /&gt;“Fiesta de San Miguel, 1920&lt;br /&gt;(...) Molly es un hueso duro de roer. Lo último que se me ha ocurrido es esto. Molly es la dádiva de Hermes, dios de los caminos públicos, y es la influencia invisible (oración, azar, agilidad, presencia de ánimo, capacidad de superación) que salva en caso de accidente. Eso abarcaría la inmunidad respecto a la sífilis (…). Hermes es el dios de los hitos: es decir, es sobre todo para un viajero como Ulises, el punto en que se juntan los caminos paralelos y también los contrarios. Es un accidente de la providencia. En este caso especial podemos decir que su planta tiene muchas hojas, indiferencia debida a la masturbación, pesimismo congénito, sentido de ridículo, repentina quisquillosidad en algún detalle, experiencia. Es la única ocasión en que Ulises no recibe la ayuda de Minerva, sino de la de su equivalente o inferior masculino (…)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pg. 100&lt;br /&gt;“10 de dezembro de 1092.&lt;br /&gt;(...) Voy a dar la última palabra a Molly Bloom: el ultimo episodio, Penélope, estará escrito con sus pensamientos y su cuerpo, mientras Poldy duerme (…)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pg. 106-107&lt;br /&gt;“28 de fevereiro de 1921&lt;br /&gt;(…) Estoy escribiendo Itaca en forma de catecismo matemático. Todos los acontecimientos se descomponen en sus equivalentes cósmicos, físicos, psíquicos, et: por ejemplo, Bloom dando saltos, sacando agua del grifo, la micción en el jardín, el cono de incienso, la vela encendida y la estatua, con lo que no solo sabrá todo el lector y, encima del modo más frío y directo, sino que, además, Bloom y Stephen se convierten así en cuerpos celestes, vagabundos como las estrellas que contemplan. La última palabra (humana, demasiada humana) queda para Penélope. Es la refrendata indispensable para el pasaporte a la eternidad de Bloom. Me refiero al último episodio Penélope”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pg. 117&lt;br /&gt;“16 de agosto de 1921&lt;br /&gt;(…) Penélope es la clou del libro. La primera oración consta de 2500 palabras. Hay ocho oraciones en el episodio. Comienza y acaba con la palabra femenina sí. Gira y gira como la enorme bola de la tierra, y sus cuatro puntos cardinales san los pechos, el culo, la matriz y el coño femeninos expresados por las palabras porque, fondo o culo (en todas las acepciones: botón de abajo, el ultimo de la clase, fondo del mar, fondo de su corazón), mujer, sí. Aunque probablemente sea mas obsceno que ningún episodio anterior, a mi me parece perfectamente sano, pleno, amoral, fertilizable, indigno de confianza, cautivador, agudo, limitado, prudente, indiferente. Weib. Ich bin der Fleisch der stets bejaht*.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Mulher. Eu sou a carne que sempre afirma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-1573568957360359770?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/1573568957360359770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=1573568957360359770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1573568957360359770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/1573568957360359770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2008/01/cartas-de-james-joyce.html' title='Cartas de James Joyce'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-8506838386915026308</id><published>2007-12-11T18:32:00.000-08:00</published><updated>2008-10-24T11:17:34.070-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FOTOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R19JHHAAx6I/AAAAAAAAAA0/rrC6cX7jH8o/s1600-h/penl3731kiranfoto07%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142909685967407010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R19JHHAAx6I/AAAAAAAAAA0/rrC6cX7jH8o/s320/penl3731kiranfoto07%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R19I23AAx5I/AAAAAAAAAAs/bIEY8XRhAZo/s1600-h/penl3672kiranfoto07%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142909406794532754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R19I23AAx5I/AAAAAAAAAAs/bIEY8XRhAZo/s320/penl3672kiranfoto07%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Júlia Rodrigues, Maria Falkembach e Depósito de Teatro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;convidam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostra de Processo do espetáculo&lt;br /&gt;Penélope Bloom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias 12 e 13 de dezembro, às 20h, no Depósito de Teatro (Rua Câncio Gomes, 218)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mostra será realizada dentro da apresentação do Estágio I de Direção da aluna do Departamento de Arte Dramática, Júlia Rodrigues, sob a orientação de Ramiro Silveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penélope Bloom, é a personagem que protagoniza o último capítulo do romance Ulisses, de James Joyce, e o referido espetáculo, que está sendo construído a partir da adaptação do texto citado.&lt;br /&gt;Na peça, esta personagem, a qual se situa entre as mais importantes da literatura ocidental, será composta por duas atrizes, uma brasileira, outra costarriquenha. Este espetáculo está sendo construído através de uma pesquisa de criação de linguagem teatral atravessada pela intertransculturalidade. Propõe uma experiência de intercâmbio cultural complexa a partir da criação de uma obra artística que não ignora (e evidencia) identidades e diferenças culturais nas escolhas que ocorrem durante o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta mostra apresentaremos o material criado pela atriz brasileira Maria Falkembach.&lt;br /&gt;Penélope Bloom estreará em abril de 2008. Em janeiro e fevereiro de 2008 serão realizados os ensaios, na Costa Rica, momento que estamos chamando de 3ª etapa do projeto: fusão do material das duas atrizes e re-escrita da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaríamos de compartilhar nosso processo de criação e te convidamos para conhecer de perto nossas produções, dúvidas e angústias, provocadas por este texto e esta personagem maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ficha técnica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção&lt;br /&gt;Gerardo Bejarano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistência de Direção&lt;br /&gt;Júlia Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuação&lt;br /&gt;Maria Falkembach&lt;br /&gt;Vicky Montero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha Sonora&lt;br /&gt;Leandro Maia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figurino&lt;br /&gt;Sandra Possani&lt;br /&gt;Chico Macalão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenário&lt;br /&gt;Rudinei Morales.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-8506838386915026308?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/8506838386915026308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=8506838386915026308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8506838386915026308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/8506838386915026308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/12/jlia-rodrigues-maria-falkembach-e.html' title=''/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/R19JHHAAx6I/AAAAAAAAAA0/rrC6cX7jH8o/s72-c/penl3731kiranfoto07%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2340017208191735991</id><published>2007-11-26T09:54:00.002-08:00</published><updated>2008-02-13T06:19:17.284-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Ensaio aberto da Penélope Bloom</title><content type='html'>Hoje eu e Júlia fizemos um ensaio aberto da Penélope para um grupo de convidados. Tinha muita gente legal no público: o nosso assessor para assuntos literários e grande colaborador (Donaldo Schüler), o pessoal da equipe de criação (Leandro Maia e o Chico Macalão), nossas produtoras (Tânia Rebussi e Marlene Machado), a artista plástica convidada para ingressar no projeto (Paula Mastroberti), o professor orientador da Júlia e queridíssimo colega (Ramiro Silveira), pessoal do Depósito (Plínio Marcos Rodrigues, ViviFalkembach e Joyce Colin), o super fotógrafo (Kiran), a cooperativa de filmagem (Gustavo e Têmis)&lt;br /&gt;A atividade começou comum café da manhã. Só eu não comi nem tomei nada. E fiquei em empanturrada assim mesmo. Coisas de quem está colocando a cara pra bater. Mas a idéia do café foi ótima, pois as pessoas envolvidas no trabalho puderam se conhecer e conversar todas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;A mostra também foi legal. Gravamos tudo e vamos mandar pro Bejarano e pra Vicky. Seguem então os apontamentos que fiz, no meu caderno Molly, durante a conversa pós apresentação. Observações e reflexões importantes, provocadas principalmente pelo Donaldo, e que mexem com nossa concepção do espetáculo. O bom é que está em tempo de mexer em muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura do livro Ulisses é geocêntrica. Molly é a Terra e Leopold é o Sol que gira em torno dela. Tudo gira em torno de Molly, ela é o centro do Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela diz SIM à vida!!&lt;br /&gt;É a VITÓRIA às perdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molly não é louca, mas pode representar a LOUCURA DE VIDA, de afirmação!!&lt;br /&gt;No mundo dos homens ela é LOUCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Molly é a própria Terra, a afirmação da própria Loucura pode ser a afirmação do feminino no mundo masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molly é solta no mundo&lt;br /&gt;Deve vencer as paredes – o contrário das 4 paredes do Sartre&lt;br /&gt;Uma idéia que surgiu foi a de projetar imagens da cidade na parede&lt;br /&gt;Mas a idéia da porta com rodas que anda pelo cenário é ótima, pois a Molly sai! Ela não está presa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carnaval: transfiguração contínua – a fantasia vira realidade. “Não existe pecado do lado de baixo do Ecuador”.&lt;br /&gt;Sim, sim, sim!!! Sim à união com Poldy, sim ao sexo, sem culpa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poldy, durante todo o tempo está dormindo ao lado dela. Ele já chegou em casa.&lt;br /&gt;E a hipótese surgiu:&lt;br /&gt;Ela não é amante de Boylan, é tudo imaginação do Poldy.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2340017208191735991?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2340017208191735991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2340017208191735991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2340017208191735991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2340017208191735991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/11/ensaio-aberto-da-penlope-bloom_26.html' title='Ensaio aberto da Penélope Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2253685511085562508</id><published>2007-10-23T13:31:00.000-07:00</published><updated>2007-10-23T13:46:52.222-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Cenário e Figurino - Penélo Bloom</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124635752234059202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/Rx5dEK8thcI/AAAAAAAAAAk/qlfNFyX-Rp8/s200/Dorothea+Tanning,+Palaestra,+1949.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Está aberto o espaço de reflexão sobre o cenário e o figurino do espetáculo Penélope Bloom.&lt;br /&gt;As imagens são obras de artistas surrealistas que estão nos servindo de inspiração para a plástica cênica. Na postagem chamada Penélope Bloom – o Projeto, entre outras coisas, no item 4.2, estão as primeiras idéias sobre a concepção de cenário e figurino. &lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124635026384586162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/Rx5cZ68thbI/AAAAAAAAAAc/lmWJQNDNIaM/s200/Dorothea+-+girasol.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A carta abaixo foi escrita para o Rudinei, nosso cenógrafo, no dia 6 de outubro de 2007. Transcrevo a carta aqui para que tenhamos um espaço no Blog para debater as idéias sobre cenário e figurino. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Rudi,&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estou aqui com o Bejarano. Meu último dia de Costa Rica. Estamos conversando sobre o cenário do espetáculo. Bom, agora parece que temos que começar a fazer, para estrear em abril. Como o Bejarano só estará aí em março, nós vamos ter que ir construindo antes. Tudo tem que estar pronto até dezembro, na apresentação do trabalho da Júlia, pois em janeiro eu venho para a Costa Rica novamente. 4 pontos que estamos pensando:&lt;br /&gt;1. Ele pede que tu comece, o quanto antes a resolver as estruturas da cama, da escada, da janela, da porta, estudar uma forma que sejam estruturas desmontáveis, e pede um desenho com essa proposta. A escada modelo é a da USINA só que vai ser cortada em dois metros e meio, mais ou menos.&lt;br /&gt;2. Sobre o piano: encontramos aqui uma pianola da universidade que nos emprestaram. Mas parece que não podemos levar. Então estou levando as fotos do instrumento para pesquisarmos se encontramos algo aí. O Leandro disse: “tem um pianista, construtor de instrumentos, etc, chamado Eldad Chapter... Posso conseguir o telefone dele para fazermos a pianola...”&lt;br /&gt;3. E ainda uma idéia da parte mais estética do cenário. Por exemplo, falou agora do corrimão da escada ter um desenho parecido com o da cama.&lt;br /&gt;4. ensaiar comigo e com a Júlia para irmos encontrando os "pequenos momentos mágicos" relacionados com a estética surrealista. (Gibraltar, o filhinho morto, a mãe dela, o Cabaré, o modo que Molly constrói o caminhar de Leopold em Dublin). Talvez uns 5 momentos. Isso teria que ser construído junto com o figurino: pequenos elementos que vão construindo e criando pequenos cenários.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2253685511085562508?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2253685511085562508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2253685511085562508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2253685511085562508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2253685511085562508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/10/cenrio-e-figurino-penlo-bloom.html' title='Cenário e Figurino - Penélo Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/Rx5dEK8thcI/AAAAAAAAAAk/qlfNFyX-Rp8/s72-c/Dorothea+Tanning,+Palaestra,+1949.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-2553799913959135267</id><published>2007-10-22T05:15:00.000-07:00</published><updated>2007-10-22T05:16:12.166-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Sobre a Molly Bloom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ontem eu e o Leandro fomos assistir Piaf. Vocês devem ver!!!!&lt;br /&gt;Lembrei muito da Molly e da Mollinha. Começou em função da época (1918). Nossa Molly, nesta época já era mais velha, mas as duas tem muito em comum: foram criadas pelo pai, vivem o mundo do cabaret e da música, um filho que morre.&lt;br /&gt;Parece que encontrei no filme um pouco da dubiedade da personagem que estamos buscando: uma vida sem grandes reflexões, uma mulher comum, mas uma grande mulher. Elas tem muitas diferenças também: bom, a primeira é que a Molly não chega nem aos pés da Piaf, imagino. Piaf se destruiu, segundo o filme, em função da impossibilidade de viver sem seu grande amor. E o filme evidencia a força com que ela amava. Embora quando criança o amor tenha passado longe dela. Existe uma mulher, uma prostituta que parece construir pela primeira vez uma relação de afeto (lembra o papel da senhora Stanhofe, embora no caso da Piaf seja uma relação muito mais forte que imagino a relação entre a Mollinha e a senhora Stanhofe). Tudo isso me faz pensar e me questionar sobre o modo como a Molly ama. Já falamos muitas vezes sobre isso e ainda não sei. Talvez não tenha que pensar sobre isso, mas ir construindo os momentos com cada ato. “A carne que constantemente afirma”: que não nega, que não tem referências para negar. Para quem amar é dizer sim.&lt;br /&gt;Volto a pensar na nossa “premissa”. Talvez tenha relação com o AMOR. O saber e o não saber amar. Passamos a vida tentando aprender a amar e tentando amar. O que é amar? O que é o amor? É dizer sim? Sims??&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-2553799913959135267?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/2553799913959135267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=2553799913959135267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2553799913959135267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/2553799913959135267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/10/sobre-molly-bloom.html' title='Sobre a Molly Bloom'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-3012023703425226823</id><published>2007-10-22T05:10:00.000-07:00</published><updated>2007-10-22T05:13:24.488-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENÉLOPE'/><title type='text'>Penélope Bloom - o Projeto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;PROJETO TÉCNICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penélope Bloom&lt;br /&gt;Uma experiência intertranscultural na prática e pesquisa cênica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APRESENTAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                  &lt;br /&gt;Este projeto trata da montagem de um espetáculo que parte de uma pesquisa cênica de criação de linguagem teatral atravessada pela intertransculturalidade. Propõe uma experiência de intercâmbio cultural complexa a partir da criação de uma obra artística que não ignora (e evidencia) identidades e diferenças culturais nas escolhas que ocorrem durante o processo.&lt;br /&gt;Penélope Bloom, título da peça que será construída, é a personagem que protagoniza o último capítulo do romance Ulisses, de James Joyce, e o referido espetáculo, que será construído a partir da adaptação do texto citado.&lt;br /&gt;Aqui, esta personagem, a qual se situa entre as mais importantes da literatura ocidental, será composta por duas atrizes, uma brasileira, outra costarriquenha, portanto por dois corpos constituídos de múltiplos significantes culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 - Produzir um espetáculo teatral a partir da adaptação do capitulo PENELOPE contido no romance ‘Ulisses’ do escritor irlandês James Joyce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 - Pesquisar aspectos da poetização da ação dramática na composição do personagem e da cena relacionados ao modo de composição na narrativa joyceana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 - Dar continuidade aos estudos desenvolvidos nos cursos de Mestrado dos artistas envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 - Construir uma obra cênica a partir de uma experiência intertranscultural, por via da participação de artistas e técnicos do Brasil e da Costa Rica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5 - Realizar apresentações do espetáculo para o público do Brasil e da Costa Rica e promover o intercâmbio entre países da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6 - Documentar e divulgar o processo da montagem, promovendo assim o intercâmbio e socialização de experiências autorais contidas nesta encenação, bem como a prática da intertransculturalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha por apresentar uma obra de James Joyce na cena é devida ao grande desafio que isto representa para os criadores deste espetáculo. Esta obra os motiva e os impulsiona para a criação, para a continuidade de um trabalho minucioso na busca por configurar e reinventar a linguagem cênica, o que caracteriza o teatro contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Sobre a obra literária original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1.1 O autor: a importância de Joyce para a literatura ocidental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Joyce avança com expressividade reinventada. Invenções só falam a receptores inventivos” (Donaldo Schüler, tradutor de Finnegans Wake no Brasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“James Joyce nasceu em Dublin, Irlanda, em 1882. (...) Dentro de sua produção literária estão os romances ‘O Retrato do Artista Enquanto Jovem’, ‘Dublineses’, ‘Ulisses’ e ‘Finnegans Wake’. (...) O escritor tornou-se célebre por suas experimentações com a linguagem e por suas inovações estilísticas, que incluem o uso extenso do monólogo interior, do fluxo de consciência e de uma complexa rede de referências simbólicas emprestadas à mitologia, à história e à literatura, além de um vocabulário peculiar feito de palavras inventadas, trocadilhos e alusões” (PINHEIRO, p. IV)&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Joyce influenciou grandemente a literatura ocidental, bem como a arte moderna.&lt;br /&gt;Joyce não é essencialmente um dramaturgo, embora tenha escrito uma peça teatral, chamada “Exilius”, e um texto dramatizado contido no capítulo 2 do romance “Ulisses”. Porém não são seus textos teatrais os objetos deste projeto, mas sim o último capítulo de “Ulisses”.&lt;br /&gt;A revolução formal e estilística apresentada nesta obra (composta entre &lt;a title="1914" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1914"&gt;1914&lt;/a&gt; e &lt;a title="1921" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1921"&gt;1921&lt;/a&gt;) continua sendo um desafio para o público contemporâneo, na mesma medida que é quase um convite para encenadores e atores. ‘É uma paródia de “A Odisséia” de Homero (...), uma versão irônica do modelo inicial (...) um jogo de convenções múltiplas, uma prolongada repetição com diferença crítica’ (PINHEIRO, p. X), que ressalta a diferença com o original, sem desmerecê-lo. Em “Ulisses”, Joyce combina o virtuosismo técnico da paródia com o tratamento psicológico dado aos seus personagens. &lt;br /&gt;Para justificar a sua escolha pela montagem e tradução à cena (transcriação) deste texto, a equipe de criação do espetáculo faz suas as palavras de Bernardina Pinheiro, tradutora da obra no Brasil, quando aponta os motivos de sua empreitada:&lt;br /&gt;“(...) o meu desejo de, através de uma linguagem coloquial semelhante à de Joyce, permitir que o maior número possível de leitores usufruísse, como eu usufruíra, de suas criações narrativas inovadoras, através de sua diversidade de estilos, sua musicalidade, sua riqueza vocabular e seu uso do monólogo interior em sua acepção mais completa. Eu desejaria, sobretudo, dar-lhes a oportunidade de se divertirem com a leitura deste livro invulgar como eu me divertia ao lê-lo e traduzi-lo” (PINHEIRO, p. XIV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Então, pretende-se, através da exploração dos elementos da composição cênica, com evidência para a pesquisa corporal, ligada à análise e apropriação reconfiguradora do texto, aproximar Joyce e sua complexidade estilística do público contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1.2 “Penélope”: um retrato extremamente íntimo da mulher moderna, vejam só, escrito por um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projeto escolhe, então, adaptar e encenar o último capítulo de “Ulisses”, denominado ‘Penélope’, pois também encontra ali um material riquíssimo para a construção de um monólogo de uma personagem de grande complexidade (a ser realizado por duas atrizes, conforme será detalhado adiante).&lt;br /&gt;“Vou dar a última palavra a Molly Bloom – disse Joyce – o último episódio, Penélope, estará escrito com seus pensamentos e seu corpo”. Molly Bloom é, sem duvidas, um dos grandes personagens da literatura, comparada às mulheres do teatro de O’neil, Tenessee Williams, Ibsen, Checov e Albee.&lt;br /&gt;Num extenso monólogo interior, no decorrer de una noite de insônia, a mulher de Leopold Bloom, o protagonista de “Ulisses”, mãe de Milly, deixa fluir livremente seus pensamentos mais íntimos. Assim como a Penélope mítica, que de manhã, aos olhos de todos, tecia sua colcha e de noite a desmanchava, Molly Bloom “destece” sua vida e sua história durante esta noite de espera, num discurso ininterrupto — que Joyce transcreve, sem nenhuma pontuação, em oito grandes parágrafos ao longo de sessenta páginas.  Marion (Molly) Bloom revisa sua vida, se recria em suas lembranças recentes e remotas, reflete visceralmente sobre os mais diversos temas, formula seus desejos, esperanças e projetos, expressa seus sentimentos e opiniões. Este capítulo é caracterizado pelo crítico W. George Tildall como “(...) um ‘divertimento-sério’ sem travas dos pudores e dos hábitos mentais da classe média (...), [onde] o indecoroso, o vulgar e o trivial se revelam o mais elevado”.&lt;br /&gt;            As operações microscópicas que se dão na mente deste personagem feminino constroem o fluxo de consciência, esse monólogo interior, que poucos autores mostram-se capazes de levar com sucesso a suas últimas conseqüências. A visão penetrante da natureza feminina, a densidade da vida mental desta mulher de classe média irlandesa do princípio do século XX, expressa-se com frieza e ironia. A aproximação do penetrante com o divertido, nas facetas mais ocultas da pianista do café ‘Palace’ fazem desta personagem dublinense um modelo de universalidade.&lt;br /&gt;            Tudo se passa na noite de 16 de junho de 1904, em um dormitório de ‘penumbra amarelada’ situado na residência dos Bloom, da rua Eccles St. Número 7, Dublim, Irlanda, quando Molly Bloom, recorre aos subterfúgios de sua vida enquanto espera a volta de seu marido Leopold Paula Bloom para casa.&lt;br /&gt;            Através deste fluxo de consciência, nós assistimos a uma sucessão de pensamentos e ações ‘indiferentes à moral’. Molly é um ser elementar, de natureza terrena e de uma vitalidade obscena. É Molly quem espera. Entanto essa espera consome-se ao ritmo que marca as horas e a agonia da lâmpada de óleo. ‘Há pecados e más recordações – dizia Joyce – ocultos pelo homem nos espaços mais ocultos do coração, mas que ali ficam, a espera... No entanto, uma palavra casual poderá evocá-los de repente nas circunstancias mais diversas, numa visão ou num sonho...’&lt;br /&gt;“Em uma carta (...), Joyce define seu personagem feminino Molly Bloom como uma mulher ‘perfeitamente sã de espírito, totalmente amoral, fertilizável, inconfiável, cativante, perspicaz, limitada, prudente, indiferente’, [e ainda diz], ‘eu sou a carne que constantemente afirma’. Ela realmente diz sim à vida, no sentido mais amplo da palavra. (...)”. (trecho do texto ‘Molly Bloom: não o mito, mas a mulher’, de Bernardina da Silveira Pinheiro, em anexo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Molly é seu corpo, seu corpo é seu território de vida, de percepção e expressão. Seu corpo é “carne” que age sem mediações mentais, como algo brutal, extremamente vivo. Seu corpo também é espaço de contradição, pois se faz objeto, mas deseja não ser. No corpo de Marion Tweedy – a de cabelos castanhos avermelhados – não só transitam imagens masculinas, pretendentes de uma Penélope dublinesa, mas também imagens das pequenas tragédias da vida, das inúmeras despedidas e de um futuro que não parece promissor. O alvorecer no mês de junho chega cedo em Dublin, mas não parece fazê-lo na vida de Molly. Um cataclisma se precipita... essa mulher nascida em Gibraltar, esta noite espera o retorno de seu marido de uma longa peregrinação, como o Ulisses mítico.&lt;br /&gt;            Neste projeto, a criação desta personagem é entendida como parte do processo cognitivo das atrizes, numa idéia de atriz-criadora, é entendida como parte da construção de conhecimento inerente à criação artística, na qual irá rever suas técnicas, sua profissão, suas buscas, sua vida.&lt;br /&gt;“Em tempos em que se fala de morte do autor e do original, a transcriação não ignora tais noções. O artista que transcria vai de encontro ao autor e ao original talvez como um modo de encontrar seu lugar no fluxo da existência, para não cair no vazio do corpo pós-moderno super excitado que não elabora, que não executa, que não “processa”. Precisa de um “reset”. Para que uma dada obra original faça parte dele, faça parte do seu corpo, precisa transformá-la em corpo. Então, original é entendido como a forma que se dá a perceber enquanto configuração de relações singulares na materialidade em que foi imaginada, que apresenta estruturas de pensamento e possibilidades de devaneio para quem a percebe, que apresenta algo que transcende e que dá sentido para a vida.” (dissertação de mestrado de Maria Falkembach, atriz do presente projeto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Assim, dentro do processo íntimo de recriação desta personagem no corpo das atrizes, busca-se, com este monólogo, promover uma extrema intimidade e cumplicidade com o público, o qual guardará os segredos dessa Molly, que fala, conta e expressa coisas que nunca diria para ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            3.2 Sobre a pesquisa na busca da poetização da ação dramática&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para criar a cena numa estética congruente com a estética de Joyce, o processo de montagem deste espetáculo nos provoca a realizar uma pesquisa sobre a poetização da ação dramática a partir de dois focos, os quais identificamos na obra joyceana: 1. o naturalismo do movimento e do gesto, bem como do espaço que o autor descreve; 2. a dês-construção do discurso e, assim, a dês-construção deste gesto naturalista, em vista da fragmentação do universo emocional e da não linearidade do tempo e do espaço em que se constitui a personagem.&lt;br /&gt;As dissertações de Mestrado de Luiz Gerardo Bejarano e Maria Falkembach, são dois insumos teóricos e técnicos que colaboram com o processo de pesquisa prática. A primeira apresenta as ações-físicas como instrumento de análise do texto, e a dês-construção da mesma como elemento de fragmentação do personagem. A segunda apresenta o conceito de dramaturgia do corpo e a idéia de transcriação&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; como a reinvenção de um texto literário a partir da materialidade do corpo que propõe a apropriação e reinvenção da obra original. Estas duas bases teóricas se integram de modo dialético no processo de encenação do texto de Joyce.&lt;br /&gt;Não cabe aqui omitir a relevância desta pesquisa, na prática da criação do espetáculo, pois ela constitui a busca da construção de conhecimento e da reinvenção de linguagem que abarquem a compreensão do mundo contemporâneo. A transcriação, procedimento que se propõe neste projeto, promove no artista o vazio que impulsiona a reinvenção da linguagem, cria espaços de devaneio quando não há tradução possível. Provoca o desequilíbrio e a necessidade inevitável de inventar novas possibilidades de dramaturgia, estimula o risco e a superação na ampliação da linguagem.&lt;br /&gt;Além disso, a importância da pesquisa está relacionada com o “aprofundamento” de relações e da comunicação. O corpo, hoje, enquanto processo de relação e troca de informações consigo, com o outro e com o meio, é super excitado. Para não ser apenas uma imagem banalizada e estabelecer a troca esse corpo mídia de si mesmo não pode ser separado do auto-conhecimento. Se a tendência da contemporaneidade é a superficialidade das relações, a criação da poesia é uma possibilidade de construção de relações não superficiais, relações que apresentem vários níveis de significação e de trocas entre seres humanos.&lt;br /&gt;Então, a dramaturgia do corpo, configurada pelas atrizes na composição das ações dramáticas, é entendida enquanto criação da poesia, enquanto experiência que sai da banalidade e da relação mercadológica que constitui hoje o fluxo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 A possibilidade de dar continuidade e dar corpo à pesquisa realizada no curso de mestrado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a criação de “Adélias, Marias, Franciscas...”, espetáculo fruto do seu projeto de graduação, que Maria Falkembach persegue a concretização no corpo de dois conceitos, a fim de buscar clareza, precisão e acuidade na construção de signos estéticos pelo corpo cênico: 1. dramaturgia do corpo; 2. transcriação da linguagem literária para a linguagem cênica construída na materialidade do corpo.&lt;br /&gt;Neste primeiro espetáculo, a fonte foi Adélia Prado, sua poesia e sua prosa. A atriz criadora construiu a dramaturgia do espetáculo com base em ações dramáticas traduzidas do texto de Adélia, buscando a tradução tanto do conteúdo como da forma (congruência estética). O segundo espetáculo nesta linha criado foi o “Grávida”, este um espetáculo de dança que buscou traduzir para o corpo, desta vez, um texto oral, fruto de entrevistas com gestantes (ver programa do espetáculo em anexo). &lt;br /&gt;Assim, em seu mestrado, a atriz e bailarina Maria Falkembach, buscou sintetizar estas experiências e realizou uma pesquisa teórico-prática sobre a transcriação da obra da modernista Gertrude Stein (Dramaturgia do corpo e reinvenção de linguagem: transcriação de retratos literários de Gertrude Stein na composição do corpo cênico). Foi neste trabalho que pôde aprofundar e teorizar os conceitos anteriormente trabalhados de modo empírico. Além dos conceitos, pôde desenvolver uma idéia de treinamento e de princípios fundamentais na configuração do corpo cênico e na criação da ação dramática na escritura da dramaturgia do corpo.&lt;br /&gt;Stein, escritora americana que estudou medicina com William James, o criador do termo “fluxo de consciência” e desenvolveu sua literatura na busca por representar “o que as pessoas são”, também teorizou sobre sua composição, estimulou inúmeros artistas modernistas (principalmente os cubistas) e influenciou os jovens escritores, entre eles, Joyce.&lt;br /&gt;Então, o estudo aprofundado sobre a obra de Stein e seu modo de composição, realizado anteriormente, torna-se aqui fundamental para o processo de transcriação da obra de Joyce. Assim, a criação do espetáculo Penélope é evidentemente uma continuidade deste projeto de pesquisa e de criação da atriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 Sobre a Intertransculturalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intervenção do Secretário Executivo do Ministério da Cultura do Brasil, D. Juca Ferreira, na Convenção da UNESCO sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais:&lt;br /&gt;Paris, 18 de junho de 2007.&lt;br /&gt;Hoy vivimos el momento histórico de materialización del deseo de compartir nuestros patrimonios y culturas en forma justa. (...) Un ciclo de desarrollo sostenible y duradero está relacionado a la cultura, un derecho de todos los ciudadanos. Para que este desarrollo ocurra en términos actuales, es indispensable que se cuente con un ambiente internacional de cooperación que les proporcione a los individuos, a las comunidades y a las sociedades el ejercicio de sus derechos culturales. Nuestros territorios preservan sus identidades culturales, pero al mismo tiempo nuestras singularidades simbólicas y nuestras tradiciones son beneficiadas por las riquezas de otras formas y modos de ser que nos atraviesan y nos dejan más completos en nuestras propias formas de vida. (...) Los brasileños, somos una confluencia de tradiciones diversas, todas ellas vivas entre nosotros y que componen nuestro imaginario y nuestro modo de vivir. Justamente por esta diversidad es que podemos diferenciarnos y autovalorizarnos en el mundo globalizado. Hoy todas nuestras sociedades viven esta confluencia, una forma de hacernos más contemporáneos y mantener nuestras buenas raíces con el pasado. (...) Hoy miramos la Cultura como fuerza creativa e innovadora para nuestra relación con otros pueblos del mundo. (…) La cooperación entre hemisferios Norte y Sur es un desafío de emergencia para que no se amplíe la distancia entre los incluidos y los excluidos, tanto dentro como fuera de nuestras fronteras. El compartir debe convertirse en una responsabilidad asumida por los gobiernos, las sociedades, los individuos y las instituciones. El momento es extremadamente favorable para los intercambios, alianzas, coproducciones, programas de cooperación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O fato de James Joyce introduzir na sua literatura (o romance Finnengam Wake é exemplar) estruturas narrativas em distintos idiomas promoveu a concepção de uma encenação com a participação de duas atrizes na construção do personagem Molly. Uma das atrizes construindo a personagem por via da língua espanhola, a outra por via da língua portuguesa. Isto se mostrou instigante e coerente com a obra do autor, visto que implica na construção de um tecido complexo na encenação, escrito a partir de dois idiomas, o que contribui na diversificação dos planos narrativos do personagem e, por conseqüência, na criação da forma estilística.            &lt;br /&gt;A partir disto, nos primeiros encontros entre os artistas de países diferentes, se percebeu que não tratava-se apenas de uma escrita com dois idiomas, mas estava-se diante de um projeto “entre culturas”. Ficou impossível negligenciar a magnitude desta proposta que implicava em implementar uma prática de pesquisa e produção cênica dentro de um processo dialético que incorporaria experiências estéticas e culturas teatrais de dois paises de América Latina. Então, toda a pesquisa e toda a criação da dramaturgia do corpo e da plástica cênica estão atravessadas por este processo.&lt;br /&gt;Assim, o projeto cênico “Penélope Bloom” tem sido caracterizado como um projeto que se inscreve na linha da intertransculturalidade&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, conceito este retirado da teorização de práticas pedagógicas, mas que se pretende, aqui, expandir ao campo das artes cênicas.&lt;br /&gt;Deste modo, os artistas envolvidos na pesquisa e na montagem de “Penélope” reconhecem como valiosos os conceitos teóricos que se integram ao pensamento e à ação intertranscultural. Acredita-se que os referidos conceitos, que são inerentes à intertransculturalidade como prática pedagógica, podem se integrar na pesquisa e produção de obras cênicas, evidenciando que as artes cênicas são espaços privilegiados para “pensar, entender a complexidade humana numa perspectiva antropológica que integre o único e o múltiplo”. (Vieira, 1999, 157-7).&lt;br /&gt;Este projeto reúne artistas que se congregam para construir uma obra, o que implica em construir numa mesma linguagem artística. Isto requer o intercambio de suas experiências profissionais, suas técnicas, suas práticas, as quais estão recheadas dos valores, do imaginário e de toda a dimensão simbólica que constitui sua cultura. Acontece sempre, mesmo que de modo subliminar, um diálogo entre os elementos sócio-culturais, na constatação de identificação e diferenciação nas estruturas de relação social ou de interpretação que caracterizam culturas diferentes.&lt;br /&gt;Neste processo, se reconhecem potencialidades e valores coincidentes e diferenciais, as particularidades de suas práticas artístico-culturais tanto quanto sua universalidade. Assim, as atividades deste projeto tendem a se realizar num diálogo horizontal e plural no espaço e tempo da prática cênica, que facilita o encontro dessas pessoas e suas culturas e propicia a integração dessas experiências diversas, relacionado-as a este e outros contextos culturais e processos artísticos. Cada mínima escolha do processo criativo envolve todo o processo de se fazer entender pelo outro e de buscar entender a outra visão de mundo, que tem tanto diferenciações como identidades.&lt;br /&gt;Na prática da criação cênica se propõem, discutem e reconstroem os modos de pensar a profissão, as técnicas artísticas, e as modalidades do conhecimento em torno destas técnicas e metodologias. Através do diálogo teórico-prático se mudam, produzem e ampliam estes conhecimentos, legitimando as identidades e o reconhecimento dos participantes.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a construção da linguagem e da forma cênica que busca ter congruência com a obra de Joyce, será fruto também da síntese de experiências de vida e de visões de mundo que propõe esta prática intertranscultural.&lt;br /&gt;            Além disso, ao longo do processo, a intertransculturalidade tem se mostrado importante para a transcriação deste último capítulo de Ulisses, pois estimula a análise profunda do contexto em que foi escrito, bem como da visão de mundo a partir da qual Joyce criou sua obra. Evidencia a necessidade de reflexão sobre os pontos de identificação e diferenciação entre a cultura Latino Americana e a cultura Européia que constitui a obra de referência, bem como apresenta instrumentos para isto.&lt;br /&gt;            Experiências dessa natureza têm sido escassas nas práticas teatrais latino-americanas, principalmente na criação e apresentação de espetáculos. Assim, acredita-se que este projeto tem grande importância, tanto pela ampliação da noção e da prática da intertransculturalidade, quanto pela referência de intercâmbio entre artistas latino-americanos, que pode vir a ser, fortalecendo e reconhecendo a cultura dos países emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 Documentação do Processo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;            Desde as primeiras reuniões de formação de equipe de trabalho, em maio de 2007, o processo vem sendo submetido a um registro por escrito, realizado pelo diretor, a atriz brasileira e a assistência de direção.&lt;br /&gt;Estas três visões do processo, que vem sendo descritas individualmente, sob as ópticas de cada uma das três especialidades, tem ao mesmo tempo a influência do todo, a medida que o caráter de troca e análise do próprio trabalho se estabeleceu como uma das diretrizes deste projeto. Além de registro escrito, o projeto também está sendo fotografado e filmado regularmente.&lt;br /&gt;A segunda etapa da documentação consiste na elaboração de relatórios, ainda individuais, contando ainda com a visão da atriz costarriquenha. A partir destes relatórios, que constituem em si mesmos documentos que analisam a evolução das pesquisas na área de atuação e direção, começaremos a cruzar informações para elaborar um novo documento, este pensado a partir do processo de toda a equipe de criação do espetáculo, analisando as formas pelo qual o processo se desenvolveu e atingiu seus objetivos e o que depreendemos desta experiência em prol de nossa pesquisa cênica.&lt;br /&gt;Além da busca por este levantamento metodológico, a documentação do processo visa essencialmente a socialização da nossa experiência enquanto artistas e pesquisadores, de modo contribuir com a construção de conhecimento na área das artes cênicas. Portanto, as mostras de processo para grupos de teatros e profissionais da área, acompanhados sempre de debates é parte essencial deste projeto.&lt;br /&gt;            Os apontamentos terão, então, três focos de análise: 1. a intertransculturalidade; 2. a pesquisa sobre a poetização da ação dramática; 3. o quanto o teatro contemporâneo deve às revoluções estilísticas operadas por Joyce, visto que foi um dos grandes promotores de rupturas conceituais e formais na literatura. Apontamentos sobre estas questões serão realizados na documentação do processo, de modo provocar reflexões desta natureza em especialistas e profissionais do teatro, nos seminários e mostras que serão organizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS SOBRE A PESQUISA E A CONCEPÇÃO CÊNICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.1 A dramaturgia do corpo como resultado de uma pesquisa de linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joyce observa o corpo, os objetos, o espaço e suas relações numa perspectiva inédita: através da subjetividade do personagem, por isso tão naturalista e ao mesmo tempo tão subjetivo. Assim, a narrativa corporal é construída através da seleção posturas, comportamentos e condutas habituais da personagem, induzidas pelo texto, estabelecendo uma linha física que mistura o conceito e o conteúdo naturalista com a distorção da memória e da imaginação.&lt;br /&gt;Então, ao mesmo tempo em que as atrizes vão configurando a personagem a partir das ações físicas de C. Stanislavski, vão estruturando estas mesmas ações numa forma que é referente à apreensão de procedimentos de composição de Joyce: o fluxo da consciência, a fragmentação do pensamento, do espaço e do tempo e demais elementos já descritos acima.&lt;br /&gt;No processo, o movimento cotidiano vai recebendo um tratamento, partir da acumulação de experiências e da exploração de qualidades corporais distintas, detonadas pelas ações dramáticas, de modo a alcançar o nível de poesia. Esta escritura poética do corpo irá revelar o universo emocional e subconsciente da personagem, o qual se constrói no limite entre o presente e o passado.&lt;br /&gt;Segundo Rudolf Laban (coreógrafo e pensador do movimento, cuja teoria fundamenta a presente pesquisa sobre dramaturgia do corpo), a experiência da luta do ser humano por seus valores, que é inefável, só poderia ser expressa através da lógica oculta no movimento. Por isso, para ele, o teatro é o lugar a expressividade deste mundo do silêncio e dos valores. E parece que quando Joyce afirma que ‘a palavra de Molly Bloom estará escrita com seus pensamentos e seu corpo’, além de dizer que ela fala com seu corpo, está buscando revelar este mundo do silêncio. Portanto, este caminho também será o desafio das atrizes deste espetáculo: construir no seu corpo o corpo de Molly, revelar as imagens ocultas no texto, as entre-linhas, a partir da apropriação reconfiguradora do texto de Joyce.&lt;br /&gt;Este processo de apropriação, detonado pela exploração física, desencadeia nos artistas um olhar sobre a realidade a partir da “lente” Molly, o qual vai selecionando e somando outros elementos para a criação, tais como experiências pessoais das atrizes, associação de imagens, observação da realidade, referências em outras artes, etc. elementos estes que são incorporados para a construção do universo da personagem. Um exemplo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;são algumas pinturas que Di Cavalcanti (artista modernista brasileiro), as quais retratam mulheres da época de Molly, bem como figuras de Cabaret.&lt;br /&gt;O espetáculo também busca compor a complexidade da personagem construindo a mesma com duas atrizes. A proposta é construir dois olhares sobre esta mesma mulher a partir do modo que cada atriz vai tratar os materiais (métodos e referenciais na apropriação do texto e na configuração do seu corpo).&lt;br /&gt;            Além disso, a simultaneidade de duas Mollys em cena, permitirá criar sempre dois enfoques para a ação dramática e propor ao espectador uma constante re-leitura das mesmas ações, buscando mais uma aproximação da obra do autor irlandês, visto que o leitor de Joyce acaba sempre fazendo este movimento.&lt;br /&gt;            O processo de pesquisa e criação iniciou em maio deste ano e até o momento alguns elementos de transposição já foram identificados, como por exemplo: 1. realização de ações que não se completam, assim como acontece com as frases do texto; 2. fragmentação de ações e elementos da cena; 3. criação de imagens associativas com o corpo e com os objetos – mesmas ações com objetos diferentes; 4. criação de ações e condutas construídas no jogo entre a materialidade do corpo e dos objetos, assim como o texto às vezes é construído no jogo da materialidade das palavras.&lt;br /&gt;Sendo a forma, na arte, inseparável do conteúdo, a escritura corpórea, somada e relacionada aos outros elementos significantes da cena, deve contribuir para a revelação do conteúdo filosófico e de crítica social contido na obra de Joyce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2 A plástica cênica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os procedimentos do autor, identificados acima, são incorporados nos demais elementos que constituem a cena, os quais configuram as diferentes narrativas presentes em Penélope. Aqui entendemos por plástica cênica a cenografia, espaço, figurino, como também uma plástica da narrativa sonora.&lt;br /&gt;Além disso, como referência para a construção da plástica cênica, a encenação incorpora um estudo de um dos principais movimentos estéticos do inicio do século XX, as chamadas vanguardas, que realizaram, cada uma a seu modo, uma ampla exploração das possibilidades de expressão da matéria, do fluxo de consciência e da associação de imagens. É importante não esquecer que Ulisses, de Joyce, é caracterizado como uma literatura modernista, com características cubistas, impressionistas e surrealistas.&lt;br /&gt;O cenário será composto por 4 elementos essenciais: 2 camas, uma pianola e uma porta. Embora sejam estes elementos concretos e com funções cotidianas, eles terão um tratamento surrealista, com base em obras de pintoras que participaram do movimento surrealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro momento a concepção da cena previa um figurino realista, porém agora, depois dos primeiros trabalhos de poetização do movimento e dos achados no tratamento do cenário, os figurinistas têm a tarefa de pesquisar e desenvolver um figurino que contribua com as idéias de fragmentação e fluidez do pensamento.&lt;br /&gt;Espera-se uma interação entre figurino, cenário e acessórios: como se um “escorresse” do outro, assim como um pensamento “escorre” do outro; ou como se um remetesse ao outro em infinitas associações, assim como as idéias e universo psicológico são detonados por associações.&lt;br /&gt; Será utilizado o mínimo possível de acessórios, de modo garantir um extremo significado para cada elemento da cena. Até o momento os únicos elementos existentes são: um pinico, um jogo de cartas de Tarot, uma lamparina, envelopes e uma lata de biscoito.&lt;br /&gt;Tanto cenário, figurino, como acessórios, são elementos importantes para a construção das ações físicas e da conduta da personagem. A partir do modo do corpo interagir com estes objetos é possível criar diferentes tempos e espaços. Uma cama pode tornar-se o porto de Gibraltar, a relação com o sapato pode ser a expressão da relação com o amante e a presentificação do mesmo. O pinico pode transformar-se em um chapéu de dançarinas de Cabaret, evidenciando as relações de Molly com este mundo e seu comentário irônico sobre o mesmo. &lt;br /&gt;A plástica sonora implica não somente na sonoridade do ambiente real e cotidiano, mas também, e principalmente, na simbolização do universo psíquico caótico e inumano que nosso personagem se desenvolve. A música como discurso estético possui especial importância em nossa montagem. Esta será elaborada na base dos sons populares irlandeses e das construções musicais usadas no Teatro de Cabaret, tendo como referência a obra dos compositores John Cage e Arnold Schoenberg. É importante, portanto, submeter este material sonoro ao exercício de desconstrução, de alterações e jogos textuais próprios da estilística joyceana, que a encenação incorpora como um dos conceitos do espetáculo.&lt;br /&gt;Assim, o material falado, além de ação vocal dramática, também será tratado como elemento que se incorpora ao nível sonoro do espetáculo produzido na estilística do autor. Para a criação da música será buscada a musicalidade específica da fala da personagem, bem como o uso de sons cotidianos e alternativos e o uso não convencional de instrumentos, principalmente da pianola que fará parte do cenário, cujo manuseio constitui parte importante do comportamento e da conduta na construção do personagem (uma ex pianista de Cabaret).&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.3 O texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dramaturgia, aqui, é compreendida, conforme Patrice Pavis, como “o conjunto das escolhas estéticas e ideológicas que a equipe de realização, desde o encenador, até o ator, foi levada a fazer”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, como a rede de significados produzidos na cena por todos os elementos significantes, sendo um destes elementos os fragmentos do texto literário original. À medida que a obra original vai sendo traduzida em corpo e em elementos plásticos o texto literário assume o papel de detonador de reinvenção, perde sua posição de elemento absoluto e vira parte integrante da nova obra.&lt;br /&gt;A partir da trasncriação do texto original por via da operação das ações vai se recosntruindo um texto oral que entra em diálogo com a dramaturgia do corpo e os vazios que devem ser preenchidos pela fala. &lt;br /&gt;Assim, a tradução e a adaptação do texto original está gerando uma nova versão escrita, elaborada através de uma profunda pesquisa teórica e a partir das descobertas do processo da prática de criação cênica.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Introdução à tradução de Bernardina da Silveira Pinheiro, para ULISSES, de James Joyce, em: JAMES, J. Ulisses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. &lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Termo criado por Haroldo de Campos para a tradução de poesia.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Este conceito é apresentado no livro de Paulo Roberto Padilha. Currículo intertranscultural: novos itinerários para a educação. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7830963501381206660#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-3012023703425226823?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/3012023703425226823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=3012023703425226823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3012023703425226823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3012023703425226823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/10/penlope-bloom-o-projeto.html' title='Penélope Bloom - o Projeto'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-4105901964585668094</id><published>2007-08-17T08:03:00.000-07:00</published><updated>2008-02-13T06:21:04.043-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ADÉLIAS'/><title type='text'>"Adélias, Marias, Franciscas..." em cartaz, no Depósito de Teatro</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/RsW6Mipih6I/AAAAAAAAAAU/BIf6b7NkBRc/s1600-h/divulga+sarau+adelias.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099686877689186210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/RsW6Mipih6I/AAAAAAAAAAU/BIf6b7NkBRc/s400/divulga+sarau+adelias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/RsW5bipih5I/AAAAAAAAAAM/kHqUTjyTqk8/s1600-h/divulga+sarau+adelias.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;com Maria Falkembach&lt;br /&gt;inspirado na obra de Adélia Prado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;“É em sexo, morte e Deus que eu penso invariavelmente todo dia”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Adélias, Marias, Franciscas..." é um espetáculo contemporâneo, que faz um passeio entre a dança e o teatro, transcriando através da linguagem cênica, a obra singular da escritora Adélia Prado.&lt;br /&gt;Um mundo complexo, entrelaçado, onde tudo transmuta. A dor, o êxtase espiritual, o gozo carnal, se confundem, tem a mesma origem: o homem e a vontade divina.&lt;br /&gt;Utilizando fragmentos da prosa, da poesia, de músicas, do corpo, da ação, da voz, da dança, do personagem, a atriz busca sentido para seu trabalho e para esse mundo descrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIA FALKEMBACH é Mestre em Teatro pela UDESC e Professora de Interpretação do Departamento de Arte Dramática da UFRGS. No mestrado desenvolveu sua pesquisa sobre dramaturgia do corpo e a “transcriação intersemiótica” como modo de ampliar as possibilidades de criação do ator e do bailarino. É atriz e bailarina e professora do Depósito de Teatro desde sua fundação, em 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADÉLIA PRADO (1935), nasceu em Divinópolis, Minas Gerais. Leva uma vida pacata naquela cidade do interior. Foi professora nos vários níveis de ensino e, apesar de sentir-se atraída pela escrita literária desde criança, só foi dedicar-se inteiramente a ela a partir de seus 40 anos, quando se descobre poeta. Segundo Carlos Drummond de Andrade, “um fenômeno poético”. Ela revela o que há de solene e corriqueiro na vida comum, de gente comum, e produz uma poesia confessional, explícita e transparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-4105901964585668094?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/4105901964585668094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=4105901964585668094' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4105901964585668094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/4105901964585668094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/08/adlias-marias-franciscas-em-cartaz-no.html' title='&quot;Adélias, Marias, Franciscas...&quot; em cartaz, no Depósito de Teatro'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t_xasG44ybk/RsW6Mipih6I/AAAAAAAAAAU/BIf6b7NkBRc/s72-c/divulga+sarau+adelias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7830963501381206660.post-3802019620113069101</id><published>2007-08-17T08:00:00.000-07:00</published><updated>2009-03-02T12:18:00.793-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DRAMATURGIA DO CORPO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISSERTAÇÃO E PESQUISA'/><title type='text'>Dramaturgia do Corpo e Reinvenção de Linguagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;FALKEMBACH, Maria F. &lt;strong&gt;Dramaturgia do corpo e reinvenção de linguagem&lt;/strong&gt;: transcriação de retratos literários de Gertrude Stein na composição do corpo cênico. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Teatro - Mestrado). Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O presente estudo elabora uma reflexão sobre a arte do ator-dançarino na composição da dramaturgia do corpo e aponta a transcriação intersemiótica como um meio de ampliação das possibilidades de configuração de linguagens cênicas. Entendendo a criação do ator-dançarino por vias do pensamento criativo sobre a materialidade do corpo numa perspectiva de reinvenção da linguagem, discute-se o conceito de dramaturgia como articulação estética na arquitetura viva do corpo cênico. Apresentam-se princípios da teoria do movimento de Rudolf Laban (fatores do movimento, esforço e arquitetura viva) como fundamentos para a articulação dramatúrgica e do estudo comparativo entre a dramaturgia do corpo e outras artes, tais como a literatura e a pintura. Em termos aplicativos, a pesquisa apresenta reflexões desenvolvidas sobre uma experiência prática de transcriação de retratos literários de Gertrude Stein, buscando analisar a apropriação dos procedimentos de composição literária na ampliação do conhecimento dos princípios específicos de configuração da dramaturgia do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave&lt;/strong&gt;: Dramaturgia do corpo. Ator-dançarino. Transcriação. Gertrude Stein. Rudolf von Laban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Abstract&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;The present study develops a reflection about the actor-dancer's art, that arises from the process of composing body dramaturgy and points to inter-semiotic transcreation as a way of widening the possibilities of scenic language configuration. Assuming the creation of the actor-dancer through the ways of the creative thinking on body's materiality in a perspective of language reinvention, it discusses the concept of dramaturgy as an esthetic articulation in the living architecture of the scenic body. The paper presents principles of Rudolf Laban's movement theory (motion factors, effort and living architecture) as the basis for the dramatic articulation and the comparative study among body dramaturgy and other artistic expressions - like literature and painting, for instance. In applicable terms, the research presents reflections developed after a practical experience of Gertrude Stein's literary portraits transcreation, attempting to analyze the appropriation of literary composing procedures in the widening of knowledge of the specific configuration principles of the body dramaturgy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Keywords&lt;/strong&gt;: Body dramaturg. Actor-dancer. Transcreation. Gertrude Stein. Rudolf von Laban. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É possível acessar o texto completo da minha dissertação através do site da biblioteca do Centro de Artes da UDESC.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para encontrar, basta escrever FALKEMBACH no campo de busca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;O endereço eletrônico é:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.tede.udesc.br/tde_busca/processaPesquisa.php?listaDetalhes%5B%5D=317&amp;amp;processar=Processar"&gt;http://www.tede.udesc.br/tde_busca/processaPesquisa.php?listaDetalhes%5B%5D=317&amp;amp;processar=Processar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7830963501381206660-3802019620113069101?l=dramaturgiadocorpo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/feeds/3802019620113069101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7830963501381206660&amp;postID=3802019620113069101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3802019620113069101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7830963501381206660/posts/default/3802019620113069101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dramaturgiadocorpo.blogspot.com/2007/08/dramaturgia-do-corpo-e-reinveno-de.html' title='Dramaturgia do Corpo e Reinvenção de Linguagem'/><author><name>Maria Falkembach</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02464474056657411598</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
