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terça-feira, 4 de abril de 2023

Bitch - curta temporada na Sala Preta - Centro de Artes da UFPEL




BITCH é um solo criado por Alexandra Dias que parte da exploração da antropofagia no corpo. 

O solo é dançado por Maria Falkembach, evidenciando uma das características deste trabalho que é a possibilidade de transmissão e transformação. 






BITCH traz à cena um corpo que é aberto à incorporação do outro por meio da animação de todos os seus buracos como espaços de entrada e saída. BITCH é uma entidade mulher-canina, uma manobra antropofágica que busca reposicionar a palavra “cadela” como um termo que visa atingir mulheres de forma depreciativa, aproximando da antropofagia a estratégia de inversão e transformação de práticas autoritárias proposta pela teoria queer. 



A atriz-bailarina Maria Falkembach adiciona ao trabalho ao devorar a performance de uma porta-bandeira, questionando qual a bandeira que carregamos como mulheres na contemporaneidade. Hoje, carregar a bandeira do Brasil, e fazê-la passar por nossos buracos, é um modo de tornar essa bandeira parte do corpo. Bandeira essa que foi aviltada nos últimos anos, assim como nosso corpo de mulher, artista, professora.


Fotos: Josiane Franken
Temporada de 24/04 a 01/05 de 2023

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Land of Many Arrivals


Choreography: Maria Falkembach

Music: Leandro Maia, Chloe Tyghe and Maria Falkembach

Dancers: Charlotte Gallop, Chloe Tyghe, Jody Wheeler, Madeleine Woolgar, Rebecca Menzies.

The Land of Many Arrivals is a choreography about our history that was built by many arrivals as well as the effect of peoples’ desires and needs. The history is told through the acts of our ancestors, which compose our bodies. Therefore, our bodies actualize and are the witness of the history.



Land of Many Arrivals took place on "Tree choreographic platform"
on 19 march 2016, at BAth Spa University

3rd Stage Dance Company are proud to present ‘Tree’ - A choreographic platform for those returning to the world of choreography, giving an opportunity to show their creations. Short dances will be performed by professional and nonprofessional dancers, some dancers are brand new to dance and have never performed before! Tree is a gentle and supportive environment for creators wanting to share their thinking and dance work. They have found their own rehearsal space, worked without funding or a budget and have shown that if you want to create and want to dance then nothing should stop you.




domingo, 23 de junho de 2013

Flor, no Festival Dançapontocom

Programação completa do Festival no link 


Dia 27
“Flor”, performance de Thais Petzhold
Entrada Principal | 18h

“Flor” é uma obra de grande delicadeza, realizada em tempo expandido (mais lento), com música instrumental de extrema qualidade, habitando locais urbanos com grande movimento de pedestres. Esta performance coreografada pela bailarina e coreógrafa Thaís Petzhold e musicada pelo violoncelista Celau Moreyra, tem como proposta levar os artistas Thaís e Celau, que compõem a “célula fixa”, para dialogarem com diferentes artistas, culturas e paisagens urbanas do Brasil. Para isso, artistas locais (residentes de cada estado escolhido) foram convidados para integrar a coreografia e música já existentes, criando um novo diálogo estético em cada cidade. “É a delicadeza da vida que brota a todo instante, sob nossos pés apressados, nosso olhar limitado, nossa mente congestionada. Um sutil chamado para a simplicidade das coisas essenciais que mantém o ciclo da vida (nascimento/morte) e que não percebemos com constância” (Thaís Petzhold)

Ficha Técnica
Concepção, Direção geral e bailarina: Thais Petzhold
Músico: Celau Moreyra
Bailarina convidada: Maria Falkembach
Figurinos: Antônio Rabadan

De uma canção no "Dança Fora de Si"




Fotos de Camila Hein



Fotos de Marcel Ávila

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Estréia Mundial... na Costa Rica

A pequena coreografia, de um pouquinho mais de 5 minutos, foi um desafio. Nunca tinha feito isso. E começou a partir de uma música. Nunca tinha feito isso. A partir de um convite para compartilhar o palco com outros coreógrafos, os três mexicanos: Lydia Romero, David Barron e Oscar Velazques (este, com uma coreografia dançada pela Cia Nacional de Danza da Costa Rica). Nunca tinha feito isso.

Gracias, Mimi!

No início eu estava entre duas canções. Duas canções de André Mehmari com dois parceiros. Por isso o nome da coreografia: Entre duas Canções. No fim, fiquei só com uma: Ninguém Compreende, de Mehmari e Simone Guimarães. Meus compañeros, que comigo compartiran a "noite de gala", insistem para que eu siga para a outra canção. Já não sei mais se posso, parece que me enredei suficientemente nesta primeira a ponto de ir para outros caminhos. Terei que mudar o título.




quinta-feira, 28 de junho de 2012

"Tatá Dança Simões" no Theatro São Pedro, com entrada franca


Frequentar o Theatro São Pedro, seja em cena ou como espectador, é exercício de cidadania. Espaço que respeita o artista! Há todo o conforto para o público. Mas o acesso nem sempre é fácil.
No dia 08 de julho, as portas do São Pedro estarão abertas para todo cidadão! Um dos objetivos do Tatá é contribuir com o acesso à arte. Isto também significa acesso aos espaços em que o espetáculo aconteça com excelência, com todas as condições técnicas necessárias. O Theatro São Pedro tem história, faz história, e o desejo do Tatá é que, nesta história, não esteja incluída apenas a elite.
Na ação de abrir as portas do São Pedro, lembrei da música Santos do Morro, de Ana Maria Carvalho:
“meu São João abriu as portas do morro agora
a chave ele pediu para São Pedro
São Benedito fez café pras senhoras
Santo Antônio fez um casamento
E São Gonçalo tocou a viola”